Em busca da minha bicicleta

Amsterdam, Cidade, Ponte, Rio, Sol, Edifício

Quando comecei a namorar o meu então marido, ele, um amante de bicicleta, comprou uma de presente para mim.

Para seu desapontamento, andei umas 5 vezes. Apesar de saber andar de bicicleta, eu comecei a sentir medo, já que meus pés não alcançavam o chão o tanto quanto eu gostaria.

Mesmo rebaixando o banco até o limite, ainda me sentia insegura, pois apenas as minhas pontas dos pés encostavam no chão, o que segundo meu marido, era a posição correta para não prejudicar meus joelhos.

As poucas vezes que saí com essa bicicleta, eu tinha que tomar muito cuidado para não desequilibrar e sair tombando no meio da rua. Tanto que eu tentava sempre parar cuidadosamente no meio-fio, para ter uma elevação onde meu pé pudesse alcançar o chão.

Comprei cestinha, campainha, capacete colorido, mas nada me animava pra andar nessa bicicleta. Até que eu desisti e me desfiz da bicicleta.

Foi só quando fui para Amsterdã, que eu descobri que tinha outros tipos de bicicletas. No meio de milhares de bicicletas e ciclistas, eu aluguei uma bicicleta para andar pela cidade. E pela primeira vez, senti como se ela fizesse parte do meu corpo, diferentemente da experiência que eu havia tido em São Paulo.

man in black jacket riding bicycle on road during daytime

E expliquei para o meu marido que era aquele tipo de bicicleta que eu estava procurando.

Foi aí que ele entendeu que tinha comprado uma bicicleta errada para mim. Ele tinha comprado uma mountain bike, mas eu estava sentada em uma bicicleta urbana.

Até então, pra mim bicicleta era bicicleta, não sabia que tinha mais do que um tipo de bicicleta…

Só depois que entendi que bicicleta é parecido como uma roupa. Você tem que saber pra que finalidade vai usar, e ter uma bicicleta do tamanho certo. E aí sim, comprar o modelo certo de acordo com o seu tamanho: mountain bike, bicicleta urbana, bike fixa, bicicleta dobrável, bicicleta elétrica, bicicleta cargo, entre muitas outras.

Eu queria uma bicicleta para passear, dar uma volta pelo bairro, que fosse confortável para subir e descer, que tivesse um selim grande, que me ajudasse a locomover de um lugar para o outro, preferencialmente percursos curtos.

A que eu estava procurando, era uma BICICLETA URBANA:

Bicicleta Urbana Nirve Starliner Cream

Mas eu estava andando em uma desta aqui embaixo, uma MOUNTAIN BIKE:

Já meu marido, ele anda com uma desta aqui, denominada BIKE FIXA:

Passados alguns anos, mais especificamente em 2017, eu fui em busca de uma bicicleta urbana, e me apaixonei por uma, mas não comprei na hora, porque achei melhor pensar um pouco, amadurecer se iria andar mesmo ou não, já que não queria presenciar uma nova compra errada.

Depois de alguns meses, o modelo saiu de linha, e para completar minha má sorte, a marca deixou de ser importada para o Brasil. E eu, infelizmente tinha perdido o bonde.

Bom, no fundo, nunca tinha desistido.

De vez em quando, procurava nas lojas pra ver se a marca tinha voltado a ser comercializada no Brasil, procurava também no site OLX para ver se alguém estava se desfazendo desta bicicleta.

Eu não queria qualquer bicicleta, queria comprar do modelo e da cor que eu tinha gostado.

Eis que depois de 4 anos, a busca chegou ao fim. Eu finalmente reencontrei a minha bicicleta.

O vendedor topou encarar estrada e trouxe a bicicleta até a minha casa, já que ela estava em outra cidade.

E para completar a minha alegria, a bicicleta estava em perfeito estado, nova.

Toda essa espera valeu a pena, e agora, ela irá me acompanhar por muitos e muitos anos.

~ Yuka ~

32 Comments on “Em busca da minha bicicleta”

  1. Feliz bike nova Yuka!
    Eu tb morria de medo de andar de bike, principalmente em SP. Mas peguei o jeito e agora eu amo! A nossa viagem não seria a mesma sem as nossas bicicletas rs
    E sua bicicleta nova deve ser linda! O que vai te dar mais prazer! A minha é toda cor de rosa, bem diferente do meu estilo. Mas comprei a mais barata que achei na OLX e queria saber se ia usar mesmo antes de investir. Agora na viagem, a gente tá “surrando” tanto as bikes que fica até agradecida delas serem feias, porque dá menos dó!
    Aproveite!
    Beijos Elsa

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    • Oi Elsa, a bicicleta é lindaaaa, meu marido ficou tirando sarro de mim, disse que é a primeira vez em 10 anos que me viu lustrando alguma coisa kkkkk. Vocês nem precisam de bicicleta, vocês andam pra caramba, em breve, poderão fazer os Caminhos de Santiago a pé rsrs. Beijos.

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    • Oi Yuka!!!

      Que maravilha encontrar uma bicicleta para chamar de sua. Eu tbm comprei recentemente uma bicicleta urbana e adoro andar com a minha filha na cadeirinha. Faz um bem danado. Beijos

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      • Oi Fernanda. Que delícia você andar com sua filha na cadeirinha!!!! Minhas filhas pedem pra eu carregá-las também, mas não tenho preparo físico rsrs. Estou sedentária desde o início da pandemia, e sinceramente, mal aguento carregar meu próprio peso kkkkk. Beijos.

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    • Oi Rose, ah sempre é o momento certo para aprender algo novo. Faz tempo que eu não andava, até achei que iria ser mais difícil, mas até que não. Bem que dizem que uma vez que a gente aprende, a gente nunca mais esquece rs. Beijos.

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  2. Excelente, Yuka! Eu me encontrei com o uso de bicicleta como meio de transporte. Para as minhas necessidades diárias, cumpre o seu papel. Em dias de chuva ou para lugares que não tenho segurança para estacionar a bike, uso app de carro e, assim, tenho uma baita economia.

    Beijos.

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    • Oi Thiago, olha, se eu morasse ainda em SP, com certeza eu iria me preparar para usar a bicicleta como meio de transporte, já que a distância até à minha casa antiga até o trabalho era de “apenas” 5km, e não tem ladeira. Mas agora, morando em outra cidade, já é missão impossível (menos para o marido, claro, que faz questão de ir de bicicleta mesmo assim rsrs). Beijos.

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  3. Oi Yuka, que legal que você achou a bike que você queria!

    Eu andei de bike até os 20 e poucos, depois disso nunca mais tinha andado. Agora na pandemia tive vontade de novo, e mês passado comprei uma para mim. Eu olhei uns modelos na internet, testei uma emprestada, que não deu muito certo. Como não sabia qual modelo era adequado para mim, fui em uma loja aqui perto e experimentei algumas. Acabei comprando uma dessas também, que eu chamo de retrô, não sabia que o nome era urbana. Já dei uns passeios bem legais, mas tenho muito medo de andar na rua perto dos carros, por enquanto estou saindo só aos domingos porque tem algumas ruas que fecham para passeios e dá para andar tranquilamente.
    Impressionante é que peguei o jeito de novo rapidinho, achei que ia demorar mais.

    beijo, Daniela

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    • Oi Daniela, eu também ainda tenho medo de andar no meio dos carros, então aproveito as ciclofaixas de domingo. Quem sabe com o tempo eu não tomo coragem para ir a lugares próximos usando a bicicleta como meio de transporte? Lembra do custo associado do post da semana passada? Então, agora estou procurando um bagageiro e capacete para mim kkkk. Mas eu já sabia desses custos antes de comprar a bicicleta, então está tudo ok rs. Beijos.

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      • kkk, eu já comprei o capacete junto com a bike, e a trava também, mas nem sabia que dava para colocar bagageiro. A minha tem uma cestinha, dá para carregar alguma coisa ali se precisar (só não dá para dar carona, hehehe)

        beijo, Dani

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  4. Olha quando fui tirar carta de moto tinha algumas moças de estatura baixa (ou média não sei kkkk) e elas tinham uma dificuldade enorme pra se equilibrar nas motos de auto escola , pois são motos normais e elas não davam pé. Seu relato me fez lembrar a dificuldade delas, pois fui pilotar uma moto alta esses tempos e achei muito difícil. Tenho 1,75.

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    • Oi Beatriz, você é alta, eu tenho 1.60m (em cada médico, eu tenho um tamanho… às vezes tenho um pouco menos, outras vezes tenho um pouco mais rsrsr), então eu sempre sofri nessas bicicletas com selim alto. Agora já passou (um pouco) a vontade, mas eu sempre tive uma tara por vespa, acho lindo, principalmente pela facilidade de entrar e sair da moto. Uma moto comum, dessas que você falou da auto escola, certeza que eu não ia alcançar o pé rsrsrs. Beijos.

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  5. Olá Yuka!
    Impressionante como vc é atenta a tudo né?! Que bom que descobriu sua bicicleta e teve todo o cuidado de “encontrar algo que te sirva e não se obrigar a aceitar o que vier pelo mercado”.
    É muito digno o cuidado que tem com a seleção dos objetos, é um respeito pelas coisas (que deixam de ser tão descartáveis), quanto por vc mesma que ” não é obrigada a se conformar com algo mais ou menos..” hehe!
    Bom proveito! Andar de bicicleta traz bons momentos!

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    • Oi Cinthia, quando comprei essa bicicleta, a primeira coisa que falei pro marido foi: “essa bicicleta dura mais que 10 anos, né?” já que comprei pensando em ficar com ela por muito tempo rsrs. Já estou aqui pensando no dia em que a família toda poderá sair na rua para passear de bicicleta. Eu era a única que não tinha bicicleta ainda, mas estava resistindo em comprar qualquer modelo, porque eu nunca tinha perdido as esperanças de reencontrá-la rs. Afinal, valeu a pena esperar. Beijos.

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  6. Eu não faço ideia de bicicletas nem qual é melhor ou pior; na minha cidade tudo mundo anda de bicicleta herdada e se vira, hehehe. Mas li seu post trocando bicicleta por “vida” e marido por “pessoas, mundo em geral”. A jornada minimalista é isso, né? Encontrar a sua bicicleta, mesmo que o mundo, inclusive de boa fé, tente te convencer de que a outra bicicleta é o que você precisa. No final, a bicicleta ideal de um pode não ser a bicicleta ideal do outro 🙂 E somos nós que temos que encontrá-la.

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    • Oi Bhuvana, analogia perfeita! É isso mesmo, o que é bom para um, nem sempre é bom para o outro, já que temos experiências diferentes, história de vida diferente, expectativas diferentes e gostos diferentes. A resposta está sempre dentro de nós. Beijos.

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  7. Olá, Yuka! Acabei de conhecer seu blog.
    Bom, eu também andava muito de bicicleta na infância, meu namorado também é ciclista, vai até de uma cidade até outras em grupo e um dia me levou pra um passeio com a bicicleta dele. Passei os mesmos perrengues que você. Achava alta (ele tem a minha altura e dizia que a bicicleta não era alta), mas eu também ia pro meio-fio pra poder subir, quase cai em frente a um ônibus porque eu desequilibrei. Enfim, não gostei dela. Quando fui à São Paulo, alugamos umas mais simples e consegui fazer o passeio bem devagar por vários parques e ciclo faixas, em uma bicicleta daquelas que vendem em supermercado (que ele detesta porque não é profissional), mas que eu me diverti bastante. Por um tempo pensei comprar uma, acabei desistindo por medo de não andar, mas seu post reaqueceu minha vontade. Fiquei curiosa pra ver sua bike, acho que me adaptaria também à esta urbana.
    Beijos

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    • Oi Francyelly, infelizmente a minha bicicleta não é mais comercializada, então a compra é praticamente impossível. Mas há diversas marcas de bicicleta urbana bem similares, que faz com que as costas fique reta como se estivesse sentada em uma cadeira. O que eu aconselho é que você sente na bicicleta antes de comprar. Isso é muito importante, porque a altura do cano da bicicleta muda muito conforme o quadro da bicicleta. Há bicicletas urbanas mais altas, e há bicicletas urbanas mais baixas. Como disse no post, é como escolher roupa, terá que sair experimentando até encontrar um que sirva muito bem para você. O que eu fiz também foi medir a altura do chão até a cava da minha perna (será que é assim que fala?), pois assim saberia a altura máxima que poderia ter o selim da bicicleta. Enfim, para quem se sente inseguro com uma bicicleta (que é o nosso caso), comprar uma bicicleta adequada pode ser um desafio rsrs. Tem algumas sendo comercializadas, já chegou a ver? Bicicleta Kayoba City, Bicicleta Retrô Vintage Mobelle, Bicicleta Feminina GTS Retrô. Só precisa ver a altura do selim. Beijos.

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  8. Olá Yuka!
    Acompanho há bastante tempo o blog e adoro! O meu comentário não tem a ver com o conteúdo do post… é apenas uma sugestão.
    Há tempos venho tentando seguir o minimalismo também nas redes sociais…. e ultimamente tenho me sentido esgotada mentalmente (você já até falou sobre isso aqui)….
    Você poderia fazer um post falando sobre as redes sociais… tenho curiosidade de saber como lida com isso.
    Acho que o instagram é a rede que mais me prende (e a mais desnecessária). Mas parece que como todos estão lá é difícil abandonar… já tentei excluir o perfil mas acabo voltando e é frustrante.

    Adoro seus conteúdos… me ajudam muito. Obrigada por disponibilizar seu tempo para nos trazer conteúdos tão bacanas!

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    • Oi Vanessa, tudo bem? Redes sociais é a nova droga dos tempos atuais, é um vício muito difícil de se livrar mesmo. E as empresas sabem disso, e fazem de tudo para nos prender cada vez mais, afinal, quanto mais tempo passamos olhando para as telas, mais as empresas pagam para essas plataformas para vender seus produtos. Eu sei esse sentimento que você fala, de que todos estão lá e que é difícil abandonar. Eu senti exatamente isso quando resolvi sair do Facebook há alguns anos. É como se de repente você sumisse e ninguém sentisse sua falta, é como se você fosse a única que desceu de um brinquedo e todos estão lá, brincando, felizes, enquanto você foi esquecida do mundo. Não sei se você consegue enxergar, mas eu conseguia enxergar muito bem como me fazia mal. Eu olhava para a vida dos outros, e sentia que eu não tinha amigos o suficiente, não era rica o suficiente, não era legal o suficiente, não tinha uma família unida o suficiente, não viajava tanto quanto eles, enfim, era uma comparação doentia. E o tempo foi me mostrando que a vida que essas pessoas postavam eram uma grande mentira. Eu sabia que por trás daquela declaração amorosa, o casamento estava falido (porque era minha amiga e ela me contava o que estava acontecendo), que por trás daquela viagem maravilhosa, havia uma dívida praticamente impagável, que aquele filho que parecia um anjo na foto, estava causando grandes problemas para os pais, que por traz daquele casal todo sexy, os dois não tinham relações por meses, e assim por diante. Com o tempo comecei a parar pra pensar… eu gasto meu tempo para ficar vendo…. mentiras? Foi aí que comecei a falar que eram “redes de mentiras sociais”. Comecei a pensar que não tinha tempo para ficar vendo mentiras dos outros, pra ficar conversando com colegas ao invés de amigos que amo… e hoje digo que a troca valeu muito a pena. Meus amigos verdadeiros são bem próximos de mim, sei até se eles estão com unha encravada ou não. É ilusão achar que temos tempo para tudo e para todos. Nós não temos. Se estamos passando muito tempo nas redes sociais, algo está sendo deixado de lado. É algo para refletir, como queremos passar o pouco tempo que temos. Vou ver se escrevo um post sobre esse assunto, o comentário está ficando longo rsrs. Beijos.

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      • Oi Yuka, tudo bem?
        MUITO obrigada pela resposta, me sinto como se estivesse falando com alguém conhecida! Você é muito atenciosa com seus leitores, gratidão por isso!

        Sim, eu consigo enxergar o quanto me faz mal, eu ando tendo crises de ansiedade que antes não tinha. Percebo que quando fico sem acessar redes por alguns dias eu me sinto muito melhor! Eu vivo a MINHA vida sem me comparar com os outros, pois no meu caso fico chateada porque não consigo melhorar a vida profissional, e como consequência financeira, mesmo após 8 anos de formada. Enquanto meus amigos das redes sociais passam em concurso, arrasam em seus escritórios e tem filhos.

        Já consegui me livrar de outras redes sociais (Facebook), mas: WhatsApp não consigo, pois moro em outra cidade e mantenho contato com a família por lá(sendo que por mim eu teria um aparelho telefonico que só faz/recebe ligações). Linkedin eu mantenho para ver vaga de empregos (e ele não toma meu tempo).
        O meu problema GIGANTE é o Instagram.

        É um sentimento muito complicado pois eu preciso me colocar profissionalmente, e parece que isso é sinônimo de redes sociais hoje em dia! Até que analisei muito e decidi escrever um blog com assuntos jurídicos e manter um Linkedin, pois pareço de outro planeta se jogarem meu nome no google e não acharem nada.

        Eu vejo marketing, coaches, e parece que se eu não tiver uma “posição” no instagram, de perfil profissional, não vou conseguir me colocar no mercado de trabalho.

        E justamente essa ambiguidade vem do fato de eu estudar para concursos (o que eu poderia me exluir do mundo virtual tranquilamente) e a tentativa de arrumar um novo emprego, até passar em um concurso.

        Mas quando conversos com pessoas que não são minimalistas e nem nada, eu escuto “é só ter equilíbrio”. E eu não tenho…. E o instagram anda tão complicado que para você excluir a conta não é automático… se vc acessar novamente em alguns dias o perfil volta, e eu acabo voltando…. um ciclo vicioso.

        Desculpa o comentário longo, virou uma carta, mas esse é meu sentimento.

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        • Vanessa, participando da conversa: tem gente que consegue ter equilíbrio sim. Porém, são a imensa minoria, sendo realista. Se não fossem, essas redes não estariam lucrando tanto. Acho que muitas pessoas sequer tem ideia do tanto de tempo que gastam em redes sociais. E sabe, mesmo que todos conseguissem e você não, você tem que viver a sua vida, não a dos outros…você não consegue? Bem vinda ao time. Exclui hoje o Instagram e sai de um grupo de Facebook, porque eu estava simplesmente viciada. Estabeleci horário para entrar e sair do WhatsApp (não fixos, mas eu não posso mais estar disponível 24h para as pessoas). E vou ver o que dá, porque eu quero minha vida de volta….

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          • Oi Diana, acho legal quando acontece esses estopins na nossa vida. Quando a gente consegue perceber os excessos, cansamos de tudo e resolvemos cortar o mal pela raiz. Eu já fui muito viciada em televisão, viciada mesmo… e quando a televisão quebrou bem na minha licença-maternidade, eu achei que fosse morrer kkkk. Mas no final, foi a melhor coisa que poderia ter acontecido. Tirar a televisão me abriu outras oportunidades, e vi que poderia fazer muito mais coisas legais do que ficar lá sentada assistindo tv. Um beijo.

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        • Acho que o problema da maioria atualmente é o Instagram mesmo. Particularmente falando, acho o Instagram pior do que o Facebook. Quando a gente vê todo mundo postando, se sente obrigado a também postar algo, e aí seu colega também vê isso e se sente obrigado a postar também, e aí vai virando um círculo vicioso. Também não foram poucas as vezes que eu vi grupinho de pessoas sérias, mas sorriam de orelha a orelha para tirar a foto e 1 milésimo de segundo depois todos fechavam a cara de novo cada um no seu celular. Eu olhava aquilo e ficava pensando que quem olhasse aquela foto no Instagram vai imaginar que o grupo é super animado, unido, sorridentes…. só na foto, né? É uma felicidade plantada. Outro problema muito comum que as redes sociais causa além do FOMO (Fear of missing out – medo de ficar de fora) é a falta de concentração. Tente ler um livro…. verá que sentirá dificuldades para se concentrar. Quem está de fora consegue enxergar, mas quem está do lado de dentro tem dificuldade de enxergar esses sintomas. Conheço colegas que seguem pessoas que não gostam, só pra poder encontrar algum defeito, só pra dar risada da roupa, do cabelo… eu não quero esse tipo de energia negativa rondando pra cima de mim. O “acessar novamente em alguns dias” talvez seja porque você não substituiu o seu vício por outro vício. Tente substituir por um vício bom. Toda vez que você sentir vontade de instalar de novo o aplicativo, tente ler um livro (tem que ser algum livro bem legal que você queira ler) ou faça qualquer outra coisa que você gosta muito de fazer. Lembre-se que o mundo inteiro está viciado em redes sociais, e que será muito difícil no início… mas valerá muito a pena o esforço. Beijos.

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  9. Boa noite, Yuka. Muito bom seu texto. A resiliência e o pensamento positivo fez você encontrar a sua bike. Aproveite muito. Seus textos traz uma paz pra nós leitores…eu me identifiquei porque eu tenho uma bike que uso como meio de transporte. Carro só pra vender e lucrar. Ótima semana. Robson

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    • Oi Robson, é muito satisfatório quando encontramos algo que estávamos querendo há tempos. Meu marido é que nem você, usa a bicicleta como meio de transporte. Eu ainda sou bastante preguiçosa, mas aos poucos chego no nível de vocês rs. Beijos.

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  10. Pingback: Viciado em compras | Viver Sem Pressa

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