O que você faz com as pedras do seu caminho?

Subir Ao Topo, Subir, Sucesso, Montanhismo, Montanha

Semana passada, uma leitora perguntou quais foram as estratégias que utilizei para mudar minha forma de pensar em relação a alguma coisa que eu queria muito.

Quando eu quero muito uma coisa, costumo pensar tudo de trás pra frente.

Eu penso como estarei e serei, no futuro.

E aí, como se eu estivesse rebobinando a fita (essa é para os antigos heim), vou voltando no tempo até chegar nos dias de hoje.

No caso da Aposentadoria Antecipada, depois que minha primeira filha nasceu, eu descobri o quanto queria ficar perto dela, mas não podia, pois tinha que trabalhar para pagar as minhas contas. Uma coisa óbvia, mas que me fez perceber o quanto eu não era livre como costumava achar. Depois de fazer diversas buscas pela internet, descobri a comunidade FIRE (Financial Independence Retire Early) e eu decidi um limite de idade para aposentar antecipadamente.

Por ter descoberto isso somente depois de me tornar mãe, não poderia parar de trabalhar enquanto elas fossem pequenas, mas saber que era possível parar de trabalhar muito antes da maioria das pessoas me animou muito. Tentei imaginar qual seria uma renda ideal, e assim, estabeleci um valor confortável para viver. Mas vocês sabem que sou muito prudente, e principalmente levando em conta que tenho 2 crianças em idade escolar, achei mais seguro dobrar esse valor. Num cenário com muita folga (vamos chamar de cenário pessimista: aportes baixos, juros baixos), eu poderia me aposentar quando minhas filhas tivessem 16 e 14 anos de idade.

Com o valor mensal (dobrado) desejado na cabeça, fiz o cálculo da Taxa Segura de Retirada de 4% para saber o montante total do patrimônio que eu deveria juntar. Quem tiver dúvida sobre esse cálculo, consulte aqui o artigo do Aposente-se aos 40.

Já ciente do valor do patrimônio total, peguei uma calculadora de juros compostos e fui ajustando as variáveis: 1.) o valor do patrimônio que eu já possuía, 2.) do tempo que eu tinha até a aposentadoria antecipada, 3.) a rentabilidade estipulada, e finalmente, 4.) os valores dos aportes.

Com isso, descobri qual era o valor que eu precisava aportar todos os meses, se eu quisesse aposentar mais cedo. Fui fazendo as contas até chegar dentro dos meus padrões orçamentários. Já com o projeto em andamento, meu papel era eliminar excessos e desperdícios, além de aumentar os aportes para antecipar a data da aposentadoria.

Algo parecido se repete nas outras áreas da minha vida, já escrevi sobre isso no aspecto pessoal: “Como trazer seu futuro para o presente“.

Quando sei onde quero chegar (futuro), não é difícil voltar no tempo até os dias de hoje (presente) para avaliar o que estou fazendo de errado. Assim, tenho tempo suficiente para corrigir minhas atitudes de hoje, para que o meu futuro se torne algo bem próximo do que imagino.

Se há algo que me incomoda e não mudo, meu futuro será uma bola de neve das atitudes não tomadas de hoje. E há uma grande pergunta que joga toda responsabilidade em mim:

“O que estou fazendo hoje para sair desta situação?”

Há 2 anos, publiquei um post com esse título exato: “O que você está fazendo hoje para sair desta situação?“.

Enquanto a resposta for “Nada” eu entendo que não tenho o direito de reclamar, porque não estou fazendo nada para sair daquela situação.

Outra coisa legal de se fazer é fatiar as grandes tarefas em tarefas minúsculas, tão pequenas que são fáceis de serem executadas.

Ou seja, é difícil pensar em algo grandioso como a independência financeira, mas não vamos esquecer que para isso acontecer, precisamos começar com o primeiro 1 real.

Pra mim, são como tijolinhos, um por um, vou assentando, sabendo que uma hora a minha “construção” estará pronta. Com as tarefas é a mesma coisa. Sei que no final de todas as tarefas pequenas executadas, provavelmente, terei grande chance de ter conseguido o que eu quero.

Quem tiver interesse, também já escrevi sobre isso: “Como um sonho pode sair do papel“.

Temos que usar os nossos erros (e os erros dos outros) como uma grande escola. Ter a capacidade de reconhecer os próprios erros e principalmente, ter a humildade para desaprender algo que aprendemos errado.

A dor e a raiva que sentimos podem ser transformadas em várias coisas, uma delas é ressignificar o sentimento ruim e usar como uma mola propulsora. Foi por querer fugir da violência sofrida em casa pela minha própria irmã que eu passei em uma universidade pública em outra cidade. Foi por não querer continuar mais no trabalho em que estava, que eu passei num concurso público concorrido. Foi por causa do meu divórcio que meu segundo casamento está sendo encarado de outra forma. Foi por querer ficar mais tempo com as minhas filhas que eu decidi pela independência financeira.

Os dias difíceis podem se tornar um combustível. Somos forçados a mudar, a ter mais garra, nos tornamos mais fortes, nor tornamos maiores.

Claro que tem muita gente que consegue fazer coisas fantásticas sem passar por dificuldades. Mas no meu caso em particular, as dores foram essenciais para o meu crescimento.

A gente sabe que a vida é um eterno recomeçar e que viver é um desafio. Pedras pequenas e pedras grandes fazem parte do nosso dia-a-dia. Claro que o caminho que seguimos bem que poderia ser mais reto, sem tantas curvas. Mas é o caminho que temos e podemos aprender muito com ele.

Podemos lamentar e reclamar. Ou podemos aceitar os erros, transformá-los em grandes aprendizados e por fim, ter orgulho do caminho que percorremos e da pessoa que nos tornamos.

~ Yuka ~

26 Comments on “O que você faz com as pedras do seu caminho?”

  1. Adorei seu texto! excelente como sempre, me fez refletir que existem muitas pedras no caminho, porém podemos com sabedoria, persistência removê-las, Me vejo daqui a 10 anos independente financeiramente, mas para isso preciso aumentar os valores dos aportes, estou fazendo isso gradualmente, creio que vamos conseguir, porque meu marido tem a mesma meta que eu, juntos somos mais fortes!!!

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    • Oi Lindadrika, seu marido estar junto nesse projeto FIRE é meio caminho andado. Vejo que é uma jornada muito solitária, eu nem consigo conversar sobre esse assunto com meus amigos, a minha sorte é que meu marido também está junto comigo. Que bom para nós rsrs. Um beijo.

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  2. As diversas situações que cada um de nós passa são realmente as melhores referências pra que a gente possa se reestruturar, reerguer e mirar num futuro mais próspero. Eu tb gosto muito de me colocar daqui a 5, 6, 10 anos pra frente a partir das decisões e atitudes minhas hoje. Assim, tudo faz muito mais sentido pra mim.

    Excelente post, Yuka,

    Bjos.

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    • Oi Thiago, acho que o grande motivador é a pergunta “Por que?”. Quando sabemos exatamente o motivo de querermos algo, temos um motivador, corremos atrás e fazemos de tudo para que aquilo se torne realidade. Beijos.

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  3. Oi, Yuka! O que eu mais gosto é que você aborda vários assuntos do meu interesse, mas que não são apenas teoria e sim o resultado de experiência. E essa troca é muito estimulante! Grata!⚘

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    • Oi Márcia, que bom que gosta das coisas que escrevo. Como o blog não tem intuito financeiro, acabo escrevendo as coisas que quero, e não assuntos populares rs, às vezes fico relendo meus posts e fico imaginando como deve ser difícil alguém me seguir, já que uma hora falo sobre minimalismo, outra hora falo sobre maternidade, sobre investimento, planejamento, futuro, alimentação, artesanato, kkkkk. Beijo!!!

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  4. Muito bom o texto.Admiro MUITO sua coragem de expor a violência que viveu em casa, pois romantizam muito as relações familiares.E infelizmente é em casa que acontece muitas vezes as maiores violências.Conectou com o livro” 7 hábitos das pessoas altamente eficazes ” no trecho sobre guiar a vida por sua missão.
    Eu nunca tinha pensado sobre e depois da leitura estabeleci a minha missão e hoje faço meu planejamento diário baseado nessa algo maior.Tem dias bons e ruins mas sempre volto meu olhar para a missão.

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    • Oi Marcela, confesso que até hoje não é fácil falar sobre a violência que sofri, a maioria da minha família nem sonha o que aconteceu em casa, e algumas pessoas até minimizam, dizendo que era uma briga de irmãs. Só depois de muito-muito-muito tempo eu entendi que nunca foi uma briga comum, eu sofria tortura, violência física e psicológica mesmo. O que acho mais triste é ter tido a infância roubada sabe? Minhas filhas estão numa idade em que têm curiosidade em saber como foi a minha infância, e por muitas vezes, fico em silêncio porque tenho poucas memórias boas dessa época. E aí é o meu marido que vem me socorrer, falando das brincadeiras que ele fazia com os irmãos, da árvore de jabuticaba que subia, do pote de doce que pegava escondido da vó rs. Quando digo que experiências ruins podem se tornar uma mola propulsora, digo de verdade. É por conta do que aconteceu comigo, que na minha casa eu cultivo o amor, o respeito, a admiração, o compartilhar, o afeto. Sabe que acho que nunca li esse livro, ele é bem famoso, bem falado inclusive, vou ver se coloco na minha lista de leitura, fiquei interessada com seu relato. Beijos!

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  5. Oi Yuca! Como outras pessoas disseram, o que mais gosto em seus textos é que você expõe a realidade – mostrando as dificuldades que já passou e os erros que cometeu. E, a partir disso, as novas decisões tomadas e o trabalho árduo pra transformar a vida no sentido almejado. Eu amo a vida simples da sua família – isso é amor verdadeiro! Sinceramente, acho que prefiro seu conteúdo de simplicidade e boas ideias pra incrementar a vida de felicidade genuína do que o próprio conteúdo FIRE. Você é um oásis neste deserto de valores e sentimentos em que vivemos… obrigada sempre por compartilhar conosco!!!

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    • Oi Dane, realmente, FIRE é um assunto muito específico dentro de todos os temas que abordo rs. Outro dia uma amiga perguntou sobre o que abordo no meu blog, fiquei pensando, pensando, e respondi: “abordo tudo que vem na minha cabeça” hahahaha. Obrigada pelo carinho, pelo seu comentário, é muito bom saber que há pessoas do outro lado da tela que acompanham e simpatizam por esse estilo de vida. Um beijão.

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  6. Olá, parabéns pelo post.

    Sou um leitor antigo, mas nunca comentei, e por essa razão peço desculpas.

    Pelo o que li neste e em outros posts, você já morou no litoral, interior e na capital. Permita-me a ousadia de sugerir que você explorasse um pouco essa vivência, mas focando no projeto FIRE.

    Meu ponto é o seguinte: São Paulo é uma cidade muito cara e, ainda que você consiga aproveitar cada centímetro do município, ainda sim sua balança ficará negativa.

    Nesses tempos de home office, penso cada vez mais em voltar para o interior, pois reduziria enormemente meus gastos e ainda ofereceria ao meu filho um pouco de ar puro.

    Eu conheço relativamente bem o interior de São Paulo e existem opções maravilhosas. É claro que essa mudança traria consequências não financeiras, mas analisando tão somente os custos, acredito em uma redução de pelo menos 20%, mantendo o mesmo padrão.

    Já pensou sobre isso?

    Um abraço

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    • Oi Lean, tudo bem? Essa resposta vai ser de muita sincronia. Sim, já pensei sobre isso, e estou saindo de São Paulo em menos de 30 dias rs. Ainda prefiro não comentar sobre a cidade, mas ainda permaneço próximo de São Paulo, por conta do meu emprego que me paga bem e que vai me ajudar a alcançar FIRE. Mas coincidentemente, hoje, avisei a imobiliária de que mês que vem, entregarei o imóvel (essa é a vantagem de morar de aluguel, posso mudar de casa com certa facilidade). É uma cidade menor, mais segura, e de quebra já começo pagando um aluguel e condomínio 20% menor do que pago atualmente (acertou na mosca em relação ao número que você havia citado). Estou fazendo isso pensando na qualidade de vida das minhas filhas, na escola, segurança, no convívio com outros pais, a facilidade de ir e vir, acesso a parques, já que aqui em São Paulo tudo é muito longe. A mudança não será total, já que a creche ainda será em São Paulo (é de muita qualidade, não quero ainda abrir mão), mas o primeiro ano do ensino fundamental já será na cidade nova. Estou bastante empolgada, feliz de termos tomado esta decisão, e mais pra frente, pretendo aos poucos escrever sobre isso e o motivo que me fez mudar de cidade. Um grande abraço.

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  7. Yuka, o caminho está perfeito. E, logo quando você menos esperar, os frutos serão eternamente recompensadores.

    Imagine a situação, você FIRE, com um novo bebê. O quando você pode agradecer pelo tempo que terá com ele no futuro, em função de todas suas atitudes no presente? É a situação que passo hoje. E não tem sensação melhor!

    Abraço!

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    • Oi André! Eu fiquei imaginando a sua situação mesmo. Um bebê a caminho, e você poderá se dedicar 100%, você terá o que é mais valioso, o que é mais importante para a criança: tempo com os pais. E tudo isso só será possível por todas as decisões tomadas anteriormente. Não foi sorte, não foi coincidência, foi fruto de esforço, dedicação, de consistência, e agora está aí, colhendo seus frutos. Coloquei um vídeo do Marcos Piangers, se não assistiu ainda, assista, acho que vai gostar. Beijos. https://www.youtube.com/watch?v=w8gvAD1oCZ8

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  8. Mais um post bacana,
    Eu construo muros e pontes com as pedras no caminho, e quantas já foram em 40 anos de vida!
    Eu vivo no interior do PR, a Russia brasileira (haha), até estive um mês na capital do nosso estado, mas sem chance, por mais que o salario aqui onde vivo seja menor, ainda assim prefiro cidades menores. Na cidade onde moro, já estamos passando de 100 mil habitantes e está me parecendo grande demais já, mas tem boa estrutura e uma qualidade de vida bem satisfatória.
    Até tinha planos de FIRE, mas mudei para LLF (liberty life financial) tenho reservas que me permitem ir vivendo bem, vou usando e repondo com o meu trabalho, que não me toma muita energia física, e agora também tem tomado menos tempo pois a empresa aceitou redução na carga horário sem alteração salarial.
    Acho que no interior conseguimos ter mais vida social “presencial”.

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    • Oi Cleber, com certeza. Minha vida quando morava no interior, era muito diferente (para melhor!!!). Sinto saudades do convívio mais próximo das pessoas, era algo muito comum ter pessoas em casa. Meu marido diz que São Paulo tira o tempo das pessoas. Que legal que sua empresa permitiu redução na carga horária sem redução salarial. Maravilhoso isso!

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  9. Usar a dor como mola propulsora é muito inteligente. Neste sentido penso que nem todo prazer nos faz bem, como também nem toda dor deve ser evitada. É como uma dor muscular ao fazer exercícios que nos ajuda a crescer e ter mais saúde!
    Bjos

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    • Oi Sapien, verdade, muitas das dores, não temos nem como evitá-las, o que temos que fazer é aprender com a dor (para não cometer os mesmos erros). Algumas pessoas que conheço, cometem ano a ano os mesmos erros, olhar para essas pessoas, dá a impressão de que estou vendo um looping acontecer, um deja vu infinito. Beijos.

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  10. Muito interessante essa forma de pensar… Estou tentando fazer isso em termos de saúde. Sabe, quero viver bem, quero ter uma velhice relativamente boa, com saúde, sem grandes problemas… E aí vejo que não estou me esforçando o suficiente, que preciso encontro uma atividade física que mantenha meu corpo ativo e saudável. E não tô falando em focar magra ou musculosa, só não quero ter dor no joelho e na coluna todo dia como já tenho hoje em dia, não é possível assim né… Queria ter mais qualidade de vida mas se que a culpa é minha mesmo… Então estou tentando olhar lá na frente, eu velhinha, saudável, e plena viajando nos navios pelo mundo, sem dar trabalho a ninguém… E me parece uma ideia deliciosa… Só falta encontrar uma bendita atividade física. Eu estava caminhando na praia antes da quarentena e era uma delícia… Quero encontrar uma maneira de retomar isso… O ar próximo ao mar era mais puro, parece que abria os pulmões… Não ouvia barulho de trânsito e o vento batendo no rosto… Quando ia ver já tinha andado do canal 1 ao 3 sem esforço. E está a fazendo atividade físico. Nossa, preciso urgente voltar a fazer isso!
    Yuka, seu blog é um carinho no coração. A gente lê, lê os comentários, reflete, fala e sai feliz. Nossa, que saudades do seu blog. E olha que acho que só foram 3 semanas que fiquei ausente. Obrigada, beijinhos. E cuidem-se todos aí!

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      • Oi Yuka, então, moro em São Vicente até é perto da praia, mas como trabalho em Santos estava caminhando depois do trabalho em Santos mesmo pq parece ser mais seguro lá e pq era o meio do caminho entre trabalho e casa.
        Eu e meu namorado saíamos do serviço e parávamos o carro no canal 1, aí andávamos até o canal 3 e voltava andando até o carro. Era uma distância boa pra quem estava sedentária, mas no final meu joelho sentiu e o pior foi que veio a pandemia e meio que paramos tudo na vida. Ainda estou no home office, num estado de mais sedentarismo que antes da pandemia. Preciso urgentemente resolver isso, encontrar uma atividade pra fazer.
        Quero ser uma velhinha saudável e viajante!

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        • Que legal, é muito bom morar no litoral. Sinto saudades de quando morava em Santos. Eu também estou que nem você, estou sedentária total. Outro dia fui numa papelaria e no mercado, depois voltei com dores nas costas kkkkk. Não tem jeito, enquanto essa pandemia continuar, o jeito é se possível, ficar o mais quietinha possível em casa. Beijos.

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          • Pois é… Acho que vou tentar dançar algo, como zumba, axé, sei lá, qualquer coisa pra remexer o esqueleto nessa quarentena. Pq sinto que preciso fazer alguma atividade.
            Mas está bem complicado mesmo…
            Bom, você por aí, querendo ou não tem a atividade de “correr atrás” de duas meninas né? Imagino que de vez em quando elas “aprontem” e se agitem, corram e tal, e aí sai você correndo atrás delas rsssssss

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