Turismo e o seu incrível efeito manada

Quando fui para Paris, eu não visitei os principais pontos turísticos, como mandam os sites de guias de turismo.

Eu não entrei no museu do Louvre.

Eu não subi na torre Eiffel.

Não tirei as fotos clássicas, dos ângulos clássicos, dos monumentos clássicos.

Não fui em nenhum restaurante badalado do momento.

Eu não fiz o que todo mundo que visita Paris geralmente faz.

Quando voltei para o Brasil, uma colega de trabalho que sabia que eu tinha ido para lá começou com um bombardeio de perguntas.

E depois de falar “não” para praticamente todos os lugares que ela perguntou se eu tinha visitado, ela perguntou categórica:

– Então pra que você foi pra Paris?

Fui pra Paris pra conhecer a cidade. Cheguei sim a estar de frente pro museu do Louvre e da Torre Eiffel, mas a fila de espera para conseguir entrar eram de 4 horas (em cada uma).

Eu preferi sentar no gramado em frente à torre e fazer um piquenique improvisado, do que ter a obrigação de ficar 8 horas em uma fila só para dizer (para os outros) que fui.

Eu preferi caminhar pelas ruas e conhecer os bairros que não estavam lotados de turistas.

Eu não quis tomar café nas cafeterias famosas, eu quis tomar café naquelas escondidas em becos que só os moradores locais saberiam informar.

A indústria do turismo faz com que todos frequentem os mesmos pontos turísticos, os mesmos restaurantes, as mesmas lojas e querem que a gente faça turismo de 5 dias em 5 países (é só procurar na internet).

Já eu, prefiro conhecer bem uma cidade. Prefiro sentar nos bancos das praças, alugar uma bicicleta, conversar com os moradores, frequentar supermercados do bairro, andar sem rumo pela cidade.

Prefiro reservar casas inteiras, ao invés de quartos de hotéis.

Esse é o meu jeito de viajar de verdade.

~ Yuka ~

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36 comentários em “Turismo e o seu incrível efeito manada

  1. Yuka, adoro o blog, mas dessa vez vou dar pitaco para quem ainda irá para Paris, não quer perder tempo em fila e também não quer perder a visita à Torre e ao Louvre (além de outros museus):

    * Para a torre, comprar Ticket pela internet no site da bilheteria (http://ticket.toureiffel.fr/?langue=en)
    * Para o Museu Louvre (e muitos outros): comprar o Museum Pass, que fura fila. Sobre o passe: https://www.viajenaviagem.com/2012/07/paris-museum-pass/

    Eu fiz as duas coisas em junho de 2011 e foi muito bom! Comprei o Museum Pass de 6 dias, comecei a usar na segunda-feira e no domingo ainda calhou de ser o último do mês, quando os museus são grátis na cidade. Ao Louvre eu fui 3x (adoro museu), além de ter conhecido vários outros que eu não visitaria se não tivesse o pass. As únicas filas inevitáveis na época eram a do Palácio de Versalhes (cheguei cedo, não demorou muito) e a para subir na torre de Notre Dame (essa eu desisti porque estava muito calor).

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    • Oi Ana Carolina, eu até conhecia o Museum Pass, mas resolvemos não comprar porque eu e meu marido não somos tão chegados em museus, apenas alguns museus específicos. Como não ficaríamos por muito tempo na cidade, preferimos curtir a cidade de uma forma mais tranquila. Sobre a torre de Notre Dame que você desistiu porque estava muito quente, é exatamente isso, há coisas que deixamos de fazer por achar que não compensa no momento. A fila foi um desses motivos. Só não imaginamos que tantas pessoas diriam que não conhecemos Paris rsrsrs. Beijos.

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  2. No Conexão Paris tem também uma ponderação sobre quando vale ou não vale comprar o Museum Pass – e dicas para comprar as entradas antecipadas para os museus (que também furam filas): https://www.conexaoparis.com.br/2015/02/09/museum-pass-museus-e-monumentos/

    Só coloco aqui esses pitacos porque sei o quanto você pesquisa para tomar suas escolhas. Viagens com pesquisa e preparo prévio também podem minimalizar os perrengues/tempos de fila. E mesmo que as coisas não aconteçam do jeito que planejamos, sempre dá para comprar um bom queijo e baguete para comer no gramado (claro, se não for inverno, mas aí já é outra história).

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    • Oi Ana Carolina, sim, e agradeço muito pelas dicas, principalmente porque outras pessoas podem ler os nossos comentários e utilizar para as próximas viagens. Quando visitei o Japão, comprei o Japan Rail Pass que dá passe livre para andar de metrô, trem e ônibus pelo Japão inteiro. Eu usei MUITO! Até dormia dentro dos trens para conhecer outras cidades. Aproveitei demais. Um beijo pra você.

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  3. Bom dia Yuka!! Faço a mesma coisa que você. Eu e meu marido planejamos nossa viagem sozinhos e não compramos pacotes em agências. Pesquisamos os bairros para decidirmos em qual ficar, os lugares que gostaríamos de ir e programas alternativos fora da rota turística. É claro que visitamos também os pontos turísticos mais famosos, mas desde que aquilo seja realmente vontade do casal e que não tenha filas quilométricas. Aproveitamos as viagens do nosso jeito, sem pressa. Se gostamos do lugar, voltamos sem problemas. Gosto de ver como os locais vivem, conversar, andar, tentar viver como eles enquanto estamos ali. As pessoas nos questionam por que às vezes vamos para um lugar que já conhecemos, ao invés de conhecer um lugar novo. Apenas sorrio e digo “porque não?”. Não perco meu tempo me justicando para os outros, foi-se o tempo em que fazia isso. Não sou muito de tirar fotos, nunca fui, e como sou alheia às redes sociais, não exponho minha vida e ninguém sabe o que estou fazendo, a não ser se eu contar. Em contrapartida, meus pais são desses que fazem o tipo de turismo industrializado, ficam 45 dias fora e visitam tipo 30 paises, com hora pra fazer tudo, tempo cronometrado pra visitar cada lugar pré estabelecido no pacote e com tudo já pré determinado. Não consigo viajar assim mas eles gostam, até porque são idosos e preferem ter essa “segurança “ de ter guias e acompanhantes pra tudo.

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    • Oi Camila, sou do seu time. Fazemos exatamente o que você e seu marido fazem, desde programar nossas viagens por nossa conta, visitar os lugares turísticos que realmente queremos, e eliminamos os que não queremos (mesmo que o local seja bem famoso). Poucas pessoas sabem que eu viajei para diversos países. Não viajamos para os outros, viajamos pra gente se divertir, talvez esse seja um dos maiores motivos da gente não se interessar em comprar coisas nos outros países. Só o fato de conhecer o país me deixa feliz. Parabéns pra vocês! Beijos.

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  4. Oi Yuuka!
    Caramba, tbm adoro conhecer os bairros qdo viajo, eu sinceramente não sou fã de pontos turísticos. Gosto mesmo é de observar as ruas, becos, lojas e restaurante do dia a dia do povo daquele país, observar os detalhes da vida corriqueira, acho que isso é conseguir absorver um pouco de outra cultura sabe. E alugar casa é tão bom, faz entrar em outra ritmo de vida, realmente dá para se descansar mesmo viajando p tão longe, esse negócio de ficar em hotel nunca me agradou. Falar bom dia p o vizinho, correr de manhã e fazer amizade com os vizinhos, acho bacana esse contato. Esses pacotes de viajem só desgastam fisicamente e financeiramente. Até nas férias tem que bater meta, 5 países em 7 dias! 20 pontos turísticos em 4 dias! toda a culinária em 3 dias…mó stressss…kkkkk…
    Bjo!

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    • Oi Suh, adorei a frase “até nas férias tem que bater meta” kkkkk ri muito. É bem essa a sensação, não dá nem pra ficar muito tempo observando os monumentos porque senão não dá tempo de conhecer os outros locais turísticos. Prefiro uma viagem mais lenta. Descansar e divertir. Um beijo querida.

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  5. Mais um daqueles textos que você lê e já se identifica de imediato. Lembro que certa vez perguntei a uma colega se tinha aproveitado a viagem que fez, ela disse que a viagem tinha sido ruim, mas que as fotos (para as redes sociais principalmente) tinham ficado ótimas… Tempos esquisitos esses.

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  6. Olá, Yuka! Como sempre, pontos de vista originais! Eu admiro isso e concordo com você sobre muitas coisas. Viajar de verdade é visitar locais pitorescos que poucos conhecem. Eu penso assim também, mas sou meio manada em alguns pontos: se eu visitasse Paris eu gostaria muito de conhecer alguns pontos famosos, não para dizer para os outros que fui, mas por vontade de conhecer mesmo, até pela história desses locais.
    Abraços

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    • Oi Silvia, nesse caso você não é manada não. Conhecer os pontos turísticos porque você quer conhecer, é muito legítimo. Conhecer os pontos turísticos só pra falar para os outros que foi, isso sim é manada. Os pontos turísticos são “pontos turísticos” justamente por serem bonitos, atraentes, possuem história, então nada mais justo do que a gente querer visitar. Eu gosto muito de olhar os guias antes, e verificar quais lugares gostaria de visitar, mas não visito todos os lugares pra bater cartão, principalmente porque assim, a viagem se tornaria muito cansativa. Um beijo!!!

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  7. Meu marido também é assim. E isso eu aprendi com ele. Ele não gosta dos passeios rápidos que só vão em pontos turísticos, bate fotos e volta. Para ele sentir a cidade é fundamental. Aprendi com ele. Conversar com os locais, conhecer as feirinhas… Muito bom viajar assim. Ahhh, também não subi na torre Eiffel, nem entramos no Louvre e também disseram que não “fomos” a Paris de verdade.

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    • Oi Lu, kkk outra que não “conheceu” Paris. O que eles não entendem, é que se a gente sentir vontade, a gente vai conhecer, tanto a Torre Eiffel como o Louvre. Só não aconteceu desta vez, porque a gente quis aproveitar a cidade de outra forma. Conhecer os pontos turísticos da cidade não deveria ser encarada como uma obrigação, e sim, como um prazer, um lazer. Beijos.

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  8. Oi, Yuka! Eu tive o privilégio de ir a Paris algumas vezes nos últimos anos, e confesso pra você que os momentos em que eu mais aproveitei foram aqueles em que eu estava com este mesmo espírito seu, sem ter de cumprir uma série de ‘compromissos turísticos obrigatórios’ na cidade…cada vez mais me sinto mais atraída por este estilo de viagem, aproveito muito mais e não fico naquela ansiedade de quantas coisas ainda falta visitar (o que muitas vezes prejudica a qualidade da visita que eu estou fazendo no momento). Só fiquei na dúvida se você comeu o tal macarron que estava na sua lista! valeu a pena a espera? 🙂

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    • Oi Caroline, nuossa, esse macaron…. eu fui pra Paris em 2013, e eu só coloquei na minha lista “comer o macaron da Ladurée” depois que voltei de Paris. Sim, eu cheguei a passar na frente da loja, cheguei a olhar a vitrine e ficar admirando os macarons. Mas na hora, não sei por quê, não passou pela minha cabeça entrar na loja e comprar os macarons (sim, fiz essa besteira). Durante muitos anos, eu e meu marido não tínhamos tanto dinheiro para comprar as coisas, então era muito natural olhar e não comprar. Talvez tenha acontecido isso lá. Nós olhamos e não compramos. Só depois que caiu a ficha do que tinha acontecido. E rimos muito. Quando a gente voltar lá, iremos com certeza comer os macarons da Ladurée.

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  9. Perfeito, eu estou sem condições para viajar no momento mas penso igualzinho a você, quero correr desses lugares lotados e conhecer os lugares mais comuns, onde se vive de verdade…

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    • Oi Silvia, também parei de viajar no momento pelas meninas serem pequenas, daqui a algum tempo voltaremos a viajar de novo. É muito bom conhecer a cidade sem ter aquela obrigação de cumprir metas rsrs. Beijos.

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    • Oi Rosana, é a melhor coisa. Quando a gente fica muito preocupada em tirar fotos, esquecemos de aproveitar o momento. Ontem mesmo, fui no chá de bebê de uma amiga que mora em outra cidade, e eu só tirei 1 foto. Ao invés de ficar tirando várias fotos, preferi aproveitar para conversar com várias pessoas que há tempos não encontrava. E as fotos? Eu pedi para depois mandarem pra mim também. 😀

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  10. O mesmo tipo de turismo que gosto de fazer. Fui à Barcelona e não entrei na Sagrada Família. Tinha uma fila imensa, preferi usar meu tempo em coisas mais interessantes, por exemplo, passear pelo litoral e dar de cara, sem querer, com uma super marina cheia de lindos veleiros. Não teve preço. Adoro seu blog. 🙂

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    • Oi Tatiana, exatamente esse é o meu espírito. Não é ser contra visitar os lugares turísticos, mas tentar aproveitar a cidade, quando se tem tantas coisas legais para conhecer. Numa próxima oportunidade, quem sabe, se a fila estiver menor, você não conheça a Sagrada Família, da mesma forma que conhecerei o Museu do Louvre. Um beijo!!!

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  11. Que linda, Yuka! Conhecer a cidade de verdade, sem ser engolida pelo turismo! Maaas… confesso que quando fui à Paris pela primeira vez, com meus 17 anos, aproveitei para entrar no Louvre de graça (idade né rsrs) e subi na Torre Eiffel, o que foi muito gratificante, pois assim eu soube que lá em cima vendia um pan au chocolat sem igual! Mas concordo contigo sobre viajar e conhecer os locais do ponto de vista “morador”! Boa semana!

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    • Oi Fernanda, não acho ruim a gente passear nos lugares indicados pelo guia de turismo, só acho chato ter que passear em TODOS os lugares indicados só pra dizer que “sim, eu fui”. Por exemplo, quando fui pra Santorini, uma das ilhas maravilhosas que fica na Grécia, fui ver um pôr do sol famosíssimo. E sim, realmente foi lindo. Não é à toa que é tão famoso. O que sou contra é aquele turismo em que se visita 50 lugares em um único dia, só pra dizer “check, vamos para o próximo; check, vamos para o próximo…”, e na verdade, nem se aproveita a viagem. Eu mesma falei para o meu marido para conhecermos a Torre Eiffel e o Louvre em uma próxima oportunidade, que queria mais aproveitar a cidade, conhecer outros lugares, do que ficar tantas horas na fila, sendo que havia tantos lugares para conhecer. Quando voltar para Paris, se a fila estiver suportável, comerei o pan au chocolat para experimentar 😉 Um beijo pra você.

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  12. Já vi na TV um francês falando que são nas pequenas cidades francesas que se conhece a França de verdade! Acho que vc conheceu mais Paris do que as pessoas que se limitam ao circuito turístico. Eu amo demais viajar! Eu e meu marido sempre fazemos um city tour nas cidades que vamos para ter primeiro uma apresentação da cidade e depois ficamos livres para conhecer só o que queremos, e são nesses dias livres que guardo as melhores lembranças. Essa expressão turismo de manada é perfeita! Até a maioria dos agentes de viagens são bem limitados, parei de programar em agências por isso. Na penúltima viagem que fizemos, passamos 10 dias em Portugal e quando eu falo que ñ consegui visitar nem metade dos lugares que eu queria as pessoas me olham sem entender pq estão acostumadas a pacotes de 3 países em 7 dias. E ainda, quando falei que ia a Portugal várias pessoas me perguntaram pq que eu não ia para Paris! Como se a pessoa que vai à Europa tivesse a obrigação de “passar” em Paris… rsrs.. amo muito seu blog! Bjo grande

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    • Oi Maria, realmente, também tenho essa mesma sensação. Muitas vezes conheço 1 única cidade em 1 semana, mas fica a sensação de que não conheci tudo o que gostaria. Se pudesse, voltaria em várias só para conhecer mais becos. Um beijo pra você.

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  13. Muito eu esse texto. Odeio turismo check list vendido em agências e principalmente, e desgosto de “mochilões” no geral.
    É um tal de visitar toda a Europa em 30 dias, todos os países da américa do sul em 2 semanas… Não entendo. Já ouvi de uma conhecida “fiquei três dias em Paris e achei o suficiente”. Suficiente pra que? Pra visitar todos os pontos turísticos?
    Viajar pra um país deve ser prazeroso. A viagem já começa com você estudando a cultura, a comida, e os hábitos do lugar. Você deve selecionar as coisas que mais te interessam. Não gosta de museus? Não vá só porque eles são famosos. Se não sabe a história do monumento histórico, do que adianta conhecê-lo? Ele não é famoso por sua beleza e sim por sua história. Não viaje só por fotos bonitas e um carimbo novo no passaporte.
    Isso é vazio demais.
    Vai pra França? Aprenda as palavras básicas em francês. Aprenda a cultura e os hábitos francesas. Conheça as histórias por trás dos monumentos. Passei pela cidade. Coma em restaurantes pequenos. Faça amizades locais. Sente nos bancos e observe os franceses apenas vivendo. Visite cidades pequenas e do interior.
    Isso é viajar pra França de verdade.

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  14. Ótimo texto!!! me identifiquei muito com tudo que vc colocou! Quando eu e meu marido viajamos sempre priorizamos nos desligar da rotina e nos desprogramar… Nunca fui adepta a passeios óbvios e turísticos demais e nunca planejo uma viagem baseado no que a maioria das pessoas mais gostam de visitar… simplesmente porque isto é algo muito particular. Como arquiteta, gosto muito de vivenciar as cidades, isso inclui passar mais tempo nelas, observar o modo de vida da população local, como se desenvolveu a cidade, a história impressa nas construções, etc.
    Me incomoda o modismo atual de parar o tempo todo para tirar fotos, gosto muito de fotografar, mas a paisagem, a cidade, os lugares, a vida urbana, algo que me chama a atenção, os momentos significativos… mas são fotos pra mim, não para expor, não para provar nada a ninguém. Também não tenho o menor problema em mudar a programação desistindo de um passeio por causa das filas ou do preço do ticket… sempre há algo novo que podemos descobrir no improviso!
    Acho que vale muito mais aproveitar o lugar da forma que mais lhe agrada do que se preocupar em visitar lugares que a maioria das pessoas visitam. Assim acabamos descobrindo surpresas pelo caminho que fazem a viagem mais original e marcante!

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    • Oi Fernanda, você como arquiteta, você deve ter um olhar diferente do meu, para ver as cidades. E isso é fantástico. O problema é quando todos tentam enxergar as cidades sob o mesmo ponto de vista, daí o turismo de manada. Eu sempre gostei muito de comidas de rua, desde sempre. Então eu adoro experimentar as comidas de rua, desde food trucks ao tiozinho que vende num carrinho, ao invés de frequentar restaurantes chiques. Gosto muito de café da manhã, do que o jantar, então já dá pra saber que adoro frequentar cafeterias. Acho que a maioria não entenderia o tipo de turismo que gosto, as pessoas não entendem que eu só estou respeitando o que eu gosto. A maioria das pessoas sabem o que gostam? Sabem o que querem comer? Infelizmente, não. Também faço que nem você, adoro tirar fotos, mas para guardar como recordação para mim, e não para mostrar aos outros. Que continuemos assim, na felicidade silenciosa rs. Beijos.

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