De quantos sapatos eu preciso – post 4

Em 2013, eu tinha 17 sapatos.

Em 2016, eu tinha 10 sapatos.

Eu 2018, eu tinha 6 sapatos.

O legal do minimalismo é que o auto-conhecimento aliado ao tempo, traz sabedoria para usar o dinheiro de forma inteligente. Não é uma questão de números, e sim, de quantos sapatos eu considero suficiente para o meu estilo de vida.

Atualmente, tenho 5 calçados que me atendem perfeitamente. Por ter poucas quantidades, o uso é bem intenso, nenhum fica muito tempo adormecido na sapateira, o que é ótimo.

Captura de Tela 2021-01-14 às 00.50.40

Já usei muito salto alto, mas estou num momento da minha vida que curto mais sapatilhas e sapatos confortáveis, já que não consigo correr atrás de 2 crianças de salto alto.

Esses 5 calçados só são substituídos (por outros calçados bem parecidos) quando ficam gastos. Então quando o tênis que estou usando ficar velhinho, vou lá e compro um outro par de tênis pra mim. A bota de cano curto é a mesma coisa, acho que já é o terceiro ano que compro exatamente o mesmo modelo, da mesma forma que as sapatilhas também já viraram uma compra recorrente.

E pensar que já tive mais de 50, 60 pares de sapatos…

~ Yuka ~

41 Comments on “De quantos sapatos eu preciso – post 4”

    • Oi Lindadrika, pois é, a gente sempre usa os mesmos sapatos. Por isso quando tiramos os sapatos que não usamos, nem sentimos falta. Só temos a ganhar, ganhamos espaço na sapateira, junta menos poeira, passamos a gastar menos dinheiro, só coisa boa rsrs. Beijos.

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  1. Tudo em grande quantidade ao em vez de ajudar, atrapalha 🙂
    Eu tenho 3 tênis (dou aula, salto nem pensar kk), um chinelo para casa e uma sandália. Só substituo quando estão virando pó hehe!!!
    Menos coisas nos deixam mais livres e a casa bem mais limpinha.
    Um grande abraço, sou sua super fã!!!!

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    • Oi Vanessa, os meus também, quando estão virando pó, eu troco kkkkk. Tem alguns que eu até sei que vai durar tantos anos que eu nem sei quando vou trocar, como o meu tênis. Já as sapatilhas duram pouco tempo, eu uso muito. Beijos.

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  2. Estou sofrendo para ter menos calçados, em parte porque esqueço de me desfazer dos antigos e outra parte são os novos que estou apegada. O pior de tudo? Jogar fora calçado novo q estragou na caixa….estou revendo este conceito e procurei terapia para consegui largar as coisas esquecidas. É um processo. Seu blog me anima muito a chegar neste conceito. Gratidão 🤗

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    • Sei bem o que se passa, também tive isso. Como eu morava em Santos, os sapatos mofavam!!! Sapatos novinhos, na caixa, com pouco uso, mofados. Que tristeza. Mas olha, tudo é um processo, que demora meses e anos. Ter consciência de que compramos coisas que não usamos já é um grande avanço. O passo seguinte será não comprar mais, principalmente quando ainda tem muitas coisas em casa sem uso. O que me ajuda bastante é ler sobre o tema (que é o que você já faz), e com isso, sempre fico animada em abrir espaço para o novo. Beijos.

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  3. É muito bom perceber que precisamos de menos coisas para viver uma vida mais leve!
    Já tive um armário cheio de sapatos, durante uma época muito triste da minha vida, minha “alegria” era sempre comprar mais um par.
    Hoje tenho somente o que preciso e sou muito feliz de verdade.

    Grande beijo!

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    • Oi Isis, muitas pessoas acabam associando a escolha de vida com menos posses com abdicar de viver, e é justamente ao contrário. Quando não temos distrações com coisas sem sentido, passamos a enxergar melhor o que temos de bom, e como recompensa, o dinheiro começa a sobrar, já que aprendemos a não gastar nosso suado dinheiro com coisas que não nos trazem felicidade. Então quando você fala que “hoje tenho somente o que preciso e sou muito feliz de verdade”, consigo te entender perfeitamente!!! Beijos.

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    • Oi Engenheiro, quando encontramos o número mágico individual de cada item é uma conquista. Eu já fiquei pensando se poderia reduzir para 4 calçados, mas percebi que gosto muito de ter essas 5 opções. Beijos.

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  4. Olá Yuka

    Também estou tentando Minimalizar.e ser Sustentável Já comecei com a DECORAÇÃO do meu AP (poucos móveis, enfeites e somente o simples, bonito, econômico e funcional). O que você fez com os SAPATOS que foram sendo subtraídos do seu habitat, conforme seu mais recente comentário? Sempre que você por um assunto sobre desfazer-se das coisas coloque o destino que foi dado a elas. Às vezes fico sem saber o que fazer com as coisas as quais não contribuem mais para o meu novo estilo, por exemplo: no caso dos “sapatos bem velhos” fico sem saber se coloco no lixo para não poluir o planeta ou dar para os necessitados, acho uma humilhação para eles e não concordo com essa atitude. As roupas ainda boas mas que no presente não estou usando (emagreci e não estão caindo bem, ou então porque sairam da moda), não seria o caso de tê-las guardadas no guarda-roupa e aguardar poder usá-las novamente? fico olhando para elas com pena e indecisa para passa-las adiante. Você sabe e pode comentar sobre, no seu blog? Grata, Tânia Sua leitora admiradora

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    • Oi Tânia, as coisas que me desfaço, tem vários destinos rsrs. Vou tentar descrevê-los aqui, e isso serve pra tudo, pra livro, sapatos, roupas, eletroportáteis, etc. Se eu tenho por exemplo uma roupa super nova que usei pouco, de uma marca relativamente conhecida, eu coloco para vender em sites como Enjoei, Troc, Repassa. Se a roupa está em bom estado, mas bastante usada, eu faço doação, coloco nas caixas do Exército da Salvação que estão espalhadas pela cidade. Agora quando a roupa está com buracos aparentes, velhinhas mesmo, eu jogo no lixo, mas quando o tecido é de algodão, corto em pedacinhos e uso para limpar frestas de janela, corrente da bicicleta, e depois vai para o lixo. Já teve épocas também em que eu estava com tantas roupas de bebês, e não sabia para quem doá-los, já que não conhecia ninguém que tinha bebês, então fazia um mega pacote e vendia a preços simbólicos no OLX. Atualmente, um amigo do meu marido tem uma bebê que tem 1 ano de diferença da minha filha, então vai tudo para ela. Aliás, OLX é algo que eu já usei muito em épocas de desapego. Já vendi bicicleta, eletroportáteis que não usava, celular, enfim, tudo que estava desapegando. Livros eu levo para um sebo e vendo, mas o valor é bem pouco, mas tudo bem, como vou com intuito de desapegar, não com o intuito de lucrar, então está valendo. Também faço doação quando algum amigo tem interesse, mas é mais difícil, porque meus amigos tem interesses diferentes de leitura. Esses dias estava me desapegando de um belíssimo vaso de flores e também de uma forma de quiche que usei 1 vez só. Eu perguntei para minha amiga se ela queria, e a mãe dela quis, então doei para a mãe dela. E assim vai. Então não há um destino certo, depende muito do que estou me desapegando, e do estado do objeto. Espero ter sanado suas dúvidas. Em breve, vou fazer um post sobre isso, gostei da sua dúvida. Sobre as roupas que você não está usando mais, sugiro desfazer, vai ver como vai se sentir melhor. Não fique com pena de passar adiante, pois será muito útil no corpo de outra pessoa. Beijos.

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  5. Me fez pensar nos meus calçados, e como só uso uns 5 ou 6, minha meta é ter 6 pares bons e confortáveis, sendo 2 tênis, 2 sapatilhas, 1 sandália, 1 chinelo baixo. Já destralhei muito, mas ainda tem uns parados e vou também ver se alguém quer, parei de comprar tem um tempinho já, agora só vou comprar se for confortável e durável. É difícil calçado que não me machuque e até alguns anos atrás eu comprava uns cacos, nossa, vergonha de mim, pensava em quantidade, promoção e não em qualidade. Boa semana!!

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    • Oi Cleo, o conforto é algo que pra mim também tem sido fundamental. Já usei por muitos anos sapatos apertados por falta de dinheiro mesmo. Agora que tenho um pouco mais de condições, gosto de sapatos que não me machucam, que não precisam ser “amaciados”. Também já comprei muitos sapatos baratinhos, cada um de uma cor, mas agora tudo mudou rsrs. Beijos.

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  6. Estou trilhando esse caminho com sapatos e bolsas. Em relação às bolsas já consegui. Os sapatos tem mais de um ano que não compro nenhum par. Quando me vejo tentada a comprar uma rasteirinha que amo,penso na regra entra 1, sai 1 par. Tenho buscado o caminho de ter o essencial!

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    • kkk, aqui eu estabeleci no ano passado que para entrar algum tem que sair 3! Mas esse ano não pretendo comprar nenhum. Nem olho as vitrines para não ter nenhuma ideia.

      Daniela

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      • Melhor coisa Daniela rsrs, no final do ano passado, eu entrei e-mail por e-mail, e me descadastrei de todos os e-mails de lojas que eu recebia, mesmo não lembrando de ter autorizado o envio desse tipo de e-mail para mim. Valeu a pena, reduziu drasticamente, mas essa semana, percebi que aumentou de novo… Eles procriam sozinhos rsrs.

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    • Oi Rose, tinha uma época, que eu cheguei a fazer um inventário do meu guarda-roupa rsrs. Então toda vez que estava no shopping e gostava de uma roupa, procurava um banco para sentar e começava a olhar a lista de roupas que eu tinha. Era surpreendente como eu tinha tendências para comprar sempre o mesmo tipo de roupa. E foi assim que comecei a perceber que eu tinha peças muito parecidas, cores parecidas, de tecidos parecidos. São aprendizados da vida, né? Beijos.

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  7. Bom dia Yuka,

    Fui contar os meus pares de sapatos e cheguei a enorme quantia de, tchram, 35 pares! E isso que eu não sou uma sapatólatra, não sou especialmente fascinada por sapatos. Mas tenho alguns problemas em relação a sapato: não posso usar o mesmo par dois dias seguidos, eu suo bastante nos pés e aqui é muito úmido, tenho que deixar ele arejar 2 ou 3 dias antes de usar de novo. O segundo problema é que eu gosto de tipos bem específicos de sapatilha e sandália, sem muitos enfeites e muito confortável. Daí nem sempre encontro, às vezes a moda muda e fica difícil de encontrar os modelos que eu prefiro. Então tem esse efeito oportunidade, de aproveitar quando os modelos que eu gosto estão na moda (o que é uma desculpa perfeita muitas vezes para comprar o que não preciso). A terceira questão é que tinha uma época que eu me vestia de maneira mais formal (não usava jeans para trabalhar, por ex), e os sapatos que eu usava eram mais compatíveis com esse tipo de roupa. Ainda tenho uns 4 ou 5 pares remanescentes dessa época. Tirando essas questões, acho que com uns 15 pares no total eu me viraria bem: 1 pantufa, 2 chinelos (um para casa, outro para rua), 4 sapatilhas, 3 sandálias, 3 botas e 2 tênis. Mas não pretendo me desfazer desses que eu tenho. Talvez desses mais formais eu deixasse só um para um caso de ter algum evento especial mas os demais vão acabar sendo usados. Eu tenho espaço para eles e gosto deles, então a quantidade vai diminuir a medida que estragarem e que eu não comprar mais.

    Eu nunca vendi roupa ou sapato pouco usado, acho que sempre achei que o trabalho não compensava. Tem uma senhora que trabalha para mim há muitos anos que tem uma família enorme e vizinhos que sempre podem aproveitar, então ela leva quase tudo. Quando a roupa está só muito usada, desbotada mas em condições de uso, eu acumulo e levo em um projeto que atende moradores de rua, que muitas vezes chegam lá com as roupas em péssimo estado. Quando a roupa está manchada, rasgada ou estragada de alguma forma eu coloco no lixo ou faço pano de limpeza se o tecido é compatível. Então as coisas que ainda podem ser usadas acabam tendo um destino, mas eu sei que o mais sustentável é comprar menos e ajudar com dinheiro ou comida, em vez de terceirizar o excesso do meu consumo.
    Livros, eu já doei para biblioteca pública, para um projeto de trocas do meu trabalho chamado pega e desapega. Fiquei só com os livros que eu quero manter, ao menos nesse momento. Hoje prefiro comprar digital, que é mais fácil de carregar e não vai ocupar espaço depois que eu ler.

    Enfim, o mais difícil para mim é sempre não comprar. Destralhar só para arrumar espaço eu não faço mais porque acabo comprando para substituir. Mas quando a coisa está parada há bastante tempo ela acaba indo embora, mais cedo ou mais tarde.

    beijo, Daniela

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    • Oi Daniela, sobre a questão das roupas, eu também sempre tive muita preguiça de vender, principalmente de ter que ficar respondendo perguntas, depois empacotar, ir nos correios, enfrentar fila, ave maria, não daria conta. Mas quando mudei de casa no ano passado, aproveitei a grande oportunidade de viver com menos coisas (porque apesar da família ter aumentado, o tamanho do apartamento diminuiu rsrs) e me desfiz de muitas roupas. Tinha as roupas das minhas filhas (que a gente sempre dava para o amigo do meu marido, mas por conta da pandemia ele recusou), as minhas roupas que eu estava disposta a me desfazer (e que estavam em ótimas condições, mas novamente, não tinha para quem doar) e aí fuçando a internet, descobri que Enjoei e Repassa se encarregam de toda essa parte burocrática para você. Você só coloca na caixa todas as roupas e manda pra eles, e a própria empresa separa as roupas que estão em condições de venda, colocam preço, tiram foto, dão desconto, fazem toda a administração, e quando alguém compra, eles mesmo despacham para o comprador. As roupas que eles julgam não estar em condições de venda, eles doam para instituições de caridade. Achei isso muito prático, e gostei bastante, principalmente porque não tenho nenhum trabalho. Agora como estou com pouca quantidade, acho que será mais difícil usar esse serviço, já que não vale a pena despachar 1 ou 2 peças de roupas. Mas para quem vai destralhar um guarda-roupa, vale muito a pena. Beijos.

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  8. Olá Yuka! Aqui em casa costumamos ter um procedimento, se ganhar ou compra uma roupa, sapato ou brinquedo novo, doamos outro… roupinhas da pequena eu levei ela junto para mostrar para onde estavam indo as suas coisinhas, e ela ficou muito feliz! Agora ela fala, mamãe vamos dar para a Yasmin? Quando conheci seu blog eu estava grávida, procurando aprender algum valor para poder passar a ela… foi buscando enxoval minimalista que te conheci e me apaixonei. Fico muito feliz por ter pessoas com você no mundo e seus queridos seguidores. Abraço!

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    • Sabe que isso que você faz, de levar sua filha junto para mostrar onde vai as roupinhas e brinquedos dela é muito bom, já que incentiva a doação. Eu tenho feito isso com as minhas filhas. Escrevendo esse comentário para você, consigo ver daqui uma sacola de roupas das meninas que já preparamos para doação. Tem uma caixa do Exército da Salvação aqui perto, e pensei em dividir em 2 sacolas (apesar das roupas caberem em uma única sacola), só para cada uma das minhas filhas poderem colocar na caixa de doação rsrs. Elas estão animadas em saber que as roupas que já não servem nelas, servirão para outras crianças menores. Nossa, eu lembro desse post do enxoval minimalista rsrs, não comprei quase nada, não é mesmo? Minha lista das coisas que não comprei, era gigante, enquanto a lista das compras que comprei eram bem poucas kkkkk. Ainda continuo na mesma, hoje minhas filhas estavam recortando formatos de borboletas de papel e pintando com tinta guache, até que de repente a brincadeira mudou e elas começaram a se pintar… imagina a cena, 2 crianças completamente coloridas do rosto até os pés. Elas pintaram todo o rosto, em volta dos olhos, nariz, orelha, barriga, braços e pernas, e morriam de rir olhando uma para a outra. Quem estava rindo era eu olhando a cena, elas pareciam aquelas pinturas tribais africanas rsrs. Obrigada por acompanhar o blog desde então!! Beijos.

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    • Oi Nana, é muito bom quando tem um espaço delimitado para cada item, evita que as coisas se acumulem. Eu tenho feito isso em casa também, a minha sapateira, tem 6 gavetas, 1 é minha, 1 é do marido, e minhas filhas tem 2 cada (1 para sapatos em uso, e 1 gaveta para sapatos que estão grandes no momento). Não há outro lugar para guardar sapatos, então precisamos avaliar bem antes de comprar rsrs. Beijos.

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  9. Oiiii Yukaaaa!!! Apareceu a margarida! Kkkkkk
    Minha filha nasceu dia 14 de janeiro. Sim, entrei em trabalho de parto um dia antes da cesárea (38 semanas). O mesmo ocorreu com minha filha mais velha: tive contrações um dia antes da cesárea (40 semanas). Resumo: sofri as duas dores de parto, duas vezes… mãe sofre né? Mas sofre feliz! Kkkkkkkkk Lara nasceu saudável e linda! Começamos 2021 cheios de gratidão.

    Consegui ler todos seus posts enquanto eu estava na clínica (aqui cesárea fica internada por 1 semana). E esse post veio num momento perfeito pra mim! Estou fazendo uma limpa por aqui! Perdi 8kgs na gestação da minha segunda filha (9 meses de enjoos!) e depois perdi 9kgs em 13 dias pós parto (acredito que seja a amamentação, porque corto tudo de porcaria da minha alimentação enquanto estou amamentando). Resumo: estou entrando em roupas de antes da primeira gravidez! Yupiiiii! Agora o desafio é tentar manter o peso. #Oremos

    Mas resolvi fazer uma limpa pq percebi o quanto de coisa parada tem no meu armário pq depois da maternidade, nossos gostos e necessidades mudam né? O tanto de sapato que há mais de 2 anos não uso, óculos de sol, vestidos curtíssimos, etc…

    Espero esse ano conseguir focar no meu armário minimalista e funcional. 2020 eu tive alguns deslizes e compras erradas. Estava bem confusa em relação ao meu estilo. Comprei coisas bonitas mas que não se adequam ao meu estilo de vida atual… errando e aprendendo né? Mas no final do ano, fiz consultoria de estilo com uma amiga e foi esclarecedor! Parei de seguir um monte de influencer que me incentivava o consumo. Bloqueei um monte de e-mail marketing. Descobri as roupas e cores que gosto. Fiz uma lista de coisas que preciso comprar pra completar meu armário e estou pesquisando assiduamente preços, material, etc…
    Espero ser mais consciente esse ano.

    Como sempre seus post me inspiram. Obrigada!

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    • Oi Tiemi, parabéeeens, mamãe de 2 crianças!!! Nossos gostos mudam muito depois da gravidez. Eu usava saias de tecidos soltinhos, salto alto, brincos grandes, depois que minhas filhas nasceram, não consigo mais. Ainda uso saia, mas o estilo mudou, já que os de tecido soltinho levantavam quando eu segurava minhas filhas no colo, já passei umas vergonhas por aí. Salto alto também desisti, não tenho carro então ficar segurando crianças pesadas no colo tava difícil. Muitas vezes não aguento carregar no braço, e coloco no meu ombro, com elas puxando meu cabelo, então brinco também tem que ser pequenos, aqueles de argola nem pensar, se eu não quiser perder a orelha rsrs. Esse negócio de parar de seguir influencer de consumo ajuda muito, né? Eu também seguia várias há alguns anos, e esse era um dos motivos de ter gavetas e mais gavetas abarrotadas de maquiagens que eu nunca nessa vida daria conta de usar. Agora tenho meu kit bem pequeno e estou felicíssima com ele hehe. Um beijo, e parabéns pelo nascimento da Lara. Agora você é mãe de 2 meninas!!! Que lindo!!! Beijos.

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    • Oi Renata, ahh eu queria ter também 2 pares rsrs. Fico pensando em quando eu tinha uns 50, 60 pares de sapato… não cabia na sapateira, guardava dentro de caixas, dentro do guarda-roupa, e na parte de cima do guarda-roupa. Juntava muito pó, couro ressecando, às vezes tinha mofo, enfim, muito dinheiro rasgado, essa que é a grande verdade. Ter o suficiente que nos deixa feliz é muito bom! Beijos.

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  10. Yuka, eu não sou uma pessoa básica, por isso gosto de ter poucos sapatos mas todos com diferencial l. Recentemente comprei uma rasteira da Capodarte que custou R$ 250,00, toda cheia de strass, mas que já estão descolando… será que devo começar a investir em peças que não se deteriorem tão fácil? Quero comprar um mule e ao invés de escolher um preto básico, vou logo nos que possuem pedrinhas, e sei que não vão durar muito, o que me diz?

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    • Ah Fernanda, como te entendo. Eu também usava sapatinhos com strass, com brilho, com glíter, todo delicadinho (e carooossss), só que não durava nos meus pés. Aos poucos comecei a entender que eram sapatos para quem não anda muito, que tem carro, que faz mais o trajeto casa – trabalho – casa, e casa – shopping – casa. Eu sou a pessoa que anda muito, tropeço em todas as pedras possíveis (porque fico olhando para o céu, ao invés de prestar atenção no chão que piso), isso quando não tropeço no meu próprio pé. Esses sapatos duravam 6 meses no meu pé, e pagava essa pequena fortuna… R$200, R$300… Aos poucos eu fui me desapegando desse tipo de sapato, talvez mais por eu ter virado mãe de 2 crianças, e aí já viu, correr atrás de criança, com mochilinha nas costas e salto… eu não consegui. Hoje sou bem feliz com meus sapatos basicões (mas não é todo mundo que se sentiria feliz com sapatos que nem os meus). Veja, se você gosta muito desses sapatos eu tenho uma dica pra te dar. Não abra mão do estilo que gosta. Mas não compre sapatos caros. Compre sapatos baratos, olhando preço mesmo, porque você sabe que vai estragar rápido, e estará tudo bem. Quando eu compro alguma coisa, eu já separo em 2 tipos: preço ou valor. Eu não compro roupas caras para as minhas filhas porque elas estão mudando a numeração das roupas a cada 3 meses. Compro baratinho, porque eu sei que não irá durar no guarda-roupa (aqui eu sei que estou comprando pelo preço). Agora, quando comprei um sofá, eu comprei um maravilhoso, custou o olho da cara, mas valeu cada centavo, porque além dela ser linda, ela tem uma estrutura muito forte e sei que vai durar anos (aqui eu comprei olhando o valor). Um beijo.

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