Você tem TEMPO para usufruir o que compra?

bird's eye view of house with pool near body of water
Crédito da foto: @derekthomson

Quase em frente ao meu prédio, tem um prédio de alto padrão.

Os apartamentos deste prédio possuem uma varanda enorme que vai de uma ponta até a outra ponta.

Praticamente todas as varandas dos andares, possuem mesas com cadeiras, plantas para decoração, quadros na parede etc.

Vejo também funcionárias uniformizadas, limpando de forma vigorosa os vidros das varandas.

Mas o que eu nunca vejo são pessoas sentadas aproveitando essa maravilhosa varanda.

Onde estão essas pessoas? Será que estão trabalhando para pagar o que comprou?

Eu, com a minha varanda modesta, abro todas as manhãs pra sentir o vento no rosto. Tomo um café com leite apreciando a vista. Coloco as minha filhas para brincar de água nos dias quentes. Cuido das minhas plantinhas. Às vezes levo a mesa de centro para as minhas filhas brincarem de tinta. Nas noites quentes, eu e meu marido colocamos umas almofadas no chão para conversarmos, enquanto beliscamos algo para comer.

No bicicletário do meu prédio, é muito fácil identificar as poucas bicicletas que não estão com aquela poeira grossa. Ou seja, de quase 30 bicicletas penduradas, apenas 2 não têm poeira. Todas as outras, estão encostadas há pelo menos 1 ano, sem uso.

Pensando nisso, fiquei avaliando quantas coisas compramos e não usamos.

Talvez aquela roupa de academia, o tênis para fazer trilha, roupas e acessórios de festa…

Material de escritório como clips, elástico, grampeador, furadeira, bloco de anotações, canetas, cadernos, calculadora, pastas…

O estojo completo de chaves de fenda, a furadeira, a parafusadeira, a caixa de parafusos e pregos…

Tantos conjuntos de pratos disponíveis em casa, quantos realmente são usados? Fora os copos, as taças, os talheres, potes plásticos, panelas, frigideiras…

Quantas calças encostadas sem uso (porque não cabe, porque precisa fazer ajustes), quantas camisas sem uso (porque não cai tão bem no corpo, porque precisa passar antes), quantas mochilas e bolsas guardadas (porque um dia pode ser útil)…

Pagou caro por uma televisão de última geração e um sofá grande…. mas não tem tempo para sentar no sofá e assistir um filme. Ou só assiste YouTube pela tela do smartphone.

Quantos canais de televisão, quantos programas, documentários e filmes na fila para assistir. Quantos livros comprados sem ler, quantos cursos comprados sem terminar, quantas promessas feitas, quantas obrigações que vão se acumulando ao longo do dia, do mês, do ano…

Pegue um tempo do seu dia para analisar tudo isso.

Você tem tempo para usufruir o que comprou?

Se a resposta for não, algo precisa ser ajustado: ou você tem MUITAS COISAS, ou precisa escolher melhor as PRIORIDADES.

Eu mesma, fiz essas duas coisas há muitos anos (e continuo fazendo, porque de tempos em tempos, a bagunça sempre reaparece): eliminei coisas e aprendi a ter prioridades.

O benefício é praticamente instantâneo: TEMPO LIVRE.

~ Yuka ~

38 Comments on “Você tem TEMPO para usufruir o que compra?”

  1. Já te falei que você é maravilhosa?
    Você me fez pensar fora da caixa através desse texto! Obrigada! Obrigada! Obrigada!

    Realmente a gente tem muita coisa e pouco tempo de usufruir. Eu tinha duas taças pretas compradas na Disney que eram meu xodó. Meu marido pegava ela pra beber água e eu quase tinha um treco. No nosso aniversário de casamento, botei elas pra uso durante um jantar. Na hora de lavar louça, acabei quebrando! Fiquei arrasada pq usei tão pouco!

    A gente passa a vida toda esperando pelos momentos especiais e esquece que todo dia é especial. É mais uma oportunidade de viver.

    Depois disso, passei a usar mais minhas coisas que eu considerava especiais. Não faz sentido manter guardado! Boto roupa bonita na minha filha pra ficar em casa, faço esfihas e bolo em plena quarta-feira, na minha casa não existe mais “louça pra receber visita”, a gente vai pra praia em plena segunda-feira… e assim a gente vai vivendo feliz mesmo não sendo final de semana ou data especial.

    Lembro que na infância, eu ia visitar minha madrinha que era caseira numa chácara de luxo. Nas férias, eu chegava a ficar semanas lá e nunca via a dona. Eu sempre pensei: se eu fosse dona de um lugar incrível assim, moraria lá!
    Em 15 dias eu nadei todos os dias na piscina, conheci a vizinhança, brinquei com o cachorro… coisas que a dona nunca tinha feito, acredita? Até hoje não entendo quem tem tanto e não valoriza.

    Como sempre, você me inspira! Beijão

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    • Oi Tiemi, a sua taça da Disney ter quebrado foi um gatilho para você perceber que o dia especial, são todos os dias. Faço o mesmo que você, eu quando compro roupa, já saio da loja com a roupa nova kkkk. Não tenho dó de usar, uso pra valer, faço valer a compra, o gasto que tive, aproveito tudo o que posso. Acho pro objeto em si, se ele tivesse sentimento, iria gostar de ser usado tantas e tantas vezes, do que ser deixado de lado rsrs. Beijos.

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  2. Oi Yuka! Tudo bem?
    Eu tenho mesmo pensamento, e depois que comecei a ler seus posts, fiquei ainda mais firme na minha caminhada, mesmo sozinha.
    Eu sempre falava para alguém sobre mudar os focos…mas não adianta. Cada um está na sua evolução.
    Eu vou seguindo o que eu acredito, firme e forte.
    Tenho refletido cada vez mais sobre o essencial. A caminhada é longa, mas o meu objetivo é seguir em frente.
    Ah sabe o que eu ia perguntar a sua opinião sobre o Bando Digital Nubank mudou?
    Estava pensando em abrir uma conta nele…não tenho conta corrente hoje em dia.
    São tantas taxas que eu tenho receio de ter kkkkk.
    Super bjs e um lindo domingo iluminado.

    Dri 😀

    https://adrianaavilaatelie100.blogspot.com/

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    • Bom dia Yuka, é sempre prazeroso começar o domingo lendo seu blog.
      Exatamente o que vc escreveu hoje foi o que me fez tornar minimalista. Sou mãe solo, sempre trabalhei demais e não tinha muita disposição para brincar com minha filha quando chegava em casa à noite ou nos finais de semana, pois tinha que limpar e arrumar tanto cacareco.
      Comecei a fazer o destralhe e analisar cada custo que eu tinha, e para minha surpresa, eu não precisava viver naquela loucura de vida só para ganhar mais e gastar mais. Reduzi custos, organizei a casa e a minha vida, e hoje somos infinitamente mais felizes.

      Um grande beijo!

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      • Oi Isis, pois é, nesse momento de pandemia, estou fazendo home-office, e tem dias que eu piro porque são tantas frentes que precisamos lidar. A única certeza que tenho nesses dias é que viro a louca do destralhe, saio me desfazendo de coisas que me dão trabalho hahaha. Você está certíssima, e tenho certeza que sua filha percebe essa diferença de disposição. Beijos.

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    • Oi Dri, eu acho legal sim abrir um banco digital. Eu tenho a do Itaú, quando ele abriu (por pouco tempo) contas digitais gratuitas e eu felizmente pude contratar este serviço. Então não precisei abrir nenhuma outra conta, mas se você paga para ter sua conta em algum banco, acho que seria bem interessante você abrir um digital pra não precisar pagar algumas taxas. Uma boa semana pra você. Um beijão.

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  3. Yuka fada sensata haha.

    Estou na luta de manter apenas o que uso, doando/vendendo o que está parado e, principalmente, não adquirindo mais coisas que não vou usar. Acho que ter algo e não usar é um desrespeito consigo mesmo, porque o dinheiro que comprou aquilo vem do trabalho – se não usufruir, jogou tempo fora.

    Obrigada por sempre trazer essas reflexões.

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  4. Olá, Yuka.

    Parabéns pelo texto. Já observei isso também. A maioria das pessoas não usufrui das coisas que tem. Varanda e piscina são umas delas.
    Eu praticamente uso tudo o que tenho e, as vezes aconselho pessoas próximas a mim se livrar das coisas que não usam.

    Pobres e ricos são acumuladores. Muita gente pobre reclama que não tem nada, mas a casa está cheia de tralhas. Principalmente vasilhas em excesso.

    Abraços!

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    • Oi Cowboy, essa sua frase “pobres e ricos são acumulares” é muito verdadeira. Tendemos a achar que só ricos são acumuladores e os pobres não. Já li diversas vezes pessoas falando que “são minimalistas porque são pobres”, e uma coisa não tem nada a ver com a outra. Um grande abraço!

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  5. As pessoas se esquecem do fundamental, né? Sorte que temos Yukas no mundo pra nos lembrar.
    O misto de excesso com falta de prioridade são fatais…
    O que mais me incomodo nisso é que SEMPRE teria alguém sem condições que poderia estar aproveitando MUITO uma bicicleta empoeirada, uma televisão… E o proprietário não só não pensa nisso, como também ainda se vangloria – nas poucas vezes que usa – dizendo “quem guarda, tem”.
    Beijos

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    • Oi AC, o que para uns pode ser nada, para o outro pode ser tudo. Por isso evitar o desperdício é algo que deveríamos pensar com mais afinco. Aquela sobra de comida que vai no lixo poderia alimentar alguém passando muita fome. Aquela roupa que nunca usamos poderia vestir alguém que está passando frio. Um beijo.

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  6. Agora estou tirando férias em casa. Este ano fiz Home Office, mas no final de julho tive que voltar (minha atividade é considerada essencial). Agora estou aproveitando para limpar o armário e ver o que eu realmente preciso. Hoje ressuscitei minha máquina de pão, havia tempos que não usava por falta de tempo (mas não me desfaço, é otima para fazer geleias caseiras e descobri que até arroz é possível fazer nela). Eu tinha um par de patins, acabei doando, usei somente uma vez (minha irmã brigou comigo quando soube, risos). Maquiagem largada na gaveta, sem poder usar os batons que adoro. Agora estou tentando ter mais cuidado antes de gastar. Procuro usar o que tenho. Presa em casa não existem mais “momentos especiais”. Um dia de cada vez.

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    • Oi Carol, eu lembro que você havia comentado dessa máquina de pão que faz geléia rsrs. Essa pandemia deu uma reviravolta na vida de muita gente (pelo menos assim espero rsrs). Quem tinha um guarda-roupa abarrotado de roupas e começou a fazer home-office, viu que tantas roupas não tinham mais serventia. Isso se repetiu nos sapatos, nas bolsas, nos acessórios, jóias, roupas de festa… claro que o mundo vai voltar a ser o que era, mas perceber que não precisamos de tanta coisa, que podemos ser felizes reduzindo 10%, 20%, 30%, já é um início de uma grande reflexão. Um grande beijo.

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  7. Ótima reflexão (como sempre), Yuka.
    Essa observação sobre os grandes apartamentos eu sempre tenho.
    Hoje me deparei por acaso com um vídeo meio estarrecedor, que é a casa de um pastor.
    Não vou levantar aqui discussões sobre a origem dos recursos nem nada parecido, mas veja com seus próprios olhos e faça uma reflexão, se é realmente necessário tudo que aparece neste vídeo.
    Devem ter 6 pessoas morando numa espécie de shopping center, com salão de beleza, salas enormes, enfim… Definitivamente existe um limite em que alguns seres humanos chegam onde as coisas perdem o valor.
    Prepare-se, são cenas fortes! rs.

    A cada texto seu lido, acabo dando mais valor para cada coisa.

    Obrigado por tudo que compartilha conosco aqui.

    Um abraço, Stark.
    http://www.acumuladorcompulsivo.com
    http://www.elevedigital.com.br

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  8. Adorei o texto Yuca!

    Uma coisa que já percebi é que algumas pessoas “tem vergonha” de aproveitar as coisas… Vejo que os vizinhos de escondem ao ver um ao outro nos prédios, coisa mais engraçada isso! Kkkkkk!

    Certa época morei próxima ao Lago de Furnas e às vezes fazia passeio de chalana (onde ia uma galera animada e fazendo festa). Eu via o pessoal cheio da grana passeando mas lanchas sem dar um sorriso. Nunca entendi essa postura… Muita gente tem vergonha de ser feliz, seja rico ou seja pobre…

    Cada nascer do sol e por do sol perdido por falta de 5min para olhar… A gente joga muita oportunidade fora.

    Sinto que o celular tem sido um grande ladrão do meu tempo (e das pessoas com quem convivo). Pensei nisso, nem sei se tem a ver com o texto.. kkkkkk! Quantas vezes a gente desperdiça coisas sem usar e tempo né?!

    Bjs

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    • Uma coisa que tenho certeza é que muita gente tem vergonha ou mesmo medo de demonstrar que tem dinheiro ou que é bem sucedido em algo.
      E se formos parar pra pensar, tem certa razão pra ter esse comportamento. Inveja, violência (assaltos, roubos etc), fofocas e difamações sobre sua situação boa ou não, gente pedindo dinheiro etc etc.

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      • Sim, há vários fatores, incluindo isso que você escreveu, da inveja, violência, etc. E também há pessoas que não medem esforços para mostrar algo que nem tem. Um abraço.

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    • Oi Cinthia, sério, nunca percebi isso das pessoas ficarem sérias fazendo coisas divertidas rsrsrs. Vou prestar mais atenção. Gente, e eu, que não consigo nem esconder minha alegria quando sinto uma brisa gostosa que vem da varanda, fico comendo meu biscoitinho de polvilho, fico falando pro marido “sentiu? sentiu esse ventinho gostoso?” hahahaha. Você assistiu um documentário que muita gente está comentando que tem na Netflix? “O dilema das redes”. Ainda não assisti (estou meio viciada no seriado Modern Family), mas vou assistir em breve, parece ser bem chocante, vai ser bom para dar uma sacudida na cabeça. Um beijo.

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      • Ainda não assisti esse documentário, evito hoje em dia ter redes sociais, justamente pela enorme perda de tempo hehehe! E também pq minha própria conta do Instagram passava uma imagem minha que nem era exatamente fidedigna.. daí acabei excluindo. Me dava agonia tbem ver o pessoal na praia e eu trabalhando! Kkkkkkk! Mas ainda assim perco muitas horas no celular..

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  9. Lindo texto Yuka!
    Aliás assisti de novo o documentário dos minimalistas esse FDS e o filme me tocou de novo. Eu acho que a gente consome sem pensar, mesmo. Recentemente eu andei pensando se cancelava algumas coisas q custam pouco por mês mas só estimulam essa questão de mais consumo, por exemplo, ter Netflix e Amazon Prime e pagar para armazenar dados na “nuvem”. Custam pouco no mês mas são excessos, sem dúvidas. É isso não só stressa a nossa vida financeira, como mental, física, emocional…
    Bom final de domingo pra vc!
    Beijos Elsa

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    • Oi Elsa, eu também estou de olho nesses custos pequenos. Dez reais aqui, 50 reais ali, e quando percebemos, acaba virando um valor relevante no final do ano. Nesse período de pandemia, percebi que a alimentação deu uma subida fenomenal, então é algo que comecei a olhar mais de perto nestas últimas semanas. Um beijo!!

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      • Feito Yuka! Cancelei Netflix (vou ficar só com Amazon Prime que é mais barato) e apaguei várias fotos inúteis (sabe quando as pessoas tiram 5 fotos de uma vez pra ver se alguns fica boa?), assim também consegui cancelar meu serviço de dados em nuvem! Vc me inspirando rs mas realmente eu me sinto mais leve assim 🙂

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        • Oi Elsa. Que legal que está conseguindo colocar em prática o desapego. Nessa mudança residencial que eu fiz, foi muita coisa embora. Eu tinha coisas de artesanatos que gostava muito, como por exemplo, etiquetas de uma marca que eu tinha criado. A intenção antes das minhas filhas nascerem, era vender os produtos em sites como Elo7. As crianças chegaram e a minha realidade/prioridade mudaram. Só que eu olhava as etiquetas e me sentia cobrada por mim mesma, já que tinha gastado uma nota para confecciona-las. Eu não tive coragem de jogar fora na mudança, mas depois que cheguei na casa nova, eu consegui me desfazer. Dar adeus àquelas etiquetas deu uma sensação libertadora, eu não precisaria mais confeccionar nada, vender nada. Por isso que eu sempre digo que a cada coisa que nos desapegamos, vamos ficando cada vez mais leves rsrsrs. Beijos.

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  10. Oi Yuka, bom dia,

    O difícil é a gente fazer essa pergunta antes de comprar as coisas, conseguir saber o que realmente vamos aproveitar. Eu tive uma esteira e antes de comprá-la todos me diziam que ia virar cabide. Eu usei a esteira direto, ela durou uns 12 anos e me desfiz dela porque estava toda desconjuntada. Mas eu já fazia esteira na academia, e sabia que eu ia usar, mas quem dera eu tivesse essa clareza com outras coisas que comprei na vida e foram dinheiro jogado fora.

    Sobre as casas, eu, com o meu espírito de pobre, sempre que vejo essas casas lindas, cheias de jardim, piscinas enormes, só consigo pensar que trabalheira deve dar para limpar. Imagina, ter que ter vários empregados – eu que não gosto de ter ninguém estranho na minha casa – para dar conta de manter aquela maravilha. Normalmente quanto mais luxuosa é a casa menos as pessoas aproveitam, porque viajam muito, tem casa de praia, sítio, etc. Então fico pensando o quanto pesa o status na decisão de compra, ou seja, a pessoa compra porque pensa que vai usar tudo aquilo ou se é para se exibir mesmo.

    Tenho pessoas bem próximas que costumam comprar as coisas e esquecer que compraram. Como têm muitas coisas guardadas, é complicado procurar e normalmente as coisas estão espalhadas nas gavetas. Assim, vão na loja e compram a mesma coisa de novo (isso acontece muito com ferramentas, cabos, conectores, acessórios de computador, material de escritório). Daí você olha e tem 10 adaptadores iguais, cada um guardado em um lugar diferente. Me dá nos nervos quando vejo uma coisa assim, a quantidade de dinheiro jogado fora e de espaço usado para guardar as tralhas.

    Eu também adoro a minha sacada, é quentinha no inverno e fresca no verão. É como se eu tivesse um pequeno pátio no apartamento. Adoro ficar no final do dia vendo a paisagem ou tomando um solzinho de manhã. Nunca tive o sonho de ter sacada, mas agora que tenho aproveito bastante.

    Beijo e boa semana

    Curtido por 1 pessoa

    • Oi Daniela, você é a exceção da exceção de não ter usado a esteira como cabide. Eu comprei uma bicicleta ergométrica há muitos anos e virou cabide kkkkk. Mas que bom que você fez bom uso. Eu tenho o mesmo pensamento que você quando vejo uma casa grande rsrsrs, fico pensando no trabalho que vai dar… nesse apartamento pequeno já dá trabalho, imagina algo elevado ao cubo? Não daria conta. Aliás, esta não é a minha prioridade. Nossa, concordo com 100% do seu comentário, do início ao fim rsrs, de que quando deixamos as coisas desorganizadas, acabamos comprando 2, 3 vezes o mesmo produto, porque nem sabemos que já temos em casa… isso se reflete em dinheiro gasto de forma desnecessária. Um beijo!!!

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  11. Nesses tempos de pandemia em home office comecei a reparar na vizinhança (coisa feia né? rsrss) e uma coisa que percebi são quantos ‘vasos’ encostados nas garagens (a gente chama os carros que não saem da garagem de vasos). Não me conformo! um visinho possui 2 carros e vai trabalhar de bicicleta e só tira os carros pra lavar a garagem… o outro comprou a uns 6 meses um carro de mais de cerca de 150 mil que só vi sair da garagem 2 vezes pois tem um carro bem mais antigo que usa pra trabalhar… eu comento com meu marido… quanto de dinheiro esse povo perde? Será que não vê que só tem gasto alto pra manter esses ‘vasos’ em casa sem usufluir deles??? Em casa tínhamos 2 carros pois trabalhamos em cidades diferentes… como meu home office não tem data pra terminar vendemos 1 pois estava ficando incomodada com o outro empoeirando na garagem… mas enfim, melhor eu parar de reparar na vizinhança e cuidar dos meus filhos…rsrsrs.
    Beijos!

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    • Oi Michele, adorei a denominação de “vasos” rsrs…. pois é, há certas coisas que acabou virando piloto automático… ter carros mesmo não usando, morar em apartamentos grandes, mesmo não usando todos os cômodos, ter muitas roupas no guarda-roupa mesmo usando somente 10%, comprar muitas comidas e depois sair jogando porque não deu conta de comer… são muitos excessos. E tudo que é excesso, é dinheiro jogado fora, e se estamos jogando dinheiro fora, estamos jogando o tempo que levamos para conseguir aquele dinheiro. Eu também já tive os meus excessos, e continuo tentando detectar onde estão os meus excessos. Um grande beijo!!!

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  12. Yuka!!!! Que post foda, como todos. Essa reflexão é de suma importancia e tento fazer ela tantas vezes quanto necessário, mas mesmo assim sempre acabo achando algo que não uso ou algo que achei que iria usar mas não dei a devida atenção, é foda! Mas aos poucos esse “hábito” nosso vai ser mitigado =)

    Abçs

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    • Oi EPI, eu também acabo achando sempre coisas que não uso, ou que comprei achando que iria usar, e acabou ficando encostado. Quando acontece isso, eu até brinco com o marido fazendo o som do dinheiro indo embora… porque é isso, né? A gente gasta nosso tempo trabalhando em troca de dinheiro, compramos coisas que ficam sem uso, se jogamos fora tal coisa, estamos jogando dinheiro fora, que no final, é tempo jogado fora. Como eu sempre digo, o problema não é comprar, consumir… o problema é o excesso, desperdício. Beijos.

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