Produtos e serviços para alugar

Bicicleta, Roda, Andar De Bicicleta, Turismo, Lazer

Em 2013, fiz uma viagem para Paris utilizando pela primeira vez o HouseTrip (na época, Airbnb não era tão conhecido).

Eu fiquei encantada com a proposta do site, que era mais ou menos assim: “por que pagar por um quarto de hotel, se você pode ter um apartamento inteiro?” e também “por que você vai ser um turista se pode se sentir como um nativo?”. Achei o slogan maravilhoso e resolvi testar. A experiência foi ótima, que rendeu inclusive um post.

E desde então, comecei a enxergar as inúmeras vantagens de alugar serviços e produtos:

Aluguel de casas para turistar

Pra que ter uma casa na praia ou no campo se tenho à disposição todos os quartos do mundo a um preço extremamente acessível? Por que eu viajaria sempre para a mesma cidade, ficando sempre na mesma casa, se o mundo é tão grande e posso conhecer novas cidades a cada viagem?

Aluguel de casas para morar

Os locais que eu geralmente escolho para morar, são um pouco mais caros, pois possuem localização estratégica. Sei que a as pessoas escolhem um apartamento definindo como sua residência fixa, mas isso significa que se mudar de emprego ou os filhos passarem a frequentar escola longe de casa, ou compra-se um carro, ou paga-se uma perua escolar.

Eu enxergo a minha casa como um facilitador da minha vida. A casa precisa resolver meus problemas, e não criar problemas. Se eu mudar de emprego, provavelmente, mudarei de casa. Se eu escolher uma escola para as minhas filhas que fica muito longe da minha casa, provavelmente, mudarei de casa. Se a minha renda diminuir, provavelmente, mudarei para um apartamento mais barato. Se um vizinho começar a tirar minha paciência, sei que só preciso encerrar o contrato com a imobiliária e entregar as chaves.

Aluguel de carro

Aqui uso dois tipos de serviços para finalidades diferentes. Uber para locais próximos, para o dia-a-dia, e aluguel de carro para viagens de fins de semana.

Há muitas vantagens: não preciso me preocupar com gastos extras, se alguém vai bater no meu carro, se preciso lavar o carro, trocar óleo, IPVA, seguro… mas o que vale mais a pena é não precisar me lembrar onde deixei estacionado o carro. Eu já perdi o carro no estacionamento do shopping… pra achar foi um sufoco. Quando estacionava na rua, eu anotava num pedaço de papel o nome da rua e o número, pra não correr o risco de perdê-lo.

Não ter carro também há as suas desvantagens, principalmente em dias de chuva, onde o preço do Uber sobe e ainda leva tempo pra conseguir localizar um carro disponível. Sempre penso que seria muito mais fácil se tivesse um carro. Mas no geral, no meu caso, ainda acho que não ter carro é mais vantajoso.

Aluguel de livros

Eu adoro bibliotecas, principalmente essas novas que construíram/reformaram em São Paulo (Biblioteca São Paulo, Biblioteca Mário de Andrade, Biblioteca do Parque Villa-Lobos…). Acho um local muito democrático, onde todos têm a sua vez. Quando ainda morava em São Paulo, a Biblioteca São Paulo era uma das bibliotecas que eu sempre frequentava, e era muito legal ver pessoas de todas as classes e idades usufruindo os espaços da biblioteca.

Geralmente essas bibliotecas emprestam livros de forma muito fácil, exigindo só a apresentação de um documento. Não foram as poucas vezes que voltava com a minha bolsa abarrotada de livros infantis.

Aluguel de bicicletas

Para quem usa com frequência, inclusive como um meio de transporte (como meu marido), ter a sua própria bicicleta é muito melhor. Mas eu, que uso de forma esporádica, alugar é mais vantajoso, principalmente porque ter uma bicicleta exige manutenção. Alguém terá que limpar, encher o pneu, lubrificar a corrente… e eu tenho preguiça, né?

Aluguel de mala de viagem

Eu tenho 3 malas de viagens encaixáveis (sempre associo com Matrioska, a boneca russa), que comprei há muitos anos. Além de ocupar espaço da minha casa, uso poucos dias por ano.

Por isso, eu decidi que no momento em que essas minhas malas ficarem bem velhas e destruídas, eu não comprarei mais. Vou simplesmente alugá-las.

Aluguel de roupas de festa

Durante muito tempo, eu guardava roupas de festa, mas depois comecei a perceber que não fazia o menor sentido. É o mesmo caso das malas. Usa-se pouquíssimas vezes, além disso, mulher tem aquela coisa de não querer ficar repetindo a roupa, e com roupa de festa é pior ainda. Dependendo do vestido, não dá nem pra arriscar em lavar em casa, precisando levar para a lavanderia.

Por exemplo, agora que estou cumprindo a quarentena à risca, certeza que se eu tivesse um vestido de festa, esse vestido estaria apertado no meu corpo. Sendo assim, é muito melhor alugar.

Aluguel de equipamentos para limpar sofá

Mês passado, tirei alguns dias de férias e resolvi alugar a extratora para limpar sofá. Faço isso todos os anos para não acumular sujeira.

Como o aluguel é cobrado por diária, eu limpo o sofá, e aproveito para limpar todos os colchões e os estofados. É ótimo.

Aluguel de equipamentos para camping

Depois que minhas filhas nasceram, eu nunca mais fui acampar, mas é algo que gostaria de fazer quando todo esse pesadelo do coronavírus passar. Não pretendo comprar, e sim, alugar os equipamentos, ou até mesmo, escolher locais onde já possuem barracas montadas. Assim, não preciso me preocupar com nada.

Aluguel de equipamentos para ginástica

Quando começou a pandemia, eu pensei seriamente em alugar uma bicicleta ergométrica. Acabou não dando certo, simplesmente, porque estavam todas esgotadas.

Eu cheguei a mandar um e-mail para duas academias que ficavam bem próximas do meu prédio, perguntando se eles não alugariam para mim, mas a resposta foi negativa.

Acho isso muito legal, de poder alugar as coisas para testar. Eu mesma, já tive uma bicicleta ergométrica há uns 10 anos, e virou cabide. Por isso prefiro alugar do que comprar.

Aluguel de itens de decoração para festas

Há alguns meses, uma amiga mostrou uma foto de uma festa que fez para a filha. A decoração era bem fofinha, muito parecida com as que eu faço aqui em casa. Quando perguntei se ela mesma tinha feito, ela falou que não, que tinha alugado tudo. Achei legal, porque até então eu não sabia que tinha aluguel de itens de decoração para festas pequenas.

Aluguel de ferramentas como furadeira

No meu caso o aluguel não compensaria, porque eu tenho e uso muito. Enquanto muitas mulheres tem maleta de maquiagem, eu tenho maleta de ferramentas hahaha.

Mas acho interessante usar serviços de aluguel para quem usa esporadicamente (ou até mesmo pedir emprestado para um amigo ou vizinho), ao invés de ficar guardando algo que não se usa muito.

Aluguel de salas de escritório por hora

Esse também eu alugaria fácil. Na falta de um lugar para se concentrar, hoje em dia, há diversos espaços para coworking com serviços acoplados como impressora, café, lounge, espaço de convivência.

Todos os itens citados acima servem para mostrar que muitas vezes, não precisamos necessariamente comprar para termos em casa. Podemos alugar no momento do uso. Isso elimina desperdício, espaço de armazenamento e dinheiro, já que você não estocará algo para ser usado algum dia, e esse dia nunca chegar.

Por isso o meu primeiro impulso é sempre tentar alugar (ao invés de comprar) algo que eu usaria apenas alguns dias ou horas por ano.

~ Yuka ~

24 Comments on “Produtos e serviços para alugar”

  1. Bem legal. Como vc faz com a decoração do ap? Moro alugado e sempre tenho receio de decorar (como instalar um painel) mais e ter q me mudar. Vc tem ou ja teve esse problema?

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    • Oi Robson, eu sempre compro tamanhos padrões, de preferência móveis modulares. Por exemplo, a sapateira. São duas que eu coloco uma do lado da outra. Se a próxima casa tiver uma entrada mais apertada, posso separar as duas. A única exceção a essa regra foi meu sofá. Comprei um sofá enorme, retrátil, de quase 3 metros de largura, porque aqui em casa somos em 4, e somos espaçosos rsrs. Mas tirando esse sofá, compro tudo no tamanho padrão, fogão 4 bocas (existe no mercado o fogão de 4 bocas que é mais largo, mas o meu é o estreito), geladeira do tamanho padrão etc. Agora guarda-roupa é algo que não tem muito jeito. É questão de sorte mesmo. Por exemplo, no apartamento que eu morava antes (que não era alugado, era próprio), não tinha planejado, então eu comprei um guarda-roupa muito bom. Só que depois eu vendi esse meu imóvel e fui morar de aluguel, em um apartamento que tinha guarda-roupa. Então eu me desfiz dele. Só que agora nesse apartamento que estou morando, não tem guarda-roupa rsrs. Tive que comprar um, não teve jeito. Mas eu não comprei um guarda-roupa caro desta vez, pois comprei com o intuito de deixar pra proprietária no dia em que eu sair daqui. Beijos.

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  2. Olá Yuka!
    Boa mesmo essa dica de alugar! Sobre vestidos de festa, acho que mais nova eu já era meio muquirana, tinha só um vestido preto lá pelos meus vinte e poucos.
    Resultado: em todos os álbuns de formatura das minhas amigas de infância eu tô com o mesmo look… kkkkkkkk! Que situação..
    Penso também que podemos ter alguma renda, disponibilizando nossos bens para aluguel (carro, apartamento..), pois como é uma tendência, a gente pode pensar também em receber por isso. Acompanho esse canal e é uma ideia (não sei se eu teria a paciência dela, mas talvez com o carro eu teria coragem. hehe) https://www.youtube.com/watch?v=fkg1XPFVBbw

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    • Oi Cinthia, o meu vestido era um azul meio prateado, eu adorava esse vestido, mas em toda foto eu aparecia com o mesmo, igual você kkkk. Agora praticamente todas as minhas amigas já casaram, vou em poucos casamentos, não vale mais a pena guardar. É, sobre emprestar a casa, acho que não tenho coragem também, mas para quem é desprendido é uma ótima ideia. É algo que tenho pensado mais pra frente, quando minhas filhas crescerem, se tornarem independentes, eu e meu marido temos vontade de entregar o imóvel (pra não precisar pagar aluguel) e sair viajando sem ter data pra voltar. Quem for desprendido e tiver um imóvel próprio, poderia pensar na possibilidade de alugar nesse período em que se ausentará. Beijos.

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  3. Oi Yuka, bom dia

    Também sou adepto de locação de serviços e produtos. Como exemplo, decidi que não terei carro próprio durante minha jornada FIRE (talvez não tenha nunca).

    Percebo que muitos colegas e parentes optam por adquirir um bem (carro, ferramentas, vestidos, brinquedos, etc.) e usam somente umas poucas vezes por ano. Eu tenho me vigiado e na maioria das vezes também opto pela locação.

    Abraços,
    Voando Abaixo do Radar

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    • Oi VAR, eu também sinceramente falando, acho que nunca terei um carro. O problema do carro é o mesmo que o da bicicleta. Exige manutenção. Quando eu tinha carro, eu tinha muita preguiça de colocar gasolina, calibrar os pneus, checar o óleo, lavar o carro (porque ele ficava imundo)… eu terceirizava muita coisa, como a lavagem do carro, calibrar pneus, mas mesmo assim, era algo que não gostava de fazer. Só de não ter que fazer essas coisas, pra mim já vale a pena o Uber rsrsrs. Beijos.

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  4. Oi, Yuka!

    Achei muito interessante a questão do aluguel de malas! Meu apartamento é extremamente pequeno e aqui possuo 3 malas (uma com o tamanho máximo pra ser despachada em aviões, ou seja, enorme, e outras duas com o tamanho máximo pra irem na cabine), e de fato é algo que se usa algumas vezes no ano, quando muito. Elas acabam ocupando um precioso espaço aqui, se não estivessem tão boas ainda eu me desfazeria, rs

    Abaço!
    https://engenheirotardio.blogspot.com/

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    • Oi Engenheiro, é o mesmo caso que o meu. Só não jogo as malas fora porque elas são muito boas. Mas as malas são enormes, eu coloco em cima do guarda-roupa, e é algo que realmente ocupa espaço. Eu tenho um box debaixo da cama, mas também não entra, então já viu o trambolho… se eu soubesse desse serviço antes, com certeza não teria comprado as malas. Eu andei vendo esses serviços de aluguel, parece ser muito interessante, são sempre malas muito boas, em ótimo estado, com preços bem atrativos. Beijos.

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    • Oi Marcelo, eu alugo numa loja chamada LocLav, que fica em São Paulo, bem longe da minha casa por sinal. Mas a parte boa é que eles entregam em casa e depois retiram também. E não é nem na portaria do prédio, eles realmente trazem até a porta da minha residência. Eu paguei mês passado, R$165 no total, já contando o aluguel da extratora, mais o transporte de ida e volta. E apesar de ter pagado 1 dia, eles sempre acabam deixando mais alguns dias, pra facilitar a logística deles. Vale muito a pena, considerando que o manuseio do equipamento é extremamente fácil. Uma lavagem de um sofá de quase 3 metros, não sairia por menos de R$600. Se eu lavasse tudo o que lavei (sofá grande, 2 colchões de casal, 1 colchão de solteiro, 4 cadeiras estofadas), nem sei quanto que teria dado… Beijos.

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  5. Oi Yuka, boa tarde

    Eu também não entendo porque ter uma casa de férias se você pode alugar uma em lugares diferentes a cada férias. Carro eu já aluguei algumas vezes, mas não gosto muito, para mim dirigir um carro diferente em lugares que eu não conheço bem é bem tenso, o custo benefício não compensa. Mas já fiz uma viagem linda pelo interior da França que se não fosse o carro teria sido bem menos aproveitada. Uber é ótimo, mesmo eu tendo carro, muitas vezes usava uber quando saía para jantar e ia beber ou em lugares difíceis de estacionar.
    Eu frequentei muita biblioteca na minha vida, teve uma época que era sócia de 3 ao mesmo tempo e ia nas 3. Isso eu perdi, como agora eu demoro muito mais para ler os livros, acaba dando muito trabalho pegá-los na biblioteca.
    Já aluguei decoração infantil também, é bem melhor, porque senão você compra as coisas e depois fica tendo que guardar. Não sabia que dava para alugar mala, as minhas também estão uma dentro da outra, é uma pena que não caibam no baú debaixo da cama.
    Maquina de lavar sofá também nunca usei, porque o meu dá para tirar as capas para lavar e o tecido é a prova de gatos, meio impermeável, suja muito pouco.
    Tem um outro aspecto no aluguel que eu acho legal que é a questão ecológica. Um livro é lido muitas vezes, uma máquina de limpar sofás também, a decoração é usada muitas vezes, ou seja o produto se paga, não fica acumulando em casa. E ainda se incentiva o setor dos serviços.

    Um ótima semana para você, beijo, Daniela

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    • Oi Daniela, eu também aluguei um carro quando visitei as ilhas da Grécia. Foi uma viagem maravilhosa, e apesar do medo que senti das curvas íngremes (acho que andava a uns 20km por hora kkkkk), o carro foi um facilitador nessa viagem. Sobre a questão ecológica ao alugar produtos e serviços, verdade. Acho muito legal a prática que muita gente tem, que chamam inclusive de economia compartilhada. Já faz alguns anos que eu comecei a comprar também roupas em brechós online. Você tem essa impressão que eu tenho de que roupas do exterior são infinitamente melhores do que roupas do Brasil? As roupas que eu comprei no exterior duram muitos anos, enquanto roupas que eu compro aqui se desintegram. E aí passei a ficar de olho nos brechós online, pois muita gente vende roupas que foram compradas na França, Itália etc, e dito e feito, toda vez que chega alguma roupa, o tecido é muito diferente. Beijos.

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      • oi Yuka, as roupas são melhores e outros produtos também. Lembro de comprar um chocolate no supermercado em Paris e a embalagem ser exatamente a mesma do chocolate vendido aqui mas o gosto era muito melhor (e o preço não era tão diferente – mas o euro estava bem menos que hoje). Até com roupa da Decathlon, que teoricamente seria a mesma aqui e lá, isso já aconteceu. Comprei um casaco de fleece em Barcelona e depois engordei e ficou pequeno, mas não tinha uma bolinha. Depois abriu decathlon na minha cidade e comprei um igualzinho aqui que embolotou todinho. O casaco era feito também no exterior, como o outro, mas o tecido era inferior.
        Uma coisa que me irrita muito é pagar caro por produto vagabundo. Tipo descosturar depois de 3 lavagens, desbotar, fazer bolinhas depois de pouco uso. Se o preço foi baixo, eu não me importo, mas comprar uma peça achando que vai durar 10 anos e ela durar 1 mês, é o fim. E, infelizmente, isso acontece muito, porque no geral o preço de roupa não anda junto com a qualidade.
        beijo, Daniela

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        • É, então minha desconfiança faz sentido. Eu sempre tive a ligeira impressão de que mandam para Brasil o refugo do que não foi vendido em outros países. As pessoas são mais conscientes dos próprios direitos, as pessoas não deixariam ser passados pra trás. Aqui no Brasil a gente tem o costume de deixar tudo pra lá, e valorizar certas marcas só porque é conhecida internacionalmente, não questionando a qualidade e durabilidade. E é bem isso que você falou, marcas que existem no Brasil possuem qualidade inferior (fora que dependendo da marca, as roupas que vem pra cá são bem feias) quando comparado com as mesmas marcas que possuem loja no exterior. A minha sorte é que eu compro pouquíssimas roupas, então as que eu tenho atualmente são as que “sobraram”, ou seja, roupas de qualidade que não desbotam. Eu tenho um trench coat que comprei em 2013 na França. Se eu usar hoje e sair na rua, pessoas acham que o casaco é novo. Ele já tem 8 anos, e eu uso muito! Beijos.

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  6. Oi Yuca! Sempre aprendo com você, pena que antes de te conhecer eu já tinha comprado carro e financiado apartamento, senão não teria dado essas mancadas, rsss. Ficar em apartamento/casa quando se viaja é bão d+. Até lembrei de algo interessante aqui… no fim de 2019 fiz uma viajinha a São Paulo e fiquei perto do Ibirapuera, eu morria de curiosidade sobre onde você morava lá, rss, mas você nunca tinha falado. Acredita que eu pensei que você moraria exatamente ali perto? Até fiquei observando as pessoas na rua… vai que eu topasse com você! Rsss, depois quando você mudou e contou que morava na Vila Mariana tive a confirmação do meu sexto sentido. Eu não tenho gostado de adquirir coisas pra mim, só o essencial mesmo, mas de boa qualidade, num estilo que eu goste e atemporal. Fiquei curiosa quanto a esses brechós que você compra roupas estrangeiras. Pode compartilhar os sites? Obrigada, beijos!

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    • Oi Dane, imóvel próprio é bom quando a gente consegue comprar num preço muito abaixo do mercado, e quando a gente já tem a composição certa do número de pessoas que moram na residência. Veja meu caso, eu morava num apartamento de 1 dormitório quando era solteira, casei e tive filhas, então fui morar num apartamento de 2 dormitórios, já que o outro não dava mais. O dia que minhas filhas crescerem e sairem de casa, não tenho vontade de continuar morando em um apartamento de 2 dormitórios, talvez eu vá morar em uma kitnet, ou um apartamento de 1 dormitório. Eu sempre enxergo essas três opções (claro de forma bem resumida), ou a pessoa compra uma casa grande e fica com ela a vida toda (que é o caso de muitas pessoas que tem a idade dos nossos pais, possuem um apartamento de 2 a 3 dormitórios que serviu muito bem para eles quando éramos pequenos, mas hoje moram sozinhos, alguns são viúvos que moram sozinhos em uma casa enorme) ou a pessoa vai comprando e vendendo de acordo com a sua necessidade (compra um apartamento pequeno, depois vende para comprar um maior para acomodar a família que cresceu, depois vende de novo para comprar um menor porque a família diminuiu de novo) ou a pessoa compra, mas ao invés de vender quando a família cresce, mantém ele alugado e compra um outro. Acho que não há decisões erradas, cada um sabe o que melhor atende, mas eu acho essa opção de morar de aluguel muito boa, desde que a pessoa guarde parte do seu salário todos os meses pra dar uma segurança em caso de crises. Eu já morei em diversos bairros, mas a Vila Mariana é um bairro que eu guardo no meu coração, definitivamente foi o melhor lugar que eu morei até hoje em São Paulo. Seu sexto sentido acertou rsrs. Sobre brechós, quando estou precisando comprar alguma roupa, eu olho esses sites aqui: Enjoei, Repassa e Troc. As pessoas tiram fotos com zoom das etiquetas, então com isso consigo saber se a roupa está nova ou muito surrada, e também de onde a roupa é. Também costumo perguntar o peso e a altura da pessoa, porque tamanho varia muito conforme a marca, a não ser que você já conheça a marca. Beijos.

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      • Verdade Yuca, concordo plenamente contigo com relação à moradia. Ah, nós (eu e mainha) também gostamos muito da Vila Mariana, eu não achava que houvesse um lugar tão arborizado em São Paulo. Isso me surpreendeu! Com relação aos objetos pessoais, além do essencial, só não abro mão dos meus livros físicos, como minha preferência são os filosóficos, mesmo que literários, eu os releio inúmeras vezes, marco, escrevo e sinto um enorme prazer nisso, bem mais que viajar, comer ou assistir filmes/séries, rss. Vou olhar os brechós de roupa sim. Obrigada pelas dicas! Beijão.

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  7. Eu já aluguei roupas para festas kkk muito melhor do que comprar, manter guardado e depois tirar e ajeitar as medidas.

    Eu acompanho as redes sociais e tem um startup chamada Housi que aluga imóveis por assinatura, parece ser bem legal, pois você contrata pelo app sem burocracia e pelo tempo que for necessário e a maioria dos prédios são deles, então sai bem mais em conta.

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    • Oi Stifler, isso, ajeitar as medidas é essencial. Querendo ou não, nosso peso vai mudando ao longo dos anos, e continuar com a mesma roupa por anos pode não ser uma boa ideia. Quando eu casei com o marido, escolhemos um terno caro para ele, já pensando em ser um modelo único para tudo: ocasiões especiais, casamento dos outros, velório rsrs. Casamos em 2013, e desde então, já se passaram 8 anos, e ele não precisou usar uma única vez. Mas mesmo assim, todos os anos, mandamos para a lavanderia para oxigenar o tecido, tirar a poeira acumulada etc. Não vejo sentido nenhum, mas a gente ainda não conseguiu se desapegar desse terno… rsrs. Beijos.

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