Lar é onde seu coração está

Menina, Cabelo, Viagens, Visita De Cidade, Amsterdam

Uma pessoa comentou que durante muito tempo, buscou incessantemente a felicidade.

Essa busca era motivada para preencher o buraco que ela sentia.

Primeiro, achou que era porque não tinha um imóvel próprio. Conseguiu comprar um imóvel e reformou de acordo com o seu gosto.

Mas ainda faltava algo.

Depois achou que era porque não tinha um filho. E nasceu um filho lindo. Mas ainda faltava algo.

Não sabendo como preencher esse vazio, comprou roupas, conheceu várias pessoas, fez diversas viagens, se deparou novamente com catálogos de imóvel e quis acreditar que se tivesse um apartamento com varanda gourmet, a felicidade finalmente bateria na sua porta. Ela chegou a financiar a compra desse imóvel, até que a ficha caiu.

Foi nesse momento que eu recebi a ligação dela. Ela começou a me explicar que finalmente tinha compreendido porque eu, apesar de morar em um apartamento alugado, não ter carro, andar com as roupas de sempre, meus amigos de sempre, com minhas filhas usando roupas de segunda mão e frequentando escolas municipais do bairro, parecia feliz e satisfeita.

Na época, ela comentou que era porque eu tinha um amor verdadeiro para compartilhar. E por ter esse amor correspondido, poderia ser feliz até embaixo da ponte com o meu marido.

Tenho que concordar que ter alguém para compartilhar a vida, que nos respeita e que nos ama, torna a jornada da vida mais leve e divertida.

Mas há um outro porém que eu acabei não compartilhando com ela.

Eu sempre tive a certeza de que minha felicidade não poderia ser terceirizada nem por pessoas, nem por coisas.

Quando eu era solteira e vivia sozinha no meu apartamento, eu era feliz.

Quando eu estava recém-divorciada, e vivia um dos momentos desafiadores da minha vida, eu também sabia que no momento oportuno, eu juntaria os cacos, voltaria a sorrir e ser feliz novamente.

Meu marido já até comentou de como ele tem certeza de que eu seria uma pessoa igualmente feliz, mesmo se a gente não tivesse se esbarrado nesta vida.

Enquanto pessoas sonham em encontrar a “metade da laranja”, sempre questionei que raio era essa metade, já que nunca me considerei metade de nada.

Eu queria encontrar sim alguém, mas alguém por inteiro, porque eu sou uma pessoa por inteiro.

A verdade é que para ser feliz, não precisamos de pessoas perfeitas do nosso lado, não precisamos de empregos perfeitos, apartamentos lindos, carros novos, smartphones do ano, bancadas de mármore.

Ou seja, a minha felicidade nunca esteve condicionada ao meu casamento, nem por posses materiais. Minha felicidade não depende se estou amando alguém, se tenho ou não tenho filhos, se tenho posses materiais ou não.

O que precisamos não está do lado de fora. Está do lado de dentro.

Eu carrego o meu lar dentro de mim, porque sei que o que é mais importante, está sempre dentro de mim.

E esse é um dos motivos de conseguir levar uma vida sem posses. Compreendo que algumas pessoas sentem a necessidade de ter uma casa para fincar raízes, um local para alimentar e fermentar as suas memórias.

Já eu, prefiro a liberdade de poder me locomover. Sei que minhas filhas terão boas lembranças dos nossos momentos, e não da casa. Elas saberão reconhecer o cheiro do nosso lar em qualquer lugar que estivermos, toda vez que cookies deliciosos estiverem saindo do forno. Não importa se essa casa é alugada ou se é própria, se é a casa onde elas deram os primeiros passos ou qualquer outra casa.

Afinal, lar, é onde está o meu coração.

~ Yuka ~

40 Comments on “Lar é onde seu coração está”

  1. Nossa, que post tocante..!

    Realmente a grande maioria da humanidade está muito mais ligada ao que vai fora de si, do que ao que tem dentro.

    E se já nascemos “pelados” e morreremos assim, faz todo sentido perceber que o essencial já veio conosco ❤️

    Muito sábia, sempre..
    Bjs!

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    • Oi Cinthia, sim, e por focarmos no exterior porque é assim que o mundo nos ensina (que a felicidade é ter uma casa grande, um carro esportivo, um casamento e filhos, além de viagens internacionais constantes de preferência na primeira classe), não percebemos que o que importa está mais perto do que imaginamos, ou seja, dentro de nós. Beijos.

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  2. Que lindo seu texto Yuka!

    Essa semana eu li o livro “Not Buying It”, já ouviu falar? É de uma americana que ficou 1 ano sem comprar nada, nenhuma coisa, nenhum entretenimento. As reflexões dela são inspiradoras, acho que vc iria gostar.
    Mas no livro ela escreveu “the best things in life aren’t things”. Pequena frase, mas que diz tanto não?
    Agora que a quarentena voltou aqui em São Paulo, as opções de lazer voltaram a ficar limitadas. E a sensação de tédio invade a gente nessas horas. Mas ontem eu tentei ficar em paz de estar só comigo mesma, na minha casa, com meus pensamentos e fazendo nada. Foi difícil mas de certa forma libertador. A gente fica numa loucura de que tem que viver a vida intensamente todos os dias, fazer coisas legais, com pessoas. Mas as vezes a intensidade está em só viver com você mesmo, não é?
    Ótimo domingo para você!
    Elsa

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    • Oi Elsa, sim, já ouvi falar desse livro, apesar de nunca ter lido, da Judith Levine. Já tinha visto que ela deu uma entrevista que estáo disponível no YouTube, vou ver se assisto. Quem sabe também não me empolgo? rsrs Eu comecei a praticar lettering em casa desde o início deste mês. Comprei algumas canetas especiais para isso, e fico aqui, desenhando letras bonitas… eis que hoje minha amiga mandou esse link do UOL que falava justamente sobre a prática de lettering para relaxar e aliviar a ansiedade na pandemia hahaha. Muita coincidência. https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2021/01/31/lettering-desenho-ilustracao-caligrafia-ansiedade-estresse-relaxamento.htm O jeito é esse, tentar fazer algum hobby que nos desestresse, para alguns tem sido ler livro, praticar meditação, yoga, faxina, assistir filmes, temos que ser criativos para superar essa fase difícil. Um beijo pra você!

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  3. Bom dia minha querida amiga! que texto singelo e perfeito! concordo 100% contigo : lar é onde está o nosso coração! Nesses dias tão difíceis e trabalhosos que estamos vivendo tenho me esforçado para deixar meu lar cada dia mais cheio de paz, amor e compreensão!
    Beijossss,
    Uma semana abençoada para vc e sua família linda

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    • Oi Lindadrika, você faz bem em deixar seu lar cheio de paz, amor e compreensão. Eu por outro lado, tenho tentado tornar minha casa um lugar mais aconchegante, me mudei para este apartamento há menos de 6 meses, e ainda quero fazer algumas melhorias, como trocar a cor do rejunte da cozinha e do banheiro que são muito escuras. Claro que eu mesma farei esse serviço, então já estou até me preparando para o dia que ficarei branca dos pés à cabeça de tanto pó branco rsrs. Um beijo pra você, uma boa semana.

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        • Oi Michelle, nunca troquei rejunte na vida, mas vou arriscar. Foi assim que aprendi a pintar paredes, a montar guarda-roupa, e por aí vai hehehe. E olha que as paredes que eu pinto fica muito bom, tipo de profissional mesmo. Vi alguns vídeos no YouTube, de pedreiros tirando rejunte e acho que consigo. Na primeira arrancada de rejunte que eles davam, subia um pó branco e a mão já ficava branca, então já estou até imaginando a situação que vou ficar… kkk.

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          • Oi Yuka

            Quando eu me mudei para o apto que estou agora, chamei um pedreiro para trocar o rejunte, já que o piso estava em bom estado mas os rejuntes estavam muito encardidos. Ele foi bem cuidadoso, não fez tanta sujeira, porque se fizer muita força para tirar pode quebrar a cerâmica.

            Beijo,Daniela

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  4. A busca da felicidade é algo que instiga o ser humano desde os primórdios e essas reflexões sobre o que seria essa felicidade e como alcançá-la nos acompanham, inspiraram e inspiram reflexões de representantes das mais variadas vertentes do pensamento.

    Acredito que essa felicidade seja alicerçada na paz. A paz, muito mais que a euforia, empolgação ou mesmo alegria seja a base dessa felicidade que seduz a mente humana.
    Quando estamos em paz não só com os outros, mas fundamentalmente conosco mesmo nossa qualidade de vida se potencializa. Mesmo com dinheiro, sucesso na profissão, um bom imóvel, carro, beleza, casamentos, filhos etc, fica difícil se sentir feliz e/ou realizado se não estamos em paz com nossa consciência, e uma consciência inquieta alfineta as pessoas, é como um espinho espetado no corpo que volta e meia alfineta e com faz com que o mesmo não seja esquecido.
    Estar num emprego que não faz sentido, estar numa profissão que foi mal escolhida, estar num relacionamento falido, convivência ruim ou quase inexistente com filhos (mesmo morando na mesma casa), viver de aparências para tentar sustentar uma imagem de sucesso que não é real, permitir influências negativas de terceiros, viver com medo do futuro, viver imerso em dúvidas, medos e inseguranças, não aceitar a própria aparência, constituição física e não saber reconhecer e aceitar os próprios defeitos e limitações para a partir daí ter condições de vencê-los entre outras situações são espinhos que tiram a paz.
    Procurar viver uma vida mais próxima da própria essência como pessoa traz paz de espírito, descobrir como chegar a isso é uma responsabilidade de cada um, as demais coisas e situações são complementos e oportunidades inclusive de somarmos de alguma forma na vida de terceiros.

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    • Seu comentário foi muito pertinente, e concordo muito quando fala que felicidade é alicerçada na paz. Li seu comentário para o marido, e deixou ele bem pensativo e reflexivo, é muito bom quando alguém consegue fazer isso conosco. Quando acontece isso, revisitamos nossos pontos de vista, nossas escolhas e avaliamos se estamos caminhando para onde queremos ir. Obrigada pelo seu comentário, foi muito esclarecedor. Um beijo.

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  5. Esse seu texto me emcionou. Imagino que você seja uma pessoa que possui um alto grau de autoconhecimento. Toquei brevemente nesse assunto no último posto que fiz no meu blog, e pra mim ficou bem claro que esse seu post é uma pura demonstração de alguém que se conhece muito bem. Parabéns por isso! Não falarei pelos outros, mas pelo menos pra mim isso é algo bem difícil, apesar de que eu estou nessa busca.

    Abraço!

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    • Oi Engenheiro, obrigada pelo seu comentário. Sim, de fato, se comparado pela média das pessoas que conheço, eu foco bastante no meu auto-conhecimento, o que em parte é bom, e em outra parte não, porque eu consigo reconhecer todas os meus piores defeitos, inclusive aqueles defeitos que outras pessoas nem perceberam. Acho que tudo é um processo, sempre gostei de ler livros de auto-ajuda (que todo mundo torce o nariz rsrs), porque eles realmente me ajudam a processar e pensar o que posso fazer para melhorar minha vida. Muitas vezes essa busca interior é algo doloroso, e muito solitária (que é algo que você também já está sentindo). Por mais que a gente tente conversar com nossos amigos, é difícil alguém comum entender o que se passa na nossa cabeça, as pessoas acham que é frescura. Um grande beijo pra você.

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    • Oi AC, apesar de não ser nômade da forma como as pessoas creditam, vivo uma vida praticamente nômade, minha filha mais velha tem 5 anos e nesse período já mudamos 4 vezes… é mole ou quer mais? rsrsrs Beijos.

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  6. Adorei seu blog.
    Apesar de concordar com várias idéias suas, acho muito importante a pessoa ter uma casa própria.
    Calma, não estou dizendo que a pessoa tem que ter um mega apto ou uma mega casa. Não é isso.
    Sou da opinião de que a pessoa tem que ter um imóvel pequeno, tipo um apto quarto sala ou um apto de 2 quartos, pois, na velhice, as dificuldades de se mudar de imóvel são bem consideráveis para um idoso ou casal de idosos.

    Então, a minha ideia é essa: comprar um apto para curtir a velhice.
    Esse eu já tenho.

    Abraço!

    Favoritei seu blog para acompanhar.

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    • Oi Adriano, eu concordo com você. E é algo que já tenho conversado com meu marido a respeito. Não um imóvel pra gente morar agora, mas um imóvel que possamos um dia usufruir na velhice, porque não vai dar certo a gente com 85 anos ficar mudando de casa toda vez que o proprietário pedir o imóvel de volta. Nós já temos uma kitnet numa região com bastante comércio, pertíssimo de metrô, mas não é um local que gostaríamos de morar na velhice. Então é algo que temos pensado, que se surgir uma mega oportunidade no bairro que queremos morar (mas tem que ser uma super oportunidade mesmo, senão não vale a pena comprar agora), pensamos em comprar pra deixar alugado. Um beijo!!!

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  7. Yuka,
    Todos os domingos eu abro o email e tenho a grata surpresa de ler seus textos.Encontrei seu blog por acaso.
    Que lindeza esse seu texto novo!Eu sempre deixo aqui e vou relendo durante a semana.Obrigada por provocar em mim tantas reflexões. Bjos

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    • Oi Célia, esses acasos são os melhores, né? Eu adoro encontros ao acaso, já encontrei pessoas, livros, sites ao acaso que me surpreenderam positivamente. Obrigada pelo carinho! Beijos.

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  8. Yuka, Elsa (e leitores), acabei de ler “O ano em que menos é muito mais” da Cait Flanders . Que leitura gostosa. Que livro inspirador sobre mudanças/ minimalismo. Peguei na amazom. Creio que todos que amam essa tema vão amar o livro. Me surpreendeu.

    Amo o blog, Yuka. Só sou ruim de comentar.

    Leila Miranda
    RJ

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    • Oi Leila, eu sei que no início a gente fica meio assim, com uma certa vergonha e preguiça pra comentar, mas depois você vai ver que é muito gostoso, as pessoas começam a comentar em cima dos seus comentários. Eu dei uma olhada na Amazon esse livro que você leu, ainda não conhecia, vi que a autora foi dividindo a experiência dela por meses do ano, e olhem só, ela começou em julho, e não em janeiro como costumamos justificar rsrs, achei bem legal. Obrigada por compartilhar a sugestão do livro. Um beijo.

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  9. Yuka, esse post deixou um quentinho no meu coração! Que lindeza de texto!

    Seria tão bom se não demorássemos tanto pra compreender isso. A vida corrida, as mídias sociais, a cultura do materialismo/consumismo… nos confundem no meio do caminho e a gente passa anos incessantes na busca pelo inalcançável.

    Gratidão por esse texto. Alegrou meu dia!

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    • Oi Tiemi, e essa busca inalcançável e incessante, tem um custo: é o tanto de tempo que precisamos trabalhar para custear o nosso estilo de vida que acreditamos que traz felicidade. Poupar parte do salário e fazer bons investimentos significa comprar de volta o seu tempo, e é isso que faço todos os meses. Um beijo.

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  10. Oi Yuka

    Quando eu me mudei para o apto que estou agora, chamei um pedreiro para trocar o rejunte, já que o piso estava em bom estado mas os rejuntes estavam muito encardidos. Ele foi bem cuidadoso, não fez tanta sujeira, porque se fizer muita força para tirar pode quebrar a cerâmica.

    Beijo,Daniela

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  11. Oi Yuka,
    Sobre o post, essa insatisfação que as pessoas têm, sempre achando que o jardim do outro é mais verde, é muito triste isso. Eu tenho uma pessoa bem próxima que é assim, a felicidade sempre está em outro lugar.
    Tem uma confusão muito grande, eu acho, entre conforto e felicidade. Uma casa confortável, com comodidades, vai deixar a tua vida mais confortável, mas não mais feliz. Assim como um carro, em muitas situações. E provocar inveja nos outros, que às vezes é o objetivo inconfessado, gera uma satisfação temporária, mas que não se sustenta.

    A questão que eu vejo sobre morar de aluguel, que um leitor colocou, é isso de você estar muito bem em um lugar, satisfeita e o dono pedir o imóvel e você ficar com a vida toda desorganizada de uma hora para outra. Mas você pode ser a dona e também de uma hora para outra trocar o vizinho e você enlouquecer com o barulho dele, por exemplo. Então tem vantagens e desvantagen, sempre.
    Essa coisa de ser mais feliz porque tem marido, credo, tem muita mulher que pensa assim. Tem os dois lados, né, de ter alguém para dividir a vida e o lado de ter que fazer a vida a dois funcionar, o que também tem um custo. São muito raros os casais cuja vida é sempre um mar de rosas.
    Essa analogia da metade da laranja é bem ruinzinha, de colocar a tua felicidade na existencia de alguma outra metade, que estaria vagando pelo mundo a tua procura. Eu também me considero inteira e não metade de nada.

    Beijo, Daniela

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    • Oi Daniela, concordo com você, morar de aluguel tem seu ônus e bônus. Confesso que atualmente, só consigo enxergar as partes boas, acho que até fiz um comentário no post passado, de que estão construindo um pet shop bem do lado do meu prédio, consigo ver a reforma da janela da minha casa. O pet shop é relativamente grande, e o meu receio é ter um hotelzinho. Meu primeiro emprego foi num pet shop que tinha hotel e nossa, é muito barulho de manhãzinha (quando todos eles estão famintos por comida). Ou seja, acordar tarde, nem pensar. Nessas horas vejo todas as vantagens de morar de aluguel, pois se incomodar, é só trocar de casa. A mesma coisa em relação a escola das minhas filhas. A mudança residencial sempre acontece visando a escola em que quero que minhas filhas estudem, então há a vantagem de morarmos sempre perto da escola delas. Pra quem não tem carro, isso é uma vantagem e tanto.
      Beijos.

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  12. Como diz os Abraham.
    ” A felicidade é somente uma sequencia de momentos felizes, mas a maioria das pessoas não permite o momentos feliz por que está muito ocupada tentando conseguir uma vida feliz”

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    • Oi Kspov, ótima frase! Ninguém é feliz 100% do tempo, mas é isso que as pessoas buscam, o nirvana da felicidade plena, e isso não existe. Precisamos aprender a apreciar as pequenas conquistas do dia-a-dia e a valorizar a simplicidade dos pequenos momentos. Um beijo!

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