Quem vive com menos, tem o luxo de ter tempo livre.

Cerveja, Elogios, Pôr Do Sol, Luz Solar, Garrafas

Eu já morei sozinha em um apartamento de 120m2, de 1 dormitório, que tinha quintal. Depois meu marido começou a morar comigo, e decidimos nos mudar para um apartamento de 2 quartos, quando a nossa filha tinha completado 1 ano de idade. Foi muito legal morar lá e fui muito feliz, mas quando decidi vender o apartamento, vendi com a certeza de que não queria mais morar em uma cobertura de um prédio.

Morar em uma casa com quintal ou na cobertura de um apartamento, implica em algumas tarefas que quem mora em um andar mediano de um prédio não tem. No meu caso, eu tinha que lavar o chão de dois quintais com frequência por causa da poluição de São Paulo, já que acumulava uma quantidade impressionante de fuligem. Eu limpava os ralos que sempre acumulavam fuligem e folhas secas da minha horta, além de lavar e pintar periodicamente o muro que ficava encardido. Fazer tudo isso era algo exaustivo.

Depois de algumas mudanças residenciais, hoje moro em um apartamento de 60m2, em um andar mediano.

Apesar da nossa família ter dobrado de tamanho (de 2 para 4 pessoas), nosso apartamento diminuiu pela metade (de 120m2 para 60m2), e mesmo assim, eu e meu marido temos a sensação de liberdade.

E como isso é possível?

Eu tinha muito mais móveis quando morava em um apartamento maior. Tinha um conjunto de sofás. Além de uma mesa de jantar, tinha uma mesa de apoio que se abria para quando recebíamos nossos amigos. Tinha uma outra mesa com várias cadeiras para os momentos do churrasco. Havia uma caixa enorme onde eu guardava a árvore de Natal que ocupava um espaço considerável, e que ficava adormecido nos 11 meses restantes do ano. Uma mesinha lateral no sofá, vasos decorativos, centenas de livros já lidos acumulando poeira, e que dificilmente não seriam folheados novamente. Dez travesseiros em cima da cama, vestidos e sapatos de festa, várias bolsas, diversos sapatos etc.

Tudo isso torrava meu dinheiro e consumia tempo da minha vida, já que dava muito trabalho manter as coisas em ordem.

Conforme fui mudando para apartamentos menores, obrigatoriamente passamos a ter menos coisas. Hoje tenho um guarda-roupa pequeno, com poucas roupas. Tenho uma bancada de escritório menor, que faz com que eu não coloque objetos em cima, pois quero ter superfícies livres.

Parece esquisito falar da satisfação que sinto em relação à varanda pequena, principalmente para quem já morou em um apartamento com quintal, com direito a horta e churrasqueira.

Mas a verdade é que por ser pequena, a varanda é muito fácil de mantê-la limpa, e posso dizer que ela está sendo usada praticamente todos os dias, ora para tomar sol, ora para minhas filhas brincarem, ora para cuidar das minhas plantas.

Ou seja, a pequena varanda me dá muito mais prazer (e menos obrigações) do que um quintal grande que dava muito trabalho. Na época, eu tinha muitas plantas que demandavam atenção. Eu conferia diariamente qual vaso estava precisando de água, qual estava tomando sol demais e transferia para a sombra. Para viajar, era um sofrimento à parte, porque sempre ficava preocupada se a minha horta sobreviveria sem água durante alguns dias.

Hoje tenho algumas plantas espalhadas pela casa, todas muito fáceis de serem cuidadas. E como tenho em menor quantidade, consigo tirar a poeira das folhas, tirar as folhas amarelas, adubar com mais frequência, ou seja, consigo monitorá-las de perto.

Ter menos coisas cria mais liberdade e menos preocupação. É uma decisão consciente que traz benefícios como ter tempo para prestar atenção nas coisas das quais gostamos, e dar valor nas coisas que são mais importantes para cada um de nós.

~ Yuka ~

16 Comments on “Quem vive com menos, tem o luxo de ter tempo livre.”

  1. Aprendi isso na prática também…sai de um ap com 3 quartos, para ap com 2 foi muito bom, menos trabalho e preocupações. Atualmente estou em um com 3 quartos, mas o pensamento já mudou tanto que eu vejo de outra forma o cuidado com a casa, sendo muito mais flexível do que eu costumava ser. O nosso bem mais precioso é o tempo. E tempo de qualidade: antes eu usava toda a energia durante as “obrigações” e no tempo livre eu apenas existia. Agora eu consigo aproveitar meu tempo livre com mais disposição, tanto porque diminui, quando porque moderar mais os esforços.
    Um ótimo texto, Yuka!
    Beijos

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    • Oi Diana, acho que daqui a alguns anos, também me mudarei para um apartamento de 3 dormitórios. Quando as crianças crescerem mais um pouco, será legal ter um quarto extra para montar de novo meu ateliê, meu marido quer um escritório, e como queremos que elas aprendam algum instrumento musical, esse quarto extra será um quarto multifuncional. A parte boa de alugar um apartamento é justamente essa, ter a mobilidade para ajustar o apartamento ao nosso estilo de vida atual. Meu marido já foi fanático por limpeza, mas já entendeu que pode relaxar um pouquinho, e usar essa energia para fazer outras coisas mais agradáveis rsrs. Beijos.

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  2. oi Yuka, bom dia,

    Acho que muita gente nem pensa nisso, ou porque está tão acostumada a sempre ter algum serviçal fazendo as coisas em casa, ou porque sonha com as coisas sem ter consciência do viés prático. É bem isso que você comentou, que em um espaço maior cabem mais coisas e essas coisas têm que ser compradas e limpas.

    Acho que às vezes as pessoas se entusiasmam com as coisas e nem se dão conta disso, que quanto maior mais trabalho para manter. Dias atrás, a minha filha e eu estávamos em um consultório médico olhando pela janela e dava para ver a cobertura de um prédio, eram 4 apartamentos, cada um com uma piscina. Ela achando o máximo, e eu dizendo que não queria nem morta uma piscina. Para ter que limpar ou arrumar alguém para limpar? Eu prefiro usar alguma piscina cuja limpeza seja responsabilidade de outras pessoas (do prédio, do clube, etc). Sem contar que uma piscina aqui onde moro é usada 2, 3 meses por ano e olhe lá. Se a piscina fosse ser usada 300 dias por ano, talvez até se justificasse, mas não aqui. É muito mais um símbolo de status que qualquer outra coisa.

    Das outras coisas que eu nunca quis, além de cobertura com piscina: casa na praia, casa na serra, carro caro. Das coisas que eu teria se tivesse procurado melhor: apartamento com lavabo ou banheiro auxiliar, banheiro com banheira. Das que eu tenho e gosto muito: cozinha grande (cabe uma mesa para 3 pessoas), vista bonita, sacada, apto que bate sol no inverno. Cada um tem os seus fetiches, e talvez seja exatamente porque você já teve uma cobertura que você sabe que não quer de novo. Se você nunca tivesse tido o trabalho, talvez agora você tivesse a sua sacada e ia ficar pensando como ia ser legal ter um pátio grande. Ou seja, nada como a experiência para a gente saber o que quer!

    Beijo e boa semana!
    Dani

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    • Oi Daniela, kkkk você pensa igual eu em relação a piscina… muito trabalho, prefiro usar do prédio ou de algum clube mesmo. Sobre a cobertura, foi uma experiência ótima rs. Um dia, conheci um triplex de uma colega da minha mãe. Eu fiquei de queixo caído. Um sonho de casa, lindo, árvores ao redor da piscina, e era num prédio simples, comum, ninguém nunca iria adivinhar que havia um apartamento lindo desse lá no topo daquele prédio. Eu era nova, ainda morava com a minha mãe, e esse se tornou um dos meus sonhos, morar em uma cobertura de um prédio. Claro que minha cobertura (que era usada e beeeeem caindo as pedaços) não chegava nem aos pés daquele triplex, mas foi o suficiente para entender o trabalho que dava para manter rsrs. Beijos.

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  3. Olá, Yuka

    Faz algum tempo que acompanho os teus artigos e me da a incrível sensação de pertencimento, a vida simples não é pop no meu meio.

    Manter a casa pequena é uma ótima estratégia para controlar a tralha que teima em aparecer, sobretudo com crianças pequenas. Chega uma hora que algo tem que sair para liberar espaço para novos itens.

    O tempo é o meu luxo mais desejado e busco simplificar tudo.

    Contudo, na minha opinião, nem todos sabem lidar com o tempo livre, o mal falado tédio, e buscam preenche-lo com afazeres domésticos ou se grudando nas mídias sociais.

    Boa semana à todos!

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    • Oi Mateus, a vida simples não costuma ser pop em lugar nenhum mesmo rsrs. Principalmente quando a pessoa tem condições para ter uma vida com mais ostentação. Associam a vida simples com pobreza, com falta de vaidade, falta de motivação, com muquiranice, enfim, né? Isso que você escreveu é a pura verdade, “nem todos sabem lidar com o tempo livre”, enquanto outros, interpretam o tempo livre como algo ruim. Quanto mais “ocupado” estamos, melhor somos vistos. Eu adoro ter tempo livre rs. Beijos.

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  4. Senti falta de fazer um comentário minha amiga, concordo totalmente com vc, estou aprendendo a viver com menos, amo o seu blog, pois me faz refletir sobre minhas escolhas!!!beijos, uma semana abençoada para vc!!!

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    • Oi Adriana, pois é, parece que fiz algo de desabilitar o comentário rs. Quando me avisaram, até tentei, mas não consegui reverter, tive que apagar o post e postar de novo. Aí deu certo rsrs. Uma boa semana para você também. Beijos.

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  5. Oi Yuka! Td bem?
    Menina do céu… rs
    E hoje que moramos, meu marido e eu, numa casa com praticamente 2 areas externas na parte de trás e mais uma garagem na parte da frente? Rindo para não chorar! Mas a escolha da casa baseou-se mais pela localização e nosso tipo de trabalho… enfim, é complicado manter tudo como a gente gostaria, o sentimento é de exaustão antes mesmo de começar a fazer alguma arrumação:/
    Mas vamos segurar por aqui até o final do contrato. As vantagens de se alugar.. hehe
    Verdade tambem o que vc disse, sobre as coisas que temos. Quanto mais objetos, moveis, utensílios, mais energia eles puxam da gente.
    Aprendemos com o tempo acho… ou a sociedade muda mesmo, pq o que aprendemos (a maioria de nós) desde cedo é que devemos estudar para trabalhar (e num escritório de preferencia rs), ser bem remunerado, comprar um carro, casa, roupas, marca, ter status, frequentar restaurantes chiques etc etc etc.. bem o esquema do “pai pobre”.. enfim, quando cai a ficha (quaaaando cai né) percebemos que isso é uma grande ilusão!
    Uma vez, conversando sobre isso com uma amiga uns 6/7 anos mais velha, ela perguntou: “caramba, qual o problema da geração de vcs?” – pq ela tem um irmão mais novo qse da minha idade (uns 35 ou 36 anos). Na época fiquei pensativa sobre isso ser um problema da geração mesmo… rs sera? Tipo a tal crise existencial…
    Pode ser também a chuva de informações e “revelações” a que estamos expostos hoje, a maioria cansados aos 30 anos.
    Vou parar o texto gigante que isso tá virando um divã.. kkkkkkk
    Só queria dizer mesmo que uma casa grande dá uma trabalheira danada!
    Um beijo e boa semana!

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    • Oi Vivi, aluguel tem muitas vantagens mesmo, apesar das pessoas me acharem bem doida por morar ainda de aluguel, não consigo me ver morando de outra forma pelo menos por um bom tempo. Hoje mesmo, estava conversando com o marido de que talvez vá demorar muitos anos até a gente decidir comprar um imóvel próprio. Daqui a alguns anos, pretendo me mudar para um apartamento de 3 dormitórios, quando as crianças crescerem mais um pouco (quero ter meu ateliê de novo, meu marido um escritório, e quero que minhas filhas aprendam algum instrumento musical, uma das minhas filhas quer fazer piano, então já viu, preciso de um espaço maior rsrs). Quando elas crescerem e saírem de casa, eu e meu marido voltaremos a morar em um apartamento de 1 ou 2 dormitórios. Depois estávamos falando que teríamos poucas coisas novamente, e com isso, poderíamos fazer uma viagem mais longa pela Europa e Ásia, e colocar todas as nossas coisas em um box (alugar armazéns). São as vantagens de morar de aluguel rs. Sobre o pessoal da geração mais nova, parece-me que não são tão materialistas no sentido de posse, valorizam mais a liberdade. Acho legal, são pensamentos novos, não fazem questão de ter um imóvel próprio, um carro, um emprego fixo, totalmente contrário do pensamento dos nossos pais. Eu fico no meio-termo, nem cá, nem lá hehehe. Beijos.

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      • Vou dar meu pitaco sobre essa questão de gerações.
        O pessoal que nasceu principalmente até o fim dos anos 60 tem em geral uma postura um pouco diferente com relação a estudos, profissão, carreira, dinheiro, morardia etc etc.
        A grande maioria da população não tinha acesso a formação superior ou mesmo técnica, o acesso a informação até por questões tecnológicas era mais limitado, as tranformações eram mais lentas e em geral o dinamismo era menor.
        Entre as camadas menos bastadas da sociedade a boa formação acadêmica, bom emprego, bom salário, imóvel próprio, status eram em geral coisas distantes e também por isso tão valorizadas, eram “sonhos”.
        O peso de um curso superior para alguém hoje e alguém que fez o mesmo curso na década de 60 ou 70 é totalmente diferente. É outra realidade, pessoas com formação superior eram vistas pelas pessoas mais humldes como “doutores”.
        Um bom emprego “fichado” (com carteira assinada) também era motivo de orgulho.
        Carro prncipalmente 0k ou seminovo não era qualquer um que tinha. Então por esses e outros motivos é natural que pessoas que hoje tem 50, 60 anos ou mais encararem todas essas coisas forma umpouco diferente.
        Creio que as maiores transformações foram no acesso a formação escolar e no acesso a informação de forma geral, isso de certa forma “banalizou” alguns cursos e carreiras e consequentemente as mesma perderam sua aura.
        Como bens de qualidade continuam caros, vejo que muito jovens simplesmente nem contam mais em tê-los, muitos simplesmente não almejam muita coisa e na maioria das vezes não é pela opção minimalista é porque desistiram mesmo.

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        • Oi Anon, bem lembrado. Na época dos nossos pais, quem fez faculdade deve ter se dado muito bem, pois não era algo comum. Tudo o que você escreveu (formação em nível superior, um bom emprego fichado, carro e imóvel próprio) era algo que não estava disponível para todos, daí a recomendação que alguns dos pais deram para os filhos (como a minha mãe): faça faculdade, preste concurso público, e compre um imóvel próprio. Beijos.

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  6. Oi, Yuka! Eu quero uma casa maior; o apartamento de 40 m2 é muito pequeno para nós quatro. Eu dou aulas online, não consigo ter uma aula sem meus filhos entrando, brincando comigo ou entre eles na porta e mesmo sem pandemia, como muito do nosso trabalho é online, não temos um lugar para trabalhar direito, estamos mudando da mesa para o quarto de dormir, do quarto de dormi para a cozinha (eu já trabalhei sobre a máquina de lavar). Meu marido trabalha com impressão 3D e a máquina às vezes trabalha no nosso quarto até 1:00 AM e não dá para dormir porque se vc começa a impressão às 18:00, não pode interromper. Em fim, é interessante que muitas pessoas que querem ser minimalistas acham que DEVEM mudar para um lar menor (não é o que seu post diz, só um comentário) quando na verdade o minimalismo aponta a que você viva a vida da melhor forma possível sem coisas que te atrapalhem. Não é uma questão de onde você mora ou quanto você tem senão o como você utiliza o que tem e seu tempo para ter uma vida melhor. Concordo que tendo menos a vida é mais simples mas eu mudaria o “menos” para ter o “necessário”. Um abraço!

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    • Oi Bhuvana, é, um apartamento de 40m2 para 4 pessoas é realmente pequeno, principalmente porque vocês dois trabalham em casa. Nesse período da pandemia, esse apartamento que eu moro também fica pequeno para nós 4, considerando que estamos todos em casa. Mas no nosso caso, sei que é uma situação temporária, no dia-a-dia sem pandemia, o tamanho do apartamento nos atende bem, já que eu e marido trabalhamos na empresa, e não em casa. O importante é entender em que fase da vida cada um de nós estamos, e tentar atender as nossas necessidades na medida do possível. Daqui a alguns anos, pretendemos nos mudar de novo (e lá vamos nós de novo kkkk), mas desta vez para um apartamento de 3 dormitórios. Com as crianças crescendo, vão começar a trazer amigas pra dormir, a querer ter um espaço, enfim, aí será a hora da gente ir para uma casa maior. Você está certa, ao invés de “menos”, a palavra “necessário” descreve melhor mesmo. Beijos.

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  7. Oi Yuka! Adoro o seu blog e as suas reflexões. Recentemente eu e o marido fizemos o caminho inverso: estávamos (eu, ele e 2 gatos) morando num apê de 100m2 e trabalhando em home office desde o início da pandemia. Apesar do ótimo tamanho, tínhamos que ficar coordenando nossos horários, para que um não fizesse barulho nas reuniões do outro. Além disso, como estávamos SEMPRE em casa (levando super a sério o distanciamento social), meu marido estava ficando louco por ter que ficar sempre dentro das “4 paredes” do apartamento. Então no começo do ano trocamos o apto por uma casa que foi um achado, já que o aluguel + condomínio é praticamente o mesmo valor que o aluguel + condomínio do apto, mas a casa é GIGANTE, com um quintal enorme, churrasqueira, closet do tamanho de um apto pequeno… Nós jamais pensaríamos em alugar uma casa desse tamanho (MUITO além das nossas necessidades), mas como ela brotou nos sites de imóveis e estava dentro do nosso budget, fechamos o negócio.
    Felizmente as “rotinas de casa grande” estão nos fazendo muito bem: meu marido adora cuidar do jardim e fazer churrascos com amigos e eu estou adorando fazer pausas no trabalho para cuidar das tarefas domésticas no quintal, tomando um solzinho, ouvindo podcasts e brincando com a nossa nova cachorrinha (que seria inviável ter no apto). Outro ponto positivo (a depender do ponto de vista, hehe) é que a casa é tão grande que a bagunça aparece menos… No apto, qualquer coisa fora do lugar me incomodava, já na casa as coisas fora do lugar não são tão perceptíveis.
    Além disso, fiquei chocada quando consegui preencher a sapateira do closet-apartamento – o que serviu para eu doar vários deles, já que eu definitivamente não tenho o estilo de vida de pessoa que usa/precisa de tantos sapatos assim… No apto, como meus sapatos ficavam “escondidos” num espaço bem menor, eu não tinha a perspectiva de que tinha tantos pares assim…
    Um abraço!!

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    • Oi MissDenarii, casa grande parece menos bagunçada mesmo. Como estou morando num apartamento menor, minha nossa, a casa às vezes parece um campo de batalha, peças de LEGO espalhados pelo chão, bonecos e pelúcia no sofá, vou tropeçando nos brinquedos das minhas filhas. Tudo tem seus prós e contras rsrs. Acho super válido ter essas mudanças CONSCIENTES, que nem seu caso de um apartamento relativamente grande para uma casa gigante hehehe. Eu também penso em mudar para um apartamento maior, de no mínimo 3 dormitórios daqui a alguns anos. Vou esperar as crianças crescerem mais um pouco (elas dormem em uma cama de casal, e não querem se separar por enquanto), mas será interessante ter um quarto extra para montar um escritório para o meu marido, além de querer meu ateliê de novo. Hoje, minha máquina de costura fica guardada dentro do guarda-roupa e todos os meus itens de costura (tecido, zíper, etc) estão dentro da minha cama box. Ou seja, dá uma preguiça costurar. Eu gosto de ter tudo à vista, colocar as linhas em ordens de cores é algo muito terapêutico para mim rs. Então é isso, como disse a leitora Bhuvana, saber o que é necessário, é tudo de bom. Beijos.

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