A vantagem de aliar a jornada FIRE com o minimalismo

Maratona, Concorrência, Desporto, Resistência, Executar

Há algumas semanas, recebi do Renato, do Reminiscências, o seguinte comentário em relação à minha jornada FIRE:

“Encarar a questão pelo aspecto do minimalismo me pareceu uma estratégia inteligente da sua parte. Você encara como uma maratona, um investimento de longo prazo onde se escolhe um ritmo confortável e segue com ele. É justamente esse aspecto da sua estratégia que acho muito inteligente. Isso te alivia de um tremendo stress e descreve o aspecto da disciplina (suave) necessária na sua caminhada.”

Quando li esse comentário, senti um “Eureka!”.

Que frase genial. É exatamente isso!!!

Quem corre uma maratona sem administrar a própria potência, não tem fôlego para chegar até a linha de chegada.

A mesma coisa acontece com dietas radicais. De um dia para o outro, a pessoa simplesmente para de comer tudo o que gosta, para viver de alface. É claro que não vai durar. É claro que vai ter um dia em que a pessoa vai se esbaldar nos alimentos que cortou e ter o efeito rebote.

Isso também acontece nas finanças pessoais. Quem já fez corte de gastos de forma radical sabe, que no início as coisas tendem a dar certo, mas depois de algumas semanas, alguns meses, o suportável se torna insuportável e como uma avalanche, vai acabar comprando tudo o que não comprou (e mais um pouco) nas últimas semanas.

Para evitar esses cenários desastrosos, o minimalismo pode ser o grande aliado da independência financeira. Viver uma vida significativa, sem precisar “empurrar” os sonhos para depois, já que minimalismo é viver com o que você considera suficiente para ser feliz (ou seja, ter a quantidade exata das coisas que ama e acha importante) e eliminar os excessos.

Se você gosta de sentir o cheiro das páginas dos livros, mas compra e-books para economizar, você vai sentir um vazio lá na frente.

Se você sempre gostou de viajar, mas não viaja para economizar, vai sentir um vazio lá na frente.

Não significa reduzir ou deixar de comprar algo que considera importante. Significa reduzir o consumo de coisas que não possuem valor para você, para gastar nas coisas que são importantes.

Eu parei de comprar presentes para terceiros por obrigação, parei de trazer souvenirs para todo mundo toda vez que fazia uma viagem, parei de comprar sapatos caros que não duravam 6 meses no meu pé, parei de comprar livros que nunca vou ler, cursos que nunca vou fazer, roupas que nunca vão entrar em mim, aliás, parei de comprar tantas coisas… E foi assim que o dinheiro começou a sobrar para gastar nas coisas que eram importantes para mim.

O quesito moradia é algo muito importante para mim. Eu já fui assaltada algumas vezes em São Paulo, e por esse motivo, tive medo de sair de casa durante um período da minha vida. Morar em um bairro seguro foi a forma que encontrei para manter a minha saúde mental.

Para poder gastar mais na moradia e ainda manter minhas contas equilibradas, abri mão de coisas que não eram importantes. Mas vejam só, por não serem importantes, não senti falta de nada do que ficou pra trás.

Descobrindo o equilíbrio, pronto, descobriu o “ritmo confortável” para correr a maratona da Independência Financeira.

~ Yuka ~

26 Comments on “A vantagem de aliar a jornada FIRE com o minimalismo”

  1. Sensacional o ponto de vista!

    Vai muito além de pegar fórmulas prontas e tentar “enfiar a vida ali dentro”, seja num frugalismo extremo ou na ostentação.

    É descobrir o que é importante pra si mesmo e descartar o que não faz sentido.

    Haja autoconhecimento Yuca! Te admiro muito pq sinto nas suas palavras uma conexão forte com a essência, isso é admirável.

    Aceitamos dicas também nesse sentido, de como descobrir o que é realmente importante. O livro “Dinheiro e Vida” traz uma tabela para irmos anotando o grau de satisfação proporcionado pelos gastos, mas ainda não coloquei em prática. Vocês utilizam algum método para irem descobrindo o que importa para a família de vocês? Ou é na base do diálogo e experimentação mesmo?

    Sempre grata por vir aqui e encontrar suas palavras nas manhãs de domingo.

    Bjos!!

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    • Oi Cinthia, tudo bem?
      Vou tentar pensar algo a respeito da sua pergunta “como descobrir o que é realmente importante”. É uma pergunta profunda, não saberia te responder prontamente rsrs. Só sei que foi um processo, na base do erro e do acerto, comprava alguma coisa e depois de alguns dias tentava avaliar se tinha exagerado, se tinha comprado sem pensar, se foi por impulso, se aquilo fez sentido pra mim, se facilitou ou não a minha vida, se trouxe satisfação, se fez com que parasse de querer comprar outras coisas, enfim, são várias perguntas. Mas vou pensar a respeito e tentar publicar um post sobre o assunto mais pra frente. Decidiu se vai comprar ou não a cobertura? Um beijo e bom domingo pra você.

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      • Grata por buscar nos auxiliar a fazer esse auto exame!! Penso que conseguir definir o que é importante é crucial para evitar aquele sentimento de privação que pode acontecer… Tipo no casamento, onde dizem que o ideal é tentar concordar com o parceiro nos “grandes temas”: filhos, religião e dinheiro, o resto vai se ajeitando…

        Grata por lembrar do meu dilema! Hehehe! Resolvemos adquirir a cobertura, fizemos a mudança e limpeza praticamente sozinhos (mas tivemos auxílio familiar para aquisição), hj mesmo eu disse pro marido: a sensação que tenho é de estar morando numa casa de praia (que eu tenho sonho de morar próxima do mar).. hehe! Não sei se é pq tem uma praça com coqueiros na janela da cozinha, ou se é pq é mais bonito que as outras casas onde moramos… Tirando que algumas pessoas “crescem o olho” ao fazer algum orçamento, e a necessidade de alguns reparos em armários/toldos, por enquanto está caminhando bem, graças a Deus. Torço para que o financiamento não nos prenda na mesma cidade “para sempre”, mas estou bem contente aqui na varanda, vendo a chuva cair e a lua nascer, nesse início de noite de domingo.

        Me lembro do que vc disse: o importante é ir “concretizando sonhos”, ao riscar metas do caderno, dá mais coragem de correr atrás das próximas. Gratidão por ser uma inspiração para todos nós.

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        • Oi Cinthia, que bacana que vocês adquiriram a cobertura. Acho que é isso mesmo, vocês vão continuar aportando todos os meses, as se as contas estão ajeitadas, temos que realizar sonhos que nos trazem felicidade. É isso que faz nossa vida valer a pena. Sair de São Paulo era um sonho antigo do marido, e depois de 10 anos juntos, finalmente conseguimos isso para ele (apesar dele sentir falta do nosso bairro antigo kkkkk). Um beijo.

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  2. Realmente, Yuka. Este ano percebi o quanto estava sobrecarregada com coisas que não levam a nada e, além de tudo, levam meu tempo e dinheiro. Me inscrevi em cursos que não terminei (mas pretendo, afinal paguei) e parece que todo mundo enlouqueceu com essa história de live (não aguentei e resolvi não assistir mais). Decidi fechar meu consultório e ficar somente no outro emprego (se aparecer alguém para atendimento via Skype eu faço). Estou cansada disso, ver meu dinheiro escorrer pelo ralo e não ter retorno (a dona da clínica prometeu mundos e fundos, ajudar com marketing principalmente, e no final eu fazia tudo sozinha, mesmo eles sabendo que eu tenho outras atividades.). Enfim, o que está matando não é o minimalismo e sim a pandemia (ficar em casa até fez sobrar mais dinheiro, mas a qualidade de vida diminuiu bastante). Agora saio de casa (fiz Home Office por 5 meses) para trabalhar, mas me sinto em regime semi-aberto (sair para trabalhar e depois voltar para dormir na prisão). Outras pequenas atividades já não dão prazer, como ir ao supermercado, pois tem que ficar se preocupando em usar álcool e máscara. Enfim, estou usando esse tempo para refletir sobre muitas coisas. Uma boa semana para você.

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    • Oi Carol, eu também tive a mesma sensação de que as pessoas tinham enlouquecido de fazer lives diariamente, lives longos, de 2 horas rsrs… imagine quem for assistir a todos, não vai fazer mais nada da vida. A qualidade de vida piorou mesmo, não tem jeito. Querendo ou não, não temos mais a liberdade de ir e vir (com o medo constante da Covid), não encontramos mais com os amigos, não passeamos mais, não encontramos mais com os familiares, as crianças não vão mais para a escola, enfim, é uma sensação de prisão mesmo. Você falou que pequenas atividades que antes davam prazer, já não dão prazer. Eu também sinto isso, tenho inclusive dificuldades de ler livros, cozinhar para a família, acho que deve ser ansiedade. O jeito é tentar fazer o mínimo necessário para manter as coisas em ordem, e tentar não nos sobrecarregar. Um grande beijo.

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  3. Bom dia! Acompanho seu blog há um bom tempo. E por algum tempo pensei na possibilidade de me esforçar ao máximo independência financeira. Foi ótimo, consegui juntar uma grana e estava sem dividas. Mas essa ideia parou de fazer sentido para mim. Eu cansei de morar de aluguel em apartamento e resolvi comprar uma casa. E hoje eu penso em aproveitar a grana extra para viajar mais com a familia, que é uma coisa que eu e meu marido amamos.
    Claro que me esforço para gastar meu dinheiro de maneira racional. E tenho também dinheiro investido, mas hoje não penso em aumentar esse valor a ponto de alcançar a independência financeira pois para mim exigiria demais. Também gosto do meu trabalho, não me imagino saindo dele para ficar em casa.
    Enfim, só uma ideia mesmo que me ocorreu, que a independência financeira não é o perfil para todo mundo e tudo bem também.

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    • Oi Juliana, faz total sentido sim o seu comentário. Eu tenho alguns amigos que também estão nessa jornada, mas eles não fazem questão da independência financeira antecipada, mas sim, da independência financeira para quando forem mais velhos, enquanto outros não pensam na IF, pois já possuem muitas contas a pagar, e poupar boa parte do salário acabaria prejudicando inclusive na qualidade de vida da família. Cada pessoa precisa encontrar o seu próprio equilíbrio, e pelo jeito você já encontrou o seu, e está perfeito. O problema começa quando alguém tenta viver a vida de outra pessoa, o que pode trazer um vazio interno, e mais posteriormente, a infelicidade. Você escreveu que “a independência financeira não é o perfil para todo mundo” e concordo plenamente, o importante é viver de acordo com que traz felicidade, pra quando formos olhar para trás, não venha arrependimentos de não ter vivido bem, afinal, mais importante que a IF, é tempo de qualidade. Um grande beijo.

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  4. Achei seu texto uma eureka!rsrs
    Consegui encontrar o ponto de equilíbrio entre ter uma vida financeira saudável,minimalista e com qualidade.
    Tenho particado o orçamento base zero que aprendi com você,estudado,investido,planejado e me qualificado para melhorar minha renda.Tudo de forma equilíbrada para não perder minha saúde física e mental.
    Acredito que para descobrir nosso ponto de equilíbrio é necessário realizar uma profunda reflexão interna para depois começar as mudanças externas.

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    • Oi Marcela, sim, você tem razão. Encontramos o ponto de equilíbrio quando nos conhecemos o suficiente. É como se fosse a parte de baixo do iceberg, ninguém vê, mas sabemos que está lá. Como você escreveu, primeiro vem a mudança interna, pra depois refletir na mudança externa. Beijos.

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  5. Yuka, tudo bem? Sou nova em São Paulo e estou na jornada Fire, e procurando um apartamento melhor lozalizado(to pensando em segurança e vender o carro, atualmente moro no extremo sul). poderia compartilhar o bairro ou região que morava aqui?

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    • Olá, tudo bem? Eu morava na região da Vila Mariana, mas como você disse que mora no extremo sul, há outros bairros interessantes e um pouco mais em conta como o bairro da Saúde (já morei bem perto do metrô e gostava também). Beijos.

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  6. Oi Yuca! Falando sobre o que é importante, há poucos dias terminei um relacionamento que já ia fazer 4 anos e um dos motivos que pesou muito na minha “desilusão” foi perceber que meu parceiro não compartilhava o sonho da independência financeira comigo. Ele até dizia que compartilhava, que admirava, coisa e tal, mas tinha uma vida super bagunçada, negócios e bens misturados com familiares e nesse meio tempo que estivemos juntos nada mudou. Enfim, teve outros motivos importantes também, mas para mim eu vejo que o sonho da liberdade é essencial. Eu ainda tenho medo de fazer investimentos como você faz, mas adoro ser minimalista e não tenho muitas necessidades, meus gastos extras são apenas com livros, como você citou no texto, o que eu considero de um custo/benefício incomparável – as viagens que mais amo são as que faço na leitura! Na próxima década quero focar na independência financeira, eu já tenho 32 anos de idade e agora sem um relacionamento vejo distante a possibilidade de filhos. Na verdade, eu nem sei se quero ter filhos. Mas, infelizmente, como para a mulher existe o fator tempo para a maternidade, eu me sinto um pouco ansiosa sobre esta questão. Você acha que seria feliz a longo prazo sem filhos? Eu sei que você tem duas belezuras que com certeza ama muito, estou te perguntando isso só pra ter uma visão de alguém confiável que já passou por essa experiência. Enfim Yuca, eu sempre leio seus textos e compartilho com meus amigos e familiares, aqui com certeza é um oásis de paz e calma. Como eu já queria estar nesse caminho FIRE também!!! Abraço.

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    • Dane, minha querida. Sobre o fim do seu relacionamento, você foi muito corajosa de seguir em frente, não deve ter sido uma decisão fácil. Antes de namorar meu marido, eu também terminei um relacionamento por não ser o que eu esperava, apesar de gostar da pessoa. Eu terminei, porque pensava que enquanto estivesse com alguém que nem era a pessoa que eu queria ficar junto para sempre, para a sociedade, eu estava comprometida, ou seja, a chance de alguém se interessar por mim seria muito pequena, eu precisava estar livre e desimpedida para conhecer pessoas novas. Achei bonitinho você falar que “na próxima década quero focar na independência financeira”, e tenho certeza que irá conseguir por 2 fatores: porque você está determinada, e isso é muito importante. E pela questão dos 10 anos. Eu também acredito que a cada 10 anos acontece um renascimento, fora que é um prazo super viável (diferente de algumas pessoas que querem alcançar a IF em 2, 3 anos). Caminhe com calma, 1 tijolo por tijolo (ou melhor, 1 real por 1 real rsrs), sempre lembrando que para o primeiro milhão, é necessário começar pelo primeiro real. Sobre se você seria feliz sem filhos, é uma pergunta muito difícil de responder. Mas posso te auxiliar de outra forma. Eu não tinha vontade de ser mãe, nunca tive essa vontade que outras mulheres relatam com tanta naturalidade, nem quando casei pela primeira vez. Foi só no meu segundo casamento, que essa vontade veio, eu amava tanto o meu marido que pra mim, ter filhos se tornou algo natural. Essa história pode se repetir com você no ano que vem, talvez daqui a 5 anos, 10 anos, quem sabe. E é aí que quero introduzir sobre esse assunto. Já pensou sobre congelamento de óvulos? Os nossos óvulos, assim como o restante do nosso corpo, envelhece e a qualidade decai com o tempo. Você disse que tem 32 anos, ou seja, está com a idade ideal para congelar óvulos. A partir dos 35 anos, a medicina não considera nossos óvulos/corpo como jovem. Sei desses detalhes, porque tenho uma amiga que engravidou com inseminação artificial e uma outra amiga que acabou de congelar óvulos. Congelar óvulos não garante nada, mas faz com que não tenha pressa, e consiga pensar com calma, sem ter o relógio biológico batendo na sua porta. Se lá na frente, a decisão for “não quero ter filhos”, será ok. Mas se a decisão for “quero ter filhos”, você terá uma probabilidade maior de poder engravidar. A medicina evoluiu muito e se temos essa opção, é a opção que eu escolheria, caso eu tivesse dúvidas em relação a ter ou não filhos. Um grande beijo.

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      • Yuca, eu me emocionei com sua resposta! Obrigada por se importar…! Realmente não tem sido fácil pra mim o término, mas eu cheguei na conclusão que preferia passar por esse sofrimento agora do que daqui a sabe-se lá quantos anos – eu realmente não estava vendo perspectiva de futuro satisfatório para nós como casal. Enfim, o jeito é passar pela dor com coragem. E eu não sabia que o congelamento de óvulos já é algo acessível nem sobre a idade ideal pra isso, vou pesquisar sim a respeito! Que bom eu ter falado sobre isso com você… não tinha pensado seriamente nesta opção. Beijão!

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        • Oi Dane, término nunca é fácil, principalmente quando ainda gostamos da pessoa, mas a pessoa não é aquela que queremos ficar para o resto da vida. Como disse, terminar um relacionamento assim é muito mais difícil do que terminar relacionamento por termos sido traídas. Eu sempre digo para as minhas amigas que amar é para os corajosos, passe por um período reclusa, cuidando do seu jardim. Em breve, as borboletas virão.

          “O segredo é não correr atrás das borboletas…
          É cuidar do jardim para que elas venham até você.
          No final das contas, você vai achar,
          não quem você estava procurando,
          mas quem estava procurando por você!”

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    • Oi, Dane! Posso deixar aqui minha história? Também sou minimalista e também adoro ler, então me identifiquei com você. Quando me casei, eu e meu marido conversamos e decidimos que não queríamos filhos – sendo que, se eu mudasse de ideia, ele me apoiaria. Os anos se passaram, nunca tive vontade e meu relógio biológico jamais apitou. Tenho 44 e estou muito feliz assim. Se algum dia eu tiver muita vontade, acho a adoção uma opção muito bonita.

      Às vezes as pessoas questionam? Sim, inclusive a família. Mas não me incomodo porque, afinal, a vida é minha e quem toma decisões – e lida com os resultados delas – sou eu.

      Você já leu “Mães arrependidas” (https://amzn.to/35r0gzN)? Assim como tem gente que se arrepende de não ter filhos, também existe o contrário. É um tabu e ninguém gosta de falar nisso, e é algo a se levar em consideração.

      Particularmente, acho que uma mesma pessoa pode ser feliz com filhos e feliz sem filhos. Cada escolha tem suas vantagens e desvantagens, alegrias e tristezas, como tudo nessa vida.

      Boa sorte na independência financeira!

      (A propósito, Oi, Yuka! Seu blog é ótimo!)

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  7. Olá,
    Sou sua seguidora há algum tempo, sempre gosto muito de suas publicações, mas hoje senti necessidade de lhe cumprimentar, pois esse foi o post mais importante para mim.
    Descobrir o que de fato é importante para minha vida e estabelecer o ritmo das coisas dentro do que de fato eu gosto.
    Maravilha, parabéns pelo seu trabalho!!!

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  8. Olá Yuka
    Acompanho o blog a muito tempo e aprendi muito! Nunca os teus textos fizerem tanto sentido pra mim como agora. No meu novo trabalho as pessoas me questionam pq vou de bicicleta, pq levo lanche e/ou almoço de casa, etc. Prefiro viver um(ou dois) degraus abaixo das minhas possibilidades e investir no que realmente faz sentido pra mim. O patrimônio que tenho está pago e não tenho nenhuma dívida. Mas não fico me expondo e dando explicações ou dando aula de economia, na maioria das vezes é perda de tempo! Estou perto de me aposentar e estamos investindo em uma chácara que será nosso pedaço do Céu. Obrigada! talvez se eu não tivesse aprendido contigo tantas coisas hoje eu não estaria nesse ponto da minha vida. Um grande abraço

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    • Oi Clarice, que maravilha seu comentário. Quando sabemos onde queremos chegar, a opinião dos outros passa a não importar. Poupo importa o que os outros acham de nós, pois nós sabemos o que queremos da nossa vida. Nisso, o minimalismo ajuda muito a ter essa consciência. Explicar para os outros é algo que realmente não vale a pena, poucas pessoas irão mudar, e por não conseguirem mudar, debocham do sonho alheio. Parabéns, não tenho dúvidas de que essa chácara será uma grande realização, como você escreveu, um pedaço do céu. Um grande beijo pra você.

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  9. Genial a frase e seus comentários Yuka. Não tem como não usar esta analogia né, cai como uma luva.
    Grande abraço e tudo de bom.

    PS: Leio todo o domingo seus posts, não perco um. Só as vezes não comento.

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