Diferença entre o minimalismo e o movimento FIRE

Como vocês sabem, eu acompanho poucos sites, blogs e canais do YouTube. Primeiro, porque não tenho tempo para acompanhar todo mundo, e segundo, porque dou foco na qualidade do conteúdo publicado.

Um destes sites que acompanho, entrou em contato comigo e não fico sabendo que ele também gosta do meu trabalho? Que dia feliz!!!

E com isso gostaria de prestigiar o trabalho do SapienLivre.com indicando uma leitura de um de seus posts: “Diferença entre o minimalismo e o movimento FIRE”. Para quem tiver interesse, depois de terminar de ler o post, clique aqui para conhecer o site.

DIFERENÇA ENTRE O MINIMALISMO E O MOVIMENTO FIRE

“Onde foi que eu me perdi tanto de mim que, agora, nesse exato momento…”

Esta frase da escritora Clarice Lispector descreve bem como todos nós já nos sentimos em algum momento ou ainda estamos nos sentindo agora mesmo.

Todo mundo em algum momento já se sentiu perdido na vida. No sentimento de não pertencimento… sabe? Eu particularmente já me questionei e continuo me questionando quase todos os dias.

Neste sentido costumamos responder a esses questionamentos de diferentes formas, coisas do tipo:

  • Buscamos compensar a nossa frustração consumindo coisas que não precisamos, se endividando e caindo em um buraco ainda maior;
  • Procurar alternativas para a vida de consumo e algumas se encontram no minimalismo, tentando viver com menos coisas para dar espaço maior para as relações humanas;
  • Busca trabalhar duro e fazer grande esforço por um período determinado de tempo para tentar alcançar a independência financeira e se aposentar por volta dos 40 ou 30 anos ( Movimento FIRE).

Diferença entre o minimalismo e o movimento FIRE

Bom, fácil de concluir que o materialismo não faz ninguém feliz. Nossa geração, de modo geral,  nunca foi tão rica e também tão infeliz.

Então entre as alternativas que temos eu costumo chamar de contra cultura, o Minimalismo e o Movimento FIRE.

O que é Minimalismo

Usando as palavras dos The Minimalist,  Minimalismo é:

“O minimalismo é uma ferramenta para se livrar do excesso da vida em favor de se concentrar no que é importante – para que você possa encontrar felicidade, realização e liberdade”.

Em outras palavras é a busca de reduzir excessos para liberar espaço e tempo para as relações humanas.

E o Movimento FIRE

O FIRE é abreviação das palavras em inglês Financially Independent, Retiring Early. Este movimento ainda pouco conhecido no Brasil, representam as pessoas que buscam a Independência Financeira e Aposentadoria Precoce ( eu prefiro falar antecipada).

Imagine poder se aposentar aos 40, alguns ainda aos 30 anos. Em uma sociedade que vem discutindo aposentadoria tradicional cada vez mais tarde, parece uma realidade impossível mas a fórmula é simples e aplicável.

A ideia é ganhar o máximo que puder, poupar entre 30% a 70% da renda. Fazer investimentos com qualidade e depois de uns 10, 15 anos viver de renda e curtir a vida.

Deixar de trabalhar neste momento passa a ser uma opção já que o dinheiro deixa de ser o fator determinante.

Qual destes é a melhor escolha para você

Se pararmos para observar estes dois movimentos são de certa forma parecidos. Todos eles buscam uma alternativa para o modelo atual de sociedade. No sentido de dar menor importância as coisas e maior liberdade para fazer escolhas.

Os FIREs trabalham mais a questão financeira reinvestindo seus ganhos, para assim ter maior liberdade de escolhas quando alcançar a independência financeira; viajar pelo mundo; viver sua paixão, mesmo que ela não remunere de forma adequada.

Os Minimalistas trabalham a limpeza geral de excessos na vida, seja de coisas materiais como também no sentido de ter uma vida menos estressante. Seja morando em uma casa menor ou controlando seus próprios desejos para diferenciar o que realmente é necessário.

Obvio que para cada uma destas estratégias existem vantagens e desvantagens. Qual destas você se identifica mais?

Eu particularmente acredito que não preciso escolher entre um ou outro. Por que não aproveitar o melhor do dois movimentos?

Afinal de contas eles se complementam. É totalmente possível ser um FIRE e também minimalista, mesmo porque não existe uma definição exata para um ou para o outro.

Temos uma péssima mania de querer rotular as pessoas de ou jeito ou de outro. O que realmente importa é saber o que te faz feliz e buscar viver de acordo com seus próprios valores.

No meu entendimento aproveitar o melhor que cada uma destas filosofias tem à oferecer é o melhor caminho. O que não fizer sentido para você descarte, simples assim.

Entre um e outro, quem disse que não é possível escolher os dois e criar um só seu?

Artigo original em: https://sapienlivre.com/minimalismo-e-movimento-fire

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22 comentários em “Diferença entre o minimalismo e o movimento FIRE

  1. Acho que acabo me identificando com os dois movimentos, mesmo nunca tendo ouvido esse outro termo (“FIRE “). Deixei de ler muitos blogs de minimalismo porque achava as opiniões radicais ou era um modo de vida diferente do meu. Tem gente que acha que para ser Minimalista, a pessoa tem que (ênfase no obrigatoriamente) ser vegana ou vegetariana (nada contra, inclusive já organizei festas de aniversário para amigos que eram. Mas não tenho interesse.), ter 30 peças de roupa, 2 pares de sapatos e jogar tudo fora. Eu por exemplo tenho 100 esmaltes (e não pretendo me desfazer de nenhum, de resto sou econômica – tenho o que gosto e preciso). Para mim, antes de querer salvar o mundo ou a natureza, quero salvar a mim mesma (lembra da sua metáfora da máscara de oxigênio no avião?). Acho que a questão da Independência Financeira é mais forte que qualquer coisa para mim. Não digo que quero me aposentar mais cedo necessariamente. Quero ter a liberdade de fazer o que eu gosto.

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    • Oi Carol. Também sou como você. Me identifico com os dois movimentos, apesar de não levantar bandeira para nenhum dos dois. O extremismo é sempre complicado, o legal da vida é justamente a liberdade de poder caminhar por diversos movimentos, ora em um, ora em outro… Minha casa com 2 crianças está longe de ser minimalista, uma bagunça só, brinquedos espalhados pelo chão. Você está certíssima quando escreveu “antes de querer salvar o mundo ou a natureza, quero salvar a mim mesma”. Também penso dessa forma. Hoje, apesar do minimalismo fazer parte da minha vida, o FIRE é o que me faz acordar cedo, estudar, poupar, investir e sonhar. A maioria das pessoas não compreendem essa minha sede pela FIRE, não é pelo dinheiro, é por querer ser livre. Beijos.

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  2. E vamos refletir! Tudo bem por ai Yu?!
    Ai como eu amo as manhãs de domingo, só na espera de uma nova atualização, é como ler um livro a gente fica na expectativa para o próximo capítulo 😉
    Obrigada por mais esse post!
    Uma ótima semana …

    Dri 😀

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  3. Yuka, gostaria de saber uma coisa bem pessoal… quando você comentou que todo mes separa uma mesada e essa mesada sobra, fiquei imaginando quanto seria?! Porque temos gastos com roupas que ficam velhas, sapatos das filhas que se desgastam, às vezes queremos comer algo diferente que não sai barato etc… poderia nos contar qual a faixa de valor ?! Pq se você com duas filhas consegue com pouco eu com uma filha também consigo kkkk servirá de inspiração e reflexão como sempre!!! Beijos!!

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    • Oi Nathalia, ih o valor prefiro não comentar, pois tem muitos colegas de trabalho que me conhecem, e você sabe, né? Acaba rolando um certo julgamento. Mas vou te dar uma dica. Estipula um valor que você acha que vai dar certo. Depois é só ir ajustando para menos ou mais. Porque se você ficar passando muita vontade, necessidade, é porque o valor da mesada está baixo para você. Agora, se ficar sobrando, é porque está alto, e aí é só reajustar. O que ajuda muito é que meu serviço paga mensalmente um vale refeição e alimentação. O Vale alimentação vai para o supermercado e o Vale refeição gastamos no açougue, padaria e para os nossos momentos de lazer, como comer fora de casa. No seu caso, se você não tiver esse benefício, talvez seja melhor aumentar o valor da mesada para poder sair um pouco e se divertir. Eu e meu marido, somos pessoas extremamente frugais, não sentimos necessidade de gastar, mas sabemos que somos um ponto fora da curva. Pra você ter uma ideia, o valor da nossa mesada não é reajustado há pelo menos 6 anos. Todo início de ano, sentamos ao redor da mesa de jantar e discutimos se já não é o momento de reajustarmos o valor, mas sempre chegamos na conclusão de que ainda não precisamos de reajuste, pois por incrível que pareça, sobra. E acabamos gastando para as crianças, quando elas pedem uma pipoca na rua, um algodão doce, um sorvete… Então na teoria o valor da nossa mesada é um… mas na prática, gastamos muito menos para nós, porque não sentimos essa necessidade de comprar. Beijinhos pra você.

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  4. Olá, Yuka!
    Nunca havia lido nada sobre o tema. Demorei até saber o que comentar. Simplesmente não sabia o que escrever sobre o FIRE. E percebi que isso é o mais legal no teu blog, ele nos faz pensar.
    Acho que o equilíbrio é sempre o melhor caminho. Não basta viver só pensando no amanhã e esquecer que a vida é agora. Mas também é inviável levar a vida sem considerar que há um futuro pela frente. Creio que a dobradinha minimalismo/fire seja uma ótima combinação. Trata justamente de viver o presente, com consciência e planejamento de como será o amanhã.
    Sempre que vejo alguém dizendo que vendeu tudo, juntou suas economias e foi fazer um mochilão eu penso “nossa, que incrível viver com pouco e aproveitar a vida, mas e depois?”, não digo nada, acho que cada um sabe o que faz da sua vida, mas não me serviria. Conheço-me o suficiente para saber que passaria o mochilão inteiro pensando em como seria depois e como consequência não aproveitaria nada da viagem. O mesmo ocorre quando vejo alguém trabalhando uma carga horária absurda(por escolha própria) para juntar mais e mais dinheiro e deixando de aproveitar os momentos que não voltam mais (filhos crescendo, por exemplo). Na hora a pergunta martela na cabeça: por que viver tanto no amanhã?
    Em resumo, os dois extremos serão sempre perigosos.
    Beijos e até domingo.

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    • Oi Katia, em breve, vai ser lançado um documentário sobre o movimento Fire, ainda não saiu, estão produzindo ainda. Não vejo a hora de ser lançado, acho que vou me sentir representada rs. Você está certíssima quando fala em equilíbrio. Não adianta pensar só no amanhã, ou só no hoje, ou só no passado. No Brasil, são poucas as pessoas que conhecem sobre esse movimento, mas nos EUA, já tem muitos blogs que falam de forma abundante sobre esse tema. Eu também queria fazer um mochilão, largar o emprego e viajar enquanto as crianças são pequenas para curtir mais, mas tenho medo do amanhã. Mas ao mesmo tempo não quero trabalhar até os 70 anos de idade, ou melhor, não quero esperar até os meus 70 anos de idade. Nem sei se estarei viva ainda… ou se terei disposição física. Por isso, no meu dia-a-dia, tenho juntado o minimalismo e o movimento FIRE para potencializar o meu desejo de ser livre financeiramente. O minimalismo proporciona a abundância nas coisas essenciais, então não passo vontade. Se quiser viajar, viajo. Se quiser morar num bairro bom, moro. Porque pra mim são coisas essenciais. E economizo em tudo o que não é essencial pra mim. É assim que tenho conseguido poupar boa parte do meu salário para a minha Independência Financeira, sem esquecer de viver e aproveitar o hoje. Um beijão pra você.

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  5. Olá Yuka, Faz muito tempo que acompanho o seu blog, na verdade nem lembro bem como eu cheguei nele, acho que foi pulando de blog em blog… Enfim, acompanho faz tempo, mas sempre fico com preguiça de comentar. Hoje resolvi deixar um oi. Parabéns pela sua visão de mundo simples, direta e minimalista. =)
    Acho insano também isso de querer morrer trabalhando por anos, sem fazer mais nada além de guardar dinheiro, e depois viver como rei torrando com coisas desnecessárias. Tento economizar ao máximo, pois quero ter tranquilidade financeira no futuro, mas não deixo de viajar, algo que é extremamente importante para mim, por exemplo. Até porque, em coisas como viagens, daqui há vários anos o estilo de viagem que eu vou querer fazer talvez não seja o mesmo de agora e vice-versa. Acho que o importante é ter plena consciência do que estamos abrindo mão em termos de futuro para adquirir o que adquirimos no presente, ter noção do peso e significado que nossas decisões financeiras e não financeiras tem sobre nosso patrimônio e tomar decisões que façam pleno sentido para nós.

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    • Oi Adriana, tudo bem? Eu entendo a preguiça em comentar rsrs. Mas comenta sempre que puder, é tão gostoso interagir, conhecer a cabeça de outras pessoas. Você disse que viajar é muito importante para você, e acho que é uma das coisas mais gostosas que existe mesmo. Quando eu ainda não tinha as minhas filhas, eu e meu marido viajávamos com muita frequência, e muitos colegas não conseguiam entender como a gente viajava tanto, se ganhávamos a mesma coisa. A diferença é que ela tinha um carro e um plano de saúde caríssimo. Eu, não tinha carro e tinha um plano de saúde razoável para a minha idade. Se somássemos a diferença somente desses dois gastos, na boa, daria pra fazer umas 2 viagens internacionais por ano para 2 pessoas. Essa era a nossa diferença. Ela só conseguia enxergar a minha viagem. Enquanto eu sabia que eu só viajava tanto, porque tinha renunciado a outras coisas que não eram tão importantes pra mim. Quando a gente aprende a ter controle das nossas decisões financeiras, e aprende a colocar como prioridade a nossa própria felicidade, um mundo se abre. Pelo jeito, o mundo já se abriu para você também ;D

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      • Siiiim, entendo totalmente. No meu trabalho também meio que sou conhecida por viajar enquanto o resto do pessoal está trocando de carro, financiando apartamento, essas coisas… Como viajo sozinha, faço tudo do meu jeito, monto meus roteiros, uso o transporte público, me hospedo em hostel, economizo com alimentação para gastar com museus, essas coisas. Também há trocas durante as viagens para economizar e poder aproveitar as partes que são realmente importantes. Outras pessoas acham impossível viajar assim, usar metrô para sair do aeroporto, dividir quarto com outras pessoas, não pegar uber, comer comida de rua ao invés de frequentar restaurantes, Isso escandaliza muita gente, mas são coisas que faço para não encarecer muito as viagens.
        Daí quando repito a frase do Gustavo Cerbasi, que talvez você conheça, de que “enriquecer é uma questão de escolha” as pessoas torcem o nariz. No entanto, quanto mais eu observo a vida, mais tenho certeza disso. Tudo são escolhas.

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        • Pois é, são escolhas que fazemos para conseguirmos alcançar os sonhos. Muitos também falam “Não quero colocar os meus filhos na creche pública como você. Não quero morar de aluguel como você. Não posso viver sem carro como você. Não quero abrir mão do meu conforto atual para pensar na aposentadoria amanhã…” E assim vai indo. Só que as pessoas não percebem que é justamente por causa disso tudo que eu consigo viajar, consigo investir boa parte do meu salário todos os meses, que é por causa disso que vou me tornar livre em alguns anos. São escolhas, e para cada escolha, há renúncias que fazemos. Conheço sim o Gustavo Cerbasi, já li praticamente todos os livros dele. E sim, enriquecer é uma questão de escolha. O problema é que muitos não querem sacrifícios. Aí a conta simplesmente não fecha, né? Beijos.

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  6. Achei interessante o comentário da Nathalia. Esses dias me peguei pensando na aposentadoria (estou com 38 anos). Reli algumas de suas postagens antigas e acredito que não estou fazendo o suficiente (ainda). Tenho uma previdência privada e alguns investimentos em renda fixa (o que tenho é ainda muito pouco, o que me faz ser um tanto conservadora, ainda mais por estar passando por alguns problemas de saúde que consomem minhas economias). Enfim, vi que você e seu marido calcularam cerca de 15 anos para a independência financeira. Entendo a curiosidade dela a respeito de valores, pois para uma pessoa que ganha entre 3 e 4 mil (ou até menos), esse prazo parece inatingível (ainda mais se a pessoa tem filhos). Enfim, sei que você optou colocar suas filhas na creche pública (não sei até quando essa decisão vai durar. Pelo menos na minha cidade o ensino público é horrível, e agora que minha prima está prestando vestibular, vejo o quanto a educação dela foi ruim comparada à minha, já que fiz escola particular. Por mais estudiosa que ela seja, percebo dificuldades). Seria interessante uma postagem mais detalhada sobre como você calcula esses valores e aplicações financeiras (sem mencionar salário, claro).

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    • Oi Carol, realmente cada um tem que adaptar o valor à sua realidade. Meu salário com certeza é diferente dos outros, o meu estilo de vida, o quanto que aguento poupar, o que não estou disposta a poupar, enfim, são muita variáveis e por isso mesmo não podemos medir com a mesma régua. Só não entendi a sua pergunta, você disse que seria interessante uma postagem mais detalhada sobre como eu calculo esses valores e aplicações financeiras. Pode me dar exemplos? O que seriam “esses valores”? Beijos.

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  7. Ah, não posso abrir mão do carro. Moro em um lugar ermo (um condomínio na saída da cidade, quase chegando na zona rural). Então transporte público no meu bairro deixa a desejar. Mas ainda prefiro morar aqui do que em São Paulo, ter a opção de dirigir. Quando trabalhei lá achava o metrô sufocante (quase perdi um sapato na linha azul e me pressionaram contra uma viga de metal na linha vermelha), sem falar das pessoas sempre correndo nas escadas da estação. Isso para mim não é vida. Meu sonho é morar em um lugar tranquilo, que me favoreça um contato maior com a natureza, eu possa ter uma hortinha, um trabalho mais tranquilo…Minha moradia atual já melhorou bastante, mas ainda não está no patamar desejado.

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    • Oi Carol, aí está o grande exemplo de que nós somos seres únicos e que por isso não podemos medir com a mesma régua. Para você, ficar perto da natureza, morar em um lugar mais calmo é imprescindível. Mesmo que para isso tenha que morar em um lugar um pouco mais distante do trabalho e ter que possuir um carro. Já eu, prefiro morar perto do trabalho, em um lugar movimentado por causa da segurança (já fui assaltada mais de 10 vezes em São Paulo, quando morava em bairros menos populosos). Então sempre escolho para morar perto de centros comerciais, onde há bastante movimentação. Como tenho amigas que moram no interior de São Paulo, pra mim é importante morar perto de metrô, pra que elas consigam chegar na minha casa de forma fácil. Cada um tem as suas prioridades que são únicas. Beijos.

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  8. Olá Yuka! Gostaria de saber quais canais de YouTube, blogs e sites vc gosta. Parece que vc já fez um post sobre isso, mas não me lembro direito.

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