
Toda vez que comento com alguém que eu leio (e amo) livros de autoajuda, a maioria das vezes, ouço um “Sério?” e torcem o nariz.
As pessoas possuem preconceito de livros de autoajuda da mesma forma que falam que a creche municipal é ruim. Ou seja, falam porque ouviram alguém falar, ou leram uma meia dúzia de livros que não gostou e acham que todos os livros são ruins.
Mesmo todo mundo falando mal das creches municipais (mesmo sem conhecer de fato), eu coloquei as minhas filhas na creche do bairro. E eu só tenho a agradecer os profissionais que dedicam seu profissionalismo, talento e amor para educar e orientar crianças como as minhas filhas.
A mesma coisa acontece com os livros. Alguém falou que livros de autoajuda não prestam e vai o Brasil inteiro repetir a mesma coisa.
Aquela verdade serve para você? Quais livros leu e não gostou? Tudo bem a pessoa não gostar de livros de autoajuda, só acho que não precisa fazer careta como se fosse um livro inferior. Eu já li diversos tipos de livros, mas percebi que são os livros de autoajuda que mais me ajudam a crescer como pessoa.
E uma delas, é aprender a desaprender o que me ensinaram.
São verdades não-verdadeiras. Verdades que já foram verdades em outras décadas. Verdades que podem não ser verdades para mim.
Acho que muitos conhecem a frase “uma pessoa inteligente aprende com os seus próprios erros, uma pessoa sábia aprende com os erros dos outros”.
Eu sou uma pessoa que tenho aprendido muito com o erro dos outros, lendo livros de autoajuda.
São livros de pessoas que possuem diversos tipos de experiências, biografias de pessoas que eu admiro, especialistas (ou não) que compartilham sua trajetória, suas descobertas, erros e acertos.
Eu aprendi e continuo aprendendo muito com eles. Quem não gosta de livros de autoajuda não sabe o que está perdendo. Não sabem como um livro pode mudar a vida de uma pessoa.
Tem sido a minha mais poderosa ferramenta para o autoconhecimento.
~ Yuka ~

