Pergunte antes de comprar

Blur, Cabide, Vestuário, Compras, Mercado, Close Up

Nos acostumamos a comprar sem avaliar.

A colocar a mão no bolso de forma automática.

A pegar o cartão de crédito e comprar qualquer coisa sem pensar.

Desprezamos valores pequenos, ah são só 10 reais, são só 20 reais, mas não dar importância para valores pequenos, significa não dar importância também para valores altos, já que o cerne da questão é que não damos importância para o tempo que gastamos para ter aquele dinheiro.

Não questionamos se o que estamos prestes a comprar, é algo que estamos precisando, ou se é algo que fomos induzidos a acreditar que é essencial.

Será mesmo tão necessário? Qual é o motivo da compra?

Recebemos tantos estímulos a todo momento que não consumir e não comprar, se tornou o novo anormal.

Rever o consumo significa usar o dinheiro de forma consciente. E com o despertar da consciência, vai perceber que muitas das coisas que compramos, tem a ver com impressionar pessoas, tem a ver com preencher um vazio. Aliás, muitas coisas que temos em casa são desnecessárias, resultado do nosso consumo exagerado.

Aquela blusa preta que está na vitrine. Não teria algo similar no seu guarda-roupa?

Aquele sapato. Quantos sapatos você já tem na sua sapateira? Não seria melhor terminar de usar alguns para depois comprar mais um?

O celular recém-lançado. Não seria mais oportuno aguardar mais um pouco, já que o seu celular ainda funciona bem?

Tem também os objetos de decoração… pense bem, daqui a algumas semanas estará tirando poeira de cima dele.

Tem também a impressora. Quantas páginas você imprime por ano? Se imprime apenas algumas folhas, talvez seja mais inteligente ir numa gráfica quando for necessário.

E os produtos de beleza? Que promete acabar com a flacidez da pele, elevar a autoestima. Será que vai mesmo?

Com tantas coisas abarrotadas, vivemos imersos em uma casa recheada de eletroportáteis sem uso, um guarda-roupa com roupas amassadas, estantes com centenas de livros que nunca mais serão folheados, armários lotados com objetos sem valor.

A casa vai ficando cada vez mais cheia, e a vida cada vez mais vazia.

Imagine quantos sonhos poderíamos realizar com todo o dinheiro que já desperdiçamos?

~ Yuka ~

31 Comments on “Pergunte antes de comprar”

  1. Bom dia querida Yuka, como sempre perfeito seu texto! Li recentemente um livro “menos é mais ” da francine Jay, fala exatamente isso , então antes de comprar algo , me faço essas perguntas: preciso mesmo comprar? já tenho algo parecido no meu guarda roupa? isso nos faz refletir em nossas compras!

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    • Oi Lindadrika, tudo bem? Já li esse livro também, e é sempre muito bom fazer esse exercício. Nesse mês, eu comprei um planner para mim, uma agenda fofinha amarela. Eu precisava? Não rs, já que resolvo toda a minha vida pela agenda do próprio celular, anotações, tarefas, lista do que comprar, lista do supermercado, tudo está no meu celular. Mas comprei, porque queria voltar no tempo de quando adorava fazer minhas listas com canetas coloridas, riscar as tarefas feitas, planejar a semana. Já que não tenho saído por conta da pandemia, escrever no planner foi a saída que encontrei para aliviar um pouco a tensão, como se fosse aqueles cadernos de colorir para adultos rsrsrs. O que eu achei legal é que apesar de saber que a agenda não era nem um pouco necessária para mim, foi uma compra extremamente consciente. Beijos.

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      • Oi Yuka,
        Vc pensa que não era necessário para vc, talvez materialmente não o fosse, mas emocionalmente sim, o caderno lhe trouxe um alívio e tornou sua atividade mais prazerosa. Então, era necessário sim.
        Bjos!

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        • Olá, você tem toda razão, e explicou bem isso, não era necessário materialmente falando, mas foi necessário emocionalmente. E foi exatamente isso. Eu prefiro 1000 vezes a minha agenda do celular, acho mais prática, concentro tudo num único aparelho todas as minhas necessidades. Mas essa minha agenda amarela foi o que eu estava precisando para me aliviar emocionalmente. Agora mesmo, está do meu lado, enquanto escrevo para você. Tenho colocado as tarefas da semana, e ver que estou concluindo, me faz ter a sensação de que estou no controle da minha vida novamente (já que essa pandemia virou nossa vida de pernas para o ar). rsrs Beijos.

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  2. Eu imagino Yuca, e sinto uma pena de mim, rsssss… pelo menos foi tudo por ignorância. Hoje sempre penso assim antes de comprar ou pegar qualquer coisa para mim: “em quanto tempo isso se tornará um lixo?”. É a forma mais fácil de eu identificar imediatamente se preciso mesmo de algo ou não, rs. Antes eu achava que eu deveria trocar uma roupa por ela ter muito tempo, hoje penso exatamente o contrário, quanto mais uma roupa dura mais eu a amo porque é algo de boa qualidade e atemporal, que eu usaria sempre. Tenho procurado aplicar o mesmo raciocínio em relação a pessoas, não tenho interesse em relacionamentos superficiais, trato todos com educação, respeito e gentileza mas cultivar uma convivência só com quem eu gostaria de me relacionar por toda a vida, rs. É tanto peso que a gente vai carregando de coisas, de sentimentos negativos, de desejos alienados que quando a gente acorda parece que foi tudo uma grande perca de tempo, rsss. Hoje tenho certeza que a minha vida só tende para a simplicidade… e isso é libertador! Boa semana Yuca!! Beijão!!!

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    • Oi Dane,
      Ah nem me fale, eu também já comprei tanta, mas tanta coisa sem sentido rsrsrs… Se eu somasse todo valor das coisas inúteis que eu me lembro, acho que iria cair pra trás, por isso prefiro nem fazer essa conta rsrs. Faço o mesmo que você em relação a relacionamentos superficiais, trato todos com muita educação, mas algumas pessoas não dá, principalmente aquelas que só reclamam, sempre falam mal e tiram sarro dos outros. Essas pessoas eu passo longe, dou um oi, tchau, tudo bem, e falo o menos possível, tentando não compartilhar informações sobre mim.
      O Marcelo do Vida Rica compartilhou um post que fala sobre os 6 gráficos mais importantes da vida de uma pessoa:
      1.) o tempo que você passa com seu parceiro aumenta a partir do dia em que vocês se conhecem até o fim da vida de um de vocês.
      2.) até seus 20 anos você passará muito tempo com seus amigos. Depois dos 30 você passará pouco tempo com apenas alguns amigos importantes
      3.) você passará uma grande parte do seu tempo entre 20 e 60 anos de idade com seus colegas de trabalho.
      4.) a partir dos 30 anos de idade a quantidade de tempo que você passa sozinho aumenta até o dia da sua morte.
      5.) depois dos 20 anos você só vai passar um pouco de tempo com sua família e com seus pais antes do fim da vida deles ou da sua.
      6.) se você tiver filhos, passará a maior parte do tempo com eles entre 25 a 50 anos, depois disso não os verá com tanta frequência.

      Fora isso, tem mais considerações no post, acho que vale a pena visitar e ler. Eu gostei bastante.
      https://vidarica.me/2020/12/29/sua-vida-em-seis-graficos/
      Beijos.

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  3. Olá Yuca!!

    Meu Deus!! Nossa, nem me faça imaginar quanto coisas poderia realizar, pq se eu tivesse começado investir antes, já estaria com o mais importante: liberdade para decidir se, como e com o que trabalhar!! Socorro.. hehehe!

    Boa semana para vcs!

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    • Oi Cinthia,
      Eu também, eu também. Se soubesse aos 18 anos o que sei hoje…. com certeza já teria alcançado a minha liberdade financeira rsrs…
      Mas melhor agora do que nunca ter descoberto, né? Hehehe. Beijos.

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  4. Acho que sou uma das poucas mulheres no planeta que tem apenas um par de sapato e uso até furar antes de comprar outro, mesmo podendo. Não consigo imaginar essas futeis que compram sapatos por comprar. acho isso o fim da picada.

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    • Oi Renata, eu mesma já comprei muitos sapatos, aos poucos fui entendendo que tudo aquilo lá era dinheiro parado, muitas vezes jogado fora, já que os sapatos estragavam, ficavam ressecados… acho que é um processo mesmo, de auto-descoberta, da suficiência, de descobrir o quanto é suficiente para cada um. Vejo isso em relação a televisão. Há alguns anos, eu fiz um MBA, e lá, tinha uma colega que dizia que não tinha televisão em casa… eu lembro que eu achei isso tão esquisito, alguém não assistir televisão. E depois de alguns anos, eu era essa pessoa que não assistia televisão rsrs. Se alguém tivesse me falado que um dia eu não assistiria televisão, eu não iria acreditar, já que eu sempre fui viciada em novelas. Beijos.

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  5. “Desprezamos valores pequenos, ah são só 10 reais, são só 20 reais, mas não dar importância para valores pequenos…”

    Acredito que quem pensa apenas em “valores monetários”, pensa pequeno. Não vejo isso como o ponto principal, e sim com o desperdício. Comprar o que não é necessário é desperdiçar. E em um mundo onde falta tanto a tantos, desperdiçar é jogar contra as pessoas.

    10 reais ou 20 reais podem fazer a diferença no dia de muita gente.

    Obrigado pelo texto e excelente semana, Yuka!

    Abraços!

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    • Oi André, com certeza, o ponto central é o desperdício. Comprar mais alimentos do que precisa, comprar mais roupas do que consegue usar, comprar sem precisar, comprar pra se mostrar. O que eu percebo é que aqui no Brasil, pelo menos, desperdício é visto como algo bonito, esbanjar e excesso é visto como sucesso. Ter um closet abarrotado, ter uma coleção de relógios, tantos pratos de comida que nem cabem em cima da mesa, enfim, estamos indo na contramão disso tudo. Beijos.

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  6. oi Yuka, boa tarde

    Para muitas pessoas comprar serve para aliviar a ansiedade. Tem gente que come quando está ansiosa, tem gente que compra. Eu mesma, que não sou nada consumista – eu pelo menos acho – tenho uns ataques de vez em quando. Tem gente que não se liga em roupa e sapato, mas compra livros que nunca vai ler. Ou quinquilharias eletrônicas ou de cozinha que vai usar uma vez na vida. Ou produtos de “beleza” que não deixam ninguém mais bonito, só mais pobre. Então tem muitos modos de transformar o nosso trabalho em coisas que entulham a casa.
    Tem uma explicação que eu li em algum lugar que quando a gente fica obcecado por alguma coisa (eu transformei em obcecada por comprar alguma coisa) é porque a gente quer se distrair de algo que está nos incomodando. Para mim tem muito isso, de ter que lidar com alguma coisa que eu não sei como ou não quero e aquilo ficar incomodando e quando eu vejo estou me “distraindo” comprando. Com as viagens tem isso, eu adoro viajar mas é sempre uma coisa que me deixa um pouco tensa, principalmente quando envolve avião e lugares que eu não conheço. Então eu fico ansiosa e quando vejo sempre acabo comprando umas coisas inúteis antes da viagem. É por isso que eu sempre digo que a gente administra o dinheiro dos outros muito melhor que o nosso, porque quando analisamos como os outros gastam o dinheiro não tem a parte emocional envolvida, como tem com o nosso dinheiro.

    beijo e boa semana

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    • Oi Daniela, verdade, comprar serve para aliviar ansiedade. Acho que para maioria de nós, o ato de comprar foi associado ao prazer. Eu tento fazer essa desconexão com as minhas filhas, mas já me peguei comprando umas bobeirinhas para elas toda vez que a gente ia passear, até que a minha filha mais velha começou a associar os nossos passeios com compras e eu imediatamente parei com isso. Pra mim, era um sorvete inocente, uma bala na esquina, um caderno colorido, mas ela começou a interpretar essas compras com consumo. Ela não queria passear para esticar as pernas, ela queria passear para ganhar algo. Foram poucas vezes, mas a gente sabe como criança pega as coisas no ar, a sorte é que eu também percebo rápido os meus erros e fiz a correção assim que percebi. Hoje, antes de sair, eu já explico: “hoje a gente vai passar na farmácia e comprar tal coisa”, e não compro mais nada, ela também não pede. Já tem dias que eu falo “hoje podemos ir no supermercado pra você escolher alguma coisa que queira comprar”, e aí ela já sai com esse espírito de que vai ganhar alguma coisa. Essa explicação antes de sair facilita muito, às vezes ela pede para ir até uma loja de brinquedos só pra dar uma olhada nos brinquedos, e sabe que eu não vou comprar nada naquele dia, e para ela está tudo bem. Outro dia minha mãe passou na farmácia com as minhas filhas, pra comprar pasta de dente. Elas foram até a farmácia e eu perguntei depois se elas tinham comprado mais alguma coisa, e elas responderam “não, fomos comprar só a pasta de dente mesmo”. Acho legal isso, principalmente, porque eu sei que elas adoram olhar as prateleiras da farmácia. Não é uma tarefa fácil, mesmo para os adultos, já que as propagandas e as pessoas ao nosso redor são enfáticas de que precisamos consumir. Por isso precisamos identificar o que nós queremos, e afastar o que as pessoas querem que compremos. Beijos.

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      • oi Yuka,

        Isso funcionava também com a minha filha. Antes de sair de casa, já combinava com ela o que íamos fazer. Quando era ir ao shopping, muitas vezes ela pedia para ir na loja de brinquedos só para olhar também. Muitas e muitas vezes fomos comprar algum presente para algum amigo/colega dela e ela nunca pedia nada, sabia que o combinado era comprar só o presente. Acho que ela nunca fez escândalo pedindo alguma coisa para eu comprar, eu não lembro disso ao menos. Agora ela tem o dinheiro da mesada e algum dinheiro que ganhou de presente, então uma vez ou outra compra alguma coisa com o dinheiro dela, mas no geral é bastante comedida com a compra de bobagens e já sabe avaliar que algumas coisas não valem o preço que custam. Acho que se ela continuar assim quando adulta, o meu trabalho como mãe nessa área terá sido bem feito.

        beijo, Daniela

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  7. Yuka,

    Precisamos nos questionar mais. E comprar menos.

    Não precisamos de tantas coisas. Não precisamos de tantas novidades desnecessárias.

    Precisamos de mais Vida e de menos existência. E na maioria das vezes, a satisfação com a vida passa longe do consumo que você tão bem descreveu no seu texto.

    Escrevi alguns posts sobre o assunto há alguns anos. Se quiser ver:
    https://simplicidadeeharmonia.com/vida-por-dinheiro-essa-troca-esta-valendo-a-pena/
    https://simplicidadeeharmonia.com/por-que-precisamos-de-tantas-novidades/

    Boa semana!

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    • Oi Rosana, uma das coisas que eu já percebi é não acompanhar as novidades que surgem. Evitar o Instagram, desinscrever de YouTubers que mostram produtos, novidades de maquiagem, mostram os recebidos. Evitar televisão com suas propagandas massivas, até mesmo receber e-mails das lojas de roupas, sapatos, etc. Não olhar significa não saber, e ao não saber, você não vai sentir falta, porque é algo que você não está precisando. Eu confesso que eu sou uma pessoa muito visual, gosto muito mais de olhar do que comprar. Então gosto de olhar vitrines, gosto de ver as novidades, mas não sinto vontade de comprar. Já meu marido, ele precisa evitar, porque se olhar, vai querer comprar rsrs. Vou dar uma lida sim nos seus posts, obrigada pela recomendação! Beijos.

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  8. Oi Yuka!

    É impressionante como a gente cai nessas ciladas. Esse sábado fui dar uma volta sozinha, deu fome e parei para tomar um café. Aí vi que uma menina na mesa ao lado estava usando uma “papete”. Sei que não é a coisa mais linda esteticamente, mas parecem extremamente confortáveis. Como eu ando muito a pé, pensei que seria uma boa idéia ter uma. Principalmente no verão, que o pé fica fervendo dentro do tênis. Aí no mesmo instante fui atrás de uma loja Melissa. Entrei na loja e fui totalmente fisgada pela vendedora. Ela desceu com todos os tipos e cores de papete pra minha numeração. Eu ainda não estava certa da compra, mas fiquei com a sensação de que eu devia a essa vendedora tão dedicada! Acabei comprando a papete que estava em liquidação. Ainda estou em dúvidas se foi uma boa compra, talvez até seja útil! Mas fiquei chocada como em poucas horas eu sai da visão de suficiência com meu tênis, para escassez com a falta da minha papete. E ainda cai direitinho nas garras do consumismo com a vendedora dedicada, rs.

    Abs Elsa

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    • Oi Elsa, sua história da papete me lembrou de outra que aconteceu comigo e com meu marido rsrs. Como meu marido ia passar um tempo na NASA, fomos no shopping comprar algumas camisas pra ele. Entramos na loja Brooksfield, e lá, fomos seduzidos por um vendedor muito bom, nossa, o cara era um ótimo vendedor, ele era muito divertido e agradável, caímos no conto da sereia, os dois hipnotizados, gastamos 5 mil reais em roupas. Desde então, quando entramos em alguma loja e achamos que podemos ser seduzidos, sussurramos um para o outro “cuidado com a síndrome de Brooksfield” kkkkkk.

      Curtido por 1 pessoa

      • kkk, eu também já fui vítima desses vendedores…sorte é que são poucos, normalmente é uma dificuldade eles entenderem o que a gente quer, ou principalmente o que a gente não quer…

        Daniela

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  9. “A casa vai ficando cada vez mais cheia, e a vida cada vez mais vazia.” Qué ótima frase! Temos praticado o desapego em casa. Tivemos a chance de viajar três vezes desde o Natal para uma cidade pequena que me lembra muito à minha cidade (e para a qual estamos pensando seriamente em mudar). Levamos pouca coisa para passar muitos dias. Nada fez falta (minto…o microondas eu senti saudade, hehehehe!). Nós realmente temos pouca coisa em casa pois não cabe quase nada. Tenho, com sorte, 10 peças de roupa. Meu marido também. Meus filhos, mesma coisa, só tem muita coisa que herdam de primos e vizinhos. E nem essas poucas coisas fizeram falta. Encher a casa de COISAS para suprir o que realmente falta é o que muitos terminamos por fazer quando estamos cansados, levando uma vida que não queremos mas temos medo de mudar. Por sorte, as coisas por aqui vem mudando faz uns meses. Um abraço, Yuka!

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    • Oi Bhuvana, eu tenho vontade às vezes de dar um reset em todas as posses que tenho aqui em casa. Já vi experimentos de pessoas que encaixotaram tudo, absolutamente tudo da casa e deixaram num cômodo separado. Conforme sentiam necessidade de algo, retiravam da caixa somente aquilo que estava precisando… cobertor, lençol, toalhas, alguns pratos, e assim por diante. Se eu fizesse esse experimento, te garanto que poderia descartar cerca de 90% das coisas que tenho em casa rsrsrs. Não é à toa que hotéis são tão gostosos, são lugares limpos, sem distrações, fiquei imaginando você nessa viagem para a cidade pequena que mencionou, com poucos pertences, mas com o coração absolutamente preenchido. Beijos.

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  10. “A casa vai ficando cada vez mais cheia, e a vida cada vez mais vazia. Imagine quantos sonhos poderíamos realizar com todo o dinheiro que já desperdiçamos?”
    Perfeito Yuka!
    Eu estou nessa batalha de ressignificar minhas prioridades e hábitos de consumo e achei seu blog muito bom!
    Já coloquei na minha lista de blogs recomendados no http://www.ifologiapop.com

    Um abraço!
    IFólogo Pop

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